quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O mundo não deve acabar em 2012: a conversão do calendário maia pode estar incorreta


Se você acredita que o mundo vai acabar em 2012, é hora de começar a repensar suas ideias. Os temores apocalípticos de que o mundo chegará ao fim em 2012 se baseiam no fato de que o calendário maia termina em 2012, da mesma forma que o nosso ano termina em 31 de dezembro, por exemplo.

Porém, uma nova crítica publicada em um livro afirma que o calendário dos maias pode não terminar em 21 de dezembro de 2012, e, por consequência, o mundo também não. E se o calendário não termina em dezembro de 2012, ninguém sabe quando ele realmente termina – ou se já não terminou.

O calendário maia foi convertido para o calendário gregoriano atual através de um cálculo chamado GMT constante, nomeado pelas siglas dos três últimos pesquisadores maias. Grande parte do trabalho deles fixou datas recuperadas de documentos coloniais que foram escritos na língua maia em alfabeto latino.

Mais tarde, o GMT constante foi reforçado por um linguista e antropólogo americano que utilizou dados de uma tabela de Vênus (espécie de calendário maia), um almanaque que projeta datas relativas aos movimentos de Vênus.

Com esses estudos, os pesquisadores acreditaram ter bastante certeza do cálculo do GMT constante.

Agora, o livro argumenta que as conversões aceitas de datas do calendário maia para o calendário moderno podem estar erradas em cerca de 50 ou 100 anos. Isso mudaria o suposto e exagerado apocalipse de 2012 para décadas à frente, ou para décadas à trás, além de por em dúvida datas de eventos históricos da civilização maia.

Segundo o autor da crítica, o trabalho de conversão realizado até agora está longe de ser irrefutável. No livro, ele explica porque a aceitação da tabela de Vênus depende da confiabilidade dos dados que corrobora, e afirma que os dados históricos são ainda menos confiáveis do que a própria tabela, e tudo isso põe em dúvida as datas maias estabelecidas.

O autor não tem nenhuma resposta quanto ao que seria a conversão correta do calendário, preferindo concentrar-se nas razões pelas quais a interpretação de datas atual pode estar errada. Ou seja, qual a data certa do fim do mundo, ninguém sabe, mas podemos ficar tranquilos – não parece ser em 2012.[LiveScience]

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Tumba de 4.500 anos é descoberta no Egito


Arqueólogos desenterraram uma tumba de quase 4.500 anos no Egito. O túmulo data da quinta dinastia, de 2.465 a 2.323 a.C., e pertencia a Rudj-ka, um sacerdote que dirigia o culto mortuário do faraó Quéfren (Khafre), construtor da segunda maior pirâmide de Gizé.

Quéfren morreu por volta de 2.494 a.C., mas o culto de adoração dos faraós por vezes durava após suas mortes. As paredes do túmulo estavam decoradas com relevos pintados que mostravam Rudj-ka com sua esposa em frente a oferendas divinas.

Segundo um especialista em antiguidades, como a tumba se localizava próxima as Pirâmides de Gizé, a descoberta pode indicar uma necrópole maior perto do planalto de Gizé, onde ficam as três pirâmides famosas. [MSN]

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Homenagem a Benoit Mandelbrot – o homem que descobriu os fractais e deixou a matemática mais bonita




Benoit Mandelbrot, conhecido como pai dos fractais, faleceu na semana passada, com 85 anos. Apesar da morte de Mandelbrot, seu trabalho ficará para sempre entre nós, já que ele contribuiu, de uma belíssima forma, para a compreensão da geometria e dos fenômenos naturais.

Ele desenvolveu fórmulas matemáticas que explicam a natureza de uma forma superior à usada para a geometria euclidiana. Segundo Mandelbrot, o único motivo pela geometria parecer tão distante é que não podemos descrever uma nuvem ou uma planta com ela, por exemplo – ou não podíamos, até ele demonstrar suas fórmulas.

Nos fractais, se você observar com cuidado, verá que as formas se repetem infinitamente, repetindo padrões. Cada parte se revela mais complexa, em um ciclo infinito. Se você não sabia, a palavra “fractal” vem do latim “fractus”, que significa quebrado, em várias partes.

Mandelbrot mostrou que seus fractais podem representar desde galhos de brócolis à cérebros ou ações na bolsa de valores.

Em homenagem a ele, confira essas incríveis imagens de fractais:

[PopSci]

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Foto espacial: eclipse solar visto do espaço


O Observatório Solar Dynamics (SDO), da Nasa, capturou essa imagem incrível quando a Lua passou entre ela e o Sol. O eclipse é parcial, mas mesmo assim tem um efeito muito bonito.

Cientistas acreditam que a imagem vai além da beleza – eles pretendem usá-la para entender como a difração pode alterar a “visão” dos telescópios e corrigir esse efeito.

A bordo do SDO está o Instrumento de Imagens Heliosísmicas e Magnéticas , que, como o nome já diz, mede campos magnéticos assim como ondulações na superfície do Sol causadas pela zona de convecção da estrela. Esses dados ajudam os astrônomos a compreender a influência do Sol sobre a Terra.

O SDO foi lançado pela Nasa em fevereiro desse ano, a bordo da Atlas V. [NeewScientst]

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Em vinte anos, precisaremos de um segundo planeta


O Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) é taxativo: devido à excessiva exploração e poluição, precisaremos de um novo planeta Terra até 2030 se mantivermos as mesmas taxas de danos à natureza. Metade de nossa população de 6,8 bilhões de pessoas, segundo a ONG internacional, vive em desacordo com os padrões sustentáveis de estilo de vida. Isso sem falar que a estimativa da organização leva em conta as estimativas de crescimento populacional feitas pela ONU, que segundo eles estão abaixo do que realmente deve acontecer.

O cálculo que os levou a fazer tal afirmação diz respeito à poluição. Daqui a 20 anos, precisaremos do dobro da capacidade atual em capacidade de capturar CO2. Sem isso, haverá um inevitável desequilíbrio nas taxas de recursos naturais do ecossistema, e (ponto para os apoiadores da teoria de aquecimento global) no clima do planeta.

O cálculo ainda dá uma grande alfinetada nos norte-americanos: eles afirmam que, se o mundo todo tivesse a mesma taxa de consumo da população dos EUA, não precisaríamos apenas de mais um planeta Terra até 2030, e sim de quatro Terras e meia. O relatório indica que tivemos uma queda média de 30% na biodiversidade no mundo. Considerando apenas os trópicos, essa taxa é de 60%.

A receita para evitar que precisemos de um novo planeta (já que dificilmente teremos) já é conhecida: sustentabilidade. Investir em meios de manter o mesmo nível de qualidade de vida explorando menos os recursos naturais. Em suma, o desafio é garantir o uso destes mesmos recursos para as próximas gerações sem precisar diminuir o nosso próprio. [USA Today]

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Cientistas constroem estufa que poderá ser usada para cultivar plantas na Lua


Uma estufa portátil, usada para cultivar plantas em um laboratório no Pólo Sul, poderá ser transportada para Lua ou para Marte, oferecendo plantas frescas a astronautas visitando astros remotos.

A Universidade do Arizona até mesmo está simulando o ambiente lunar para verificar o funcionamento desse tipo de estufa em nosso satélite. O sistema é hidropônico e estão sendo cultivados tomates, batatas, amendoins e outros alimentos que seriam úteis para colonizadores espaciais.

Armada a estrutura tem cinco metros mas, quando vai ser transportada, ela vira um disco de 1 metro e 20 centímetros – ideal para viagens espaciais com pouco espaço disponível. O sistema hidropônico também não necessita de muita supervisão, já que seu funcionamento é, em maior parte, automatizado. São necessários dez minutos para montar o sistema e em apenas um mês alguns vegetais já podem ser colhidos.

O design é similar ao de uma estrutura que já funciona em uma estação americana na Antártica, mas a estufa lunar possuiria algumas alterações que a tornariam ainda mais sustentável. A água seria urina filtrada dos astronautas e fibras óticas dispensariam o gasto de energia com lâmpadas, já que elas seriam capazes de coletar energia solar.

Mesmo que seu projeto seja “espacial”, muitas aplicações dessa tecnologia podem ser feitas na Terra. Engenheiros acreditam, por exemplo, que com essa estufa pessoas que moram em grandes centros urbanos também poderiam consumir vegetais plantados em suas casas, desafogando as áreas rurais e provocando menos desmatamento para atender a demanda por alimentos. [PopSci]

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Cientistas constroem estufa que poderá ser usada para cultivar plantas na Lua


Uma estufa portátil, usada para cultivar plantas em um laboratório no Pólo Sul, poderá ser transportada para Lua ou para Marte, oferecendo plantas frescas a astronautas visitando astros remotos.

A Universidade do Arizona até mesmo está simulando o ambiente lunar para verificar o funcionamento desse tipo de estufa em nosso satélite. O sistema é hidropônico e estão sendo cultivados tomates, batatas, amendoins e outros alimentos que seriam úteis para colonizadores espaciais.

Armada a estrutura tem cinco metros mas, quando vai ser transportada, ela vira um disco de 1 metro e 20 centímetros – ideal para viagens espaciais com pouco espaço disponível. O sistema hidropônico também não necessita de muita supervisão, já que seu funcionamento é, em maior parte, automatizado. São necessários dez minutos para montar o sistema e em apenas um mês alguns vegetais já podem ser colhidos.

O design é similar ao de uma estrutura que já funciona em uma estação americana na Antártica, mas a estufa lunar possuiria algumas alterações que a tornariam ainda mais sustentável. A água seria urina filtrada dos astronautas e fibras óticas dispensariam o gasto de energia com lâmpadas, já que elas seriam capazes de coletar energia solar.

Mesmo que seu projeto seja “espacial”, muitas aplicações dessa tecnologia podem ser feitas na Terra. Engenheiros acreditam, por exemplo, que com essa estufa pessoas que moram em grandes centros urbanos também poderiam consumir vegetais plantados em suas casas, desafogando as áreas rurais e provocando menos desmatamento para atender a demanda por alimentos. [PopSci]

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Aquecimento global pode causar deslizamentos de terra catastróficos


Durante a última década, avalanches e deslizamentos de terra se tornaram mais comuns em montanhas altas, aparentemente coincidindo com o aumento dos períodos excepcionalmente quentes. Isso sugere que as mudanças climáticas estão “desmoronando” a Terra.

Mas o pior ainda está por vir. Os colapsos são acionados pelo derretimento de geleiras e do permafrost, que retira a “cola” que mantém as encostas das montanhas juntas. O derretimento das geleiras sobre vulcões poderia desestabilizar blocos de terra imensos, provocando deslizamentos capazes de nivelar cidades como Seattle, nos EUA, e destruir toda a infra-estrutura local.

O fenômeno não é novo na Terra. Vários estudos têm mostrado que cerca de 10 mil anos atrás, quando o planeta saiu da última era do gelo, vastas porções de cones vulcânicos desabaram, provocando deslizamentos de terra enormes.

Para avaliar o risco de isso acontecer de novo, pesquisadores estudaram um deslizamento enorme que ocorreu 11.000 anos atrás, em Planchón-Peteroa (foto), um vulcão glaciar no Chile cuja altitude e latitude tornam prováveis que o vulcão sinta os efeitos da mudança climática antes dos outros.

Naquela época, cerca de um terço do cone vulcânico desabou. Dez bilhões de metros cúbicos de rocha caíram da montanha e sufocaram 370 quilômetros quadrados de terra, viajando 95 quilômetros no total.

Com as temperaturas globais em uma ascensão constante, os pesquisadores estão preocupados que a história se repita em vulcões de todo o mundo. Os cientistas descobriram que 39 cidades com população superior a 100 mil habitantes estão situadas a 100 quilômetros de algum vulcão que entrou em colapso no passado e que, portanto, seria capaz de entrar em colapso no futuro.

Eles acreditam que muitos vulcões em zonas temperadas estejam em risco, incluindo o Anel de Fogo – os vulcões que circundam o Oceano Pacífico.

Os pesquisadores afirmaram que os primeiros vulcões a desabarem serão muito provavelmente nos Andes, onde as temperaturas crescem mais como resultado do aquecimento global.
Entretanto, estudos em andamento estão mostrando que os vulcões não-glaciais também poderiam estar em maior risco de colapso catastrófico se a mudança climática aumentar as chuvas.

Segundo os pesquisadores, a última vez que um vulcão desabou, poucas pessoas estavam por perto para testemunhar. Hoje, há muito mais assentamentos humanos e atividades perto das encostas de vulcões glaciares ativos do que havia 10 mil anos atrás, portanto, os efeitos poderiam ser catastróficos.

Qualquer movimento poderia ser um sinal precoce de problemas futuros. Por exemplo, na Nova Zelândia, em dezembro de 1991, 12 milhões de metros cúbicos de rocha e gelo desabaram da montanha mais alta do país. O deslizamento de terra viajou 7,5 km. O fenômeno ocorreu depois de uma semana extremamente quente, na qual as temperaturas foram 8,5 °C acima da média, e reduziu a altura da montanha em cerca de 10 metros.

Também na Rússia, em 2002, mais de 100 pessoas foram mortas quando as suas aldeias foram varridas por desabamentos das montanhas ao norte do Cáucaso. Mais de 100 milhões de metros cúbicos de detritos percorreram 20 km.

O caso mais recente aconteceu na Itália, após uma onda de calor na primavera em 2007. Uma montanha alpina sofreu uma avalanche espetacular, na qual 300 mil metros cúbicos de rocha caíram em um lago seco sazonal. Se o lago contivesse água, a avalanche teria gerado um derramamento enorme, com consequências catastróficas para as cidades vizinhas. [NewScientist]

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

15Out10. O mistério do morrodamaianga.blogspot.com



Creio que o Reginaldo Silva, famosíssimo jornalista angolano, esteja no rumo do único planeta do nosso sistema solar onde há liberdade de imprensa.
Entretanto, o nosso repórter de serviço sabe que a última vez que ele tentou enviar um sinal de comunicação, hipnotizava-se com a apreciação dos anéis de Saturno. Contactada, a NASA, escusou-se a tecer considerações alegando que há fortes turbulências por essas bandas, mas logo que possível concederá uma conferência de imprensa.
Meu Deus! Agora até os extraterrestres perseguem jornalistas angolanos?!

«Actualizações em banho maria
Por motivos de força maior este morro está a observar um periodo de alguma letargia/hibernação em virtude do seu gerente ter sido extraditado para o exterior do país com a sua competente autorização, pelo que no seu regresso não se deverá registar nenhuma remodelação ministerial. A única coisa que o gerente ora extraditado promete é ir dando notícias breves sempre que as autoridades locais permitirem o seu acesso a Net, o que não acontece com Li Xiaobo, o novo Nobel da Paz. Se por acaso estão a pensar que o gerente está na China do cda Mao, enganaram-se redondamente. Lá os bloguistas foram todos extraditados...»



terça-feira, 19 de outubro de 2010

Foto incrível: Estátua da Liberdade acertada por um raio



Essa imagem incrível que você vê acima não foi fruto do acaso, como você pode imaginar, mas sim de muita espera e do trabalho duro do fotógrafo Jay Fine.

Segundo ele, ele esperou mais de 40 anos pelo momento perfeito. Com 58 anos de idade, ele assistia constantemente as previsões meteorológicas para saber quando as tempestades estavam chegando.

Antes dessa foto incrível, ele precisou tirar 81 fotos até capturar o momento em que o raio atinge a Estátua da Liberdade. Mesmo assim, ele afirma que foi um golpe de sorte.

A icônica estátua dos EUA foi erguida em 1886, tem, aproximadamente, 93 metros e estima-se que ela seja o alvo de 600 raios por ano. [MetroUK]

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Segredo das erupções violentas do “Anel de Fogo”, no Pacífico, é descoberto


Muitos dos terremotos e erupções vulcânicas da Terra acontecem em uma área chamada “Anel de Fogo”, no Pacífico. Agora, cientistas começam a compreender o motivo dos vulcões e da atividade tectônica ser tão localizada.

Basicamente, o fenômeno tem relação com o magma quente e seu contato com a água fria, que se combinam sob a crosta da Terra, causando uma erupção vulcânica.

Há muito tempo se sabe que esses aglomerados de vulcões se formam onde as placas tectônicas interagem, mas nenhum modelo era capaz de explicar os aglomerados em si, o motivo dos vulcões estarem em áreas tão pequenas.

Sabe-se porque as erupções de lá são muito violentas: a rocha derretida contém uma grande proporção de água que age como um gás superaquecido, dando maior energia às explosões. A presença da água também faz com que a temperatura de derretimento das rochas seja menor, fazendo com que a transformação de rocha sólida para magma seja mais fácil. Esse tipo de fenômeno seria necessário para a formação de vulcões.

Mesmo assim, isso acontece em regiões maiores, então o fenômeno não explica porque há um aglomerado de vulcões no Anel de Fogo. Cientistas de Oxford perceberam, no entanto, que esses vulcões estão localizados em áreas nas quais há ausência de água onde a rocha se torna magma. Isso causa as explosões violentas, já que o magma precisa estar em uma temperatura muito superior, sem a presença de água.

Agora os cientistas tentam compreender os processos químicos que acontecem sob essas “cordilheiras” de vulcões. [Our Amazing Planet]

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Os 10 piores chefes do mundo



Para ajudar você a “superar” o clima de início de semana e a gostar um pouco mais do seu chefe, preparamos uma lista com os piores chefes do mundo. Assassinos, cruéis e completamente sem coração, esses caras irão fazer com que seu chefinho pareça um ursinho de pelúcia. Agora, se você acha que seu chefe ganha deles, deixe um comentário contando sua história (e, por favor, ligue para a polícia):

1. O CHEFE QUE ESPANCOU SEU FUNCIONÁRIO ATÉ A MORTE

Saud Abdulaziz Bin Nasser Al Saud é um príncipe saudita que bateu e estrangulou seu funcionário até que ele morresse. Algumas semanas antes do crime, Saud já havia sido filmado batendo em Bandar Adulaziz no elevador do Landmark Hotel (veja o vídeo a seguir). Três semanas depois o corpo de Bandar foi descoberto, cheio de marcas de machucados, na cama de Saud.

2. O CHEFE QUE DESPEDIU SEU FUNCIONÁRIO POR ELE DEMORAR MUITO PARA SE RECUPERAR DE UMA CIRURGIA

Murray Gardner, de 60 anos, precisou colocar um marcapasso depois de uma semana sentindo dores no peito. Enquanto estava se recuperando, ele foi visitado pelo seu chefe que, muito suavemente, o avisou que seu emprego ( no qual ele estava a 11 anos) já era. De acordo com Julian Proctor, o chefe, se a cirurgia não fosse bem feita, voltar ao trabalho poderia matar Gardner. Como ele precisaria ficar se recuperando por três meses, Proctor afirmou que ele “não teria como, financeiramente, esperar pelo funcionário tanto tempo”.

3. A SUPERMODELO QUE BATEU EM SUA SECRETÁRIA COM UM CELULAR

Esse caso já ficou conhecido, mas sempre vale a pena lembrar: a beldade Naomi Campbell foi pega batendo em sua assistente com o celular. A pobre secretária precisou até levar pontos.

4. O DONO DE CASA DE MASSAGENS QUE OBRIGAVA SUAS FUNCIONÁRIAS A FAZEREM SEXO COM ELE E A TATUAREM SUA DATA DE NASCIMENTO

Alex Campbell era o dono de uma casa de massagens “suspeita”, que forçava suas funcionárias a manter relações sexuais com ele e com outras mulheres e que, para mantê-las quietas, ameaçava publicar os vídeos que ele fazia das “festas”. Depois foi descoberto que, além disso, algumas moças foram obrigadas a tatuar o número “917” no pescoço, simbolizando o aniversário de Campbell (17 de setembro).

5. O EMPRESÁRIO QUE CRIOU UMA CIDADE, ONDE SEUS FUNCIONÁRIOS DEVIAM SEGUIR SUAS PRÓPRIAS REGRAS

Pullman foi um empresário, dono de indústrias, do século XIX, que criou uma cidade para seus funcionários habitarem. Cerca de 12 mil pessoas moravam na cidade, que funcionava de acordo com as regras do “prefeito Pullman”. Nenhuma bebida alcoólica poderia ser vendida, a não ser no hotel da cidade. Ele criou uma moeda para a cidade, que só poderia ser usada lá dentro e era como ele pagava os funcionários. Além disso, ele pagava pouco e cobrava aluguéis muito altos.

6. O DIRETOR QUE DEMITIU UM FUNCIONÁRIO POR NÃO TER RECONHECIDO O SUJEITO

James Dolan é um dos diretores da Madison Square Garden e nunca gostou de funcionários que exerciam as funções mais “básicas” na empresa – ou seja, todos aqueles que não possuíam altos cargos. Ele despediu um funcionário por ele ter servido um copo de refrigerante sem gás e outro por “não ter conseguido reconhecê-lo”.

7. O EXECUTIVO QUE QUEBROU UMA EMPRESA E DEIXOU 20 MIL PESSOAS NA RUA

Jeffrey Skiiling foi o diretor executivo da Enron de Fevereiro a Agosto de 2001, quando se demitiu. Quatro meses depois a Enron entrou em bancarrota e 20mil pessoas perderam o emprego.

8. O CHEFE QUE DESPEDIU UMA MULHER POR AUSÊNCIA INJUSTIFICADA – SÓ QUE ELA ESTAVA EM COMA

Uma moça que trabalhava no Punt Del Peix, uma peixaria em Barcelona, foi despedida por “não aparecer para o trabalho”. Só que ela estava em coma, após ter sofrido um acidente no trânsito.

9. O CHEFE QUE USAVA O DINHEIRO DOS EMPREGADOS PARA ABASTECER SEU JATINHO PARTICULAR

Lenny Dykstra, conselheiro financeiro – irônico, não?- , convencia os empregados a usarem seus cartões de crédito para pagar combustível para seu próprio jatinho.

10. O CHEFE QUE QUEBROU O NARIZ DA FUNCIONÁRIA ENQUANTO A FORÇAVA A BEIJAR OUTRA MOÇA

Richard Beckman forçou o rosto de Carol Matthews contra o de outra moça, quebrando o nariz de Carol. Aparentemente a colisão aconteceu porque Beckman queria que as duas se beijassem.[Oddee]

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IRURGIA CARDÍACA

Cientistas descobrem aglomerado de galáxias gigante que possui 800 trilhões de sóis


Astrônomos descobriram o maior aglomerado de galáxias já visto até hoje, a uma distância de 7 bilhões de anos-luz da Terra. Esse aglomerado, chamado de SPT-CL J0546-5345, suportaria cerca de 800 trilhões de sóis e centenas de galáxias.

Segundo os cientistas, aglomerados de galáxias como este podem ser usados para estudar como a matéria escura e a energia escura influenciaram o crescimento das estruturas cósmicas. Há muito tempo atrás, o universo era menor e mais compacto e a gravidade tinha maior influência.

Assim, era mais fácil para os aglomerados de galáxias crescerem, sobretudo em áreas em que eram mais densos do que os seus arredores. Conforme o universo se expandiu a um ritmo acelerado, devido à energia escura, cresceu mais difuso. A energia escura agora domina a força da gravidade e impede a formação de novos aglomerados de galáxias.

O aglomerado descoberto está entre os aglomerados mais maciços encontrados a esta distância. Localizado no sul da constelação de Pictor (O pintor), a distância de cerca de 7 bilhões de anos-luz significa que os seres humanos podem ver o aglomerado da forma como ele se parecia 7 bilhões de anos atrás, quando o universo tinha metade da idade que tem agora, e o nosso sistema solar ainda não existia.

Mesmo nessa idade, esse aglomerado era tão grande quanto o aglomerado de Coma, nas proximidades. Desde então, ele deve ter crescido cerca de quatro vezes. Se pudéssemos vê-lo como ele se apresenta hoje, seria um dos aglomerados mais massivos do universo.

Segundo os cientistas, esse aglomerado está cheio de galáxias “velhas”, o que significa que nasceu cedo na história do universo, nos primeiros dois bilhões de anos.

O objetivo principal da pesquisa é encontrar uma grande amostra de aglomerados de galáxias maciças a fim de medir a equação de estado da energia escura, o que caracteriza a inflação cósmica e a expansão acelerada do universo.

Outros objetivos incluem compreender a evolução do gás quente dentro dos aglomerados de galáxias, estudar a evolução das galáxias massivas nos aglomerados, e identificar galáxias distantes formadoras de estrelas.

A equipe do estudo espera encontrar muitos outros aglomerados de galáxias gigantes distantes da Terra, assim que a varredura por telescópio for concluída. [ScienceDaily]

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Bactérias são capazes de criar um circuito de eletricidade


Cientistas descobriram que bactérias podem conduzir eletricidade ao longo de pequenos apêndices, como fios elétricos.

Biólogos notaram que as bactérias do fundo do mar “fabricavam” fios curiosos quando eram colocadas em ambientes com pouco oxigênio. Ao invés de sufocar, elas criavam nanofios feitos de proteína que “caçavam” bolsos de oxigênio ou outros locais para despejo de elétrons.

Em seguida, as bactérias pareciam compartilhar o gás ligando seus fios, como se uma sala lotada de pessoas pudesse respirar de apenas uma janela aberta simplesmente dando as mãos.

Com ferramentas de nanotecnologia, os pesquisadores mostraram que os fios dessas comunidades bacterianas podem agir como circuitos. Eles mediram o fluxo da corrente e descobriram que um bilhão de elétrons viaja através dos fios a cada segundo. A eletricidade não é tão forte como em um fio de cobre, mas é suficiente para suportar a rotina diária de consumo de energia de uma célula e sobrar elétrons.

Segundo os pesquisadores, uma comunidade de bactérias ligadas por esses nanofios poderia atuar como uma célula de combustível viscoso, digerindo matéria orgânica e liberando eletricidade. A comunidade pode ser estimulada, por exemplo, para devorar sedimentos marinhos tóxicos ou processar esgotos em estações de tratamento de resíduos.

Segundo engenheiros ambientais, as bactérias poderiam ser muito úteis em estações de tratamento de esgoto. Elas podem não resolver todos os nossos problemas de energia, mas seriam uma alternativa para resolver os problemas de energia da água, por exemplo, já que o tratamento de resíduos consome cerca de 5% da fatura elétrica nos EUA.

Aliás, as bactérias são fortes candidatas a fontes de energia alternativa, porque são baratas e fáceis de manter. Uma superfície de eletrodo é necessária para capturar os elétrons, mas de resto, a bactéria pode fazer trabalhos como a decomposição de sedimentos oceânicos ou “quebrar” o metano emitido pelos arrozais.

Segundo os pesquisadores, é incrível que esses organismos desenvolvam seu próprio sistema de distribuição elétrica, sendo que os seres humanos só conhecem a eletricidade há 200 anos. Talvez as bactérias façam isso há bilhões de anos.

A pesquisa não prova que as bactérias realmente “exploram” esse sistema, só que elas são capazes de fazê-lo. Os cientistas ainda querem descobrir se há outras maneiras delas realizarem esse circuito. O próximo passo do estudo é entender como as bactérias trabalham em comunidade. Talvez as colônias possam usar a respiração celular para gerar eletricidade, por exemplo. [ScienceNews]

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Baleia jubarte nada quase 10 mil quilômetros na maior viagem já registrada entre mamíferos


Uma baleia fêmea da espécie jubarte bateu o recorde de natação entre os mamíferos ao viajar do Brasil até Madagascar, na costa leste da África, num trajeto de quase dez mil quilômetros.

Formalmente chamada de “Baleia 1363”, a aventureira ganhou até apelido: Forrest Gumpback (num trocadilho com o nome da espécie em inglês, “humpback”), em homenagem a seu espírito viajante. Ela foi avistada na costa leste do Brasil em 1999, e identificada pelas exclusivas marcas na calda. Poucas entre os animais marinhos, as baleias jubarte geralmente são identificadas por essas manchas na calda com bastante segurança, o que as torna uma espécie popular para estudos. Dois anos depois, a viajante foi fotografada na costa leste de Madagascar, no Oceano índico. A jornada levou cerca de dez anos, mas apenas recentemente as duas aparições foram ligadas à mesma baleia.

A distância mais curta entre as duas localidades é de aproximadamente 9800 quilômetros, mas é de se duvidar que a fêmea em questão pegaria essa rota. Tipicamente, as baleias jubarte viajam para o sul do Oceano Antártico para se alimentar, e depois voltam para o norte, onde as águas são mais mornas, para se reproduzir. Então é muito mais provável que ela tenha viajado do Brasil para o Oceano Antártico e depois voltado rumo ao norte até Madagascar. São aproximadamente quatro mil quilômetros a mais do que qualquer outro trajeto registrado para as jubartes entre áreas de reprodução, uma proeza ainda mais notável pelo fato das fêmeas geralmente serem menos aventureiras que os machos.

Não está claro por que a baleia teria ido tão longe. Tanto as águas da costa brasileira quanto as de Madagascar são áreas favoráveis para a reprodução, e não há nenhuma razão aparente para a troca. O Dr. Peter Stevick, biólogo marinho, vê a experiência exploratória com bons olhos, uma vez que ajudaria a manter as baleias adaptáveis a novos ambientes. [POPSCI]

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Os Tiranossauros Rex teriam sido canibais?


Segundo uma nova pesquisa, os famosos T-Rex podem ser ainda mais assustadores do que se pensava: eles poderiam ser canibais, caçando e se alimentando de outros membros da própria espécie.

Cientistas encontraram marcas nos ossos de Tiranossauros que poderiam ter sido feitas apenas por outros T-Rex. As marcas teriam quase um centímetro e meio e, de acordo com o que sabemos, o único animal da época que poderia causá-las era o enorme carnívoro.

Segundo o paleontólogo Nicholas Longrich, da Universidade de Yale, que foi o responsável pela descoberta, qualquer grande predador poderia ter feito as marcas – mas o T-Rex era o único grande predador da época que vivia na região onde os ossos foram encontrados.

Depois de ter encontrado o primeiro osso com marcas do tipo, o paleontólogo pesquisou outros ossos expostos em museus e descobriu que muitos apresentavam as mesmas marcas. Então isso significa que, ou os Tiranossauros comiam a carcaça de companheiros quando eles já estavam mortos, ou eles caçavam e se alimentavam dos próprios companheiros da espécie.

Segundo Longrich, carnívoros modernos fazem isso normalmente. Quando eles lutam por um pedaço de carne, por exemplo, e um deles acaba morrendo, é comum que o outro aproveite a carne do companheiro de espécie. Chimpanzés são muito conhecidos pelo costume.

Apesar de haver poucas evidências de que dinossauros pudessem ser canibais, é natural que tenha sido um hábito tão comum para os répteis quanto é para espécies existentes hoje. [LiveScience]

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Imagem: thedinossaurs.blogs.sapo.pt

Por que celebramos ocasiões bebendo champanhe?


Bebemos champanhe para comemorar a entrada do ano novo, em casamentos e, até no resgate dos mineiros chilenos a bebida foi tomada. Mas por que bebemos champanhe e não outro líquido qualquer na hora das comemorações? Nós temos a resposta!

Historicamente, a bebida borbulhante é associada com festas luxuosas da realeza européia. Depois da Revolução Francesa a bebida passou a ser utilizada para substituir rituais religiosos. Quando um barco era inaugurado, por exemplo, em vez de chamar um padre para abençoa-lo, as pessoas começaram a usar a “água benta” do champanhe. O costume estendeu-se para batizados e casamentos.

O champanhe, apesar do seu nome francês, é originário da Inglaterra, onde surgiu a tecnologia para engarrafar vinhos contendo dióxido de carbono, em meados de 1500. Em 1662 os champanhes passaram a ser frisantes, já que notou-se que o açúcar adicionado à mistura produziria o efeito.

Em Paris a versão inglesa foi modificada e o champanhe ficou com o gosto que conhecemos hoje – seco, em sua maioria. Como era uma bebida muito cara, consumi-la virou sinal de poder aquisitivo. No início do século XIX tomar champanhe já era costume mundial.

Atualmente, usamos o champanhe para comemorar ocasiões por ele simbolizar alegria e abundância – já que a rolha “estoura” e o líquido flui e esse “estouro”, além da bebida, é um símbolo de comemoração. Em muitas ocasiões a garrafa é aberta mas o líquido não é consumido, como nas corridas de Fórmula 1, nas quais os pilotos vencedores tomam banho de champanhe mas raramente ingerem a bebida. [Life's little mysteries]

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Conheça o queniano que construiu um avião sem ter nenhuma formação em engenharia


Gabriel Nderitu trabalha com Tecnologia da Informação. Um belo dia ele acordou e decidiu construir um avião. Não, ele não comprou peças prontas e montou a estrutura, mas construiu todas as peças com as próprias mãos.

Gabriel não tem nenhuma formação ou experiência em engenharia – ele só se define como um “inovador”. Se seu avião voar ele será o primeiro queniano a ter construído um avião em seu país.

O avião tem dois lugares e, atualmente, Gabriel está preparando-o para seu teste final, que deve acontecer daqui a duas semanas. O queniano conseguiu construí-lo a partir de informações que obteve na internet.

A determinação de Gabriel é incrível – na verdade, mesmo que seu avião não voe, ele já conseguiu um feito incrível, como você pode ver pelo vídeo a seguir:

Mesmo assim, você teria coragem de se voluntariar para ficar no banco do carona enquanto Gabriel testa seu invento?[Gizmodo]

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