terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Experiência de Filadélfia. Dr. von Neumann (2)


Ele esteve lá por cerca de três anos, e foi então convidado a unir-se ao Instituto, o que ele fez em 1933, e ele permaneceu lá até a sua morte. Sua função principal era como físico teórico, um pensador, estritamente matemático, na área da física. Tornou-se bem conhecido por sua Teoria Especial da Relatividade, sua Teoria Geral da Relatividade e sua especulativa Teoria do Campo Unificado.

Outras pessoas vieram unir-se, pela mesma época. Um dos mais importantes foi o dr. John von Neumann, nascido em Budapeste, Hungria, que tinha vindo da Europa. Ele graduou-se em matemática, e teve seu PhD em matemática em 1925, em Budapeste. Ele ensinou no sistema universitário alemão por aproximadamente quatro anos, em dois diferentes cargos. Durante este período ele encontrou o dr. Robert Oppenheimer, que estava na Europa na mesma época e que veio a tornar-se importante após este projeto, e inúmeras outras pessoas. Agora, von Neumann era bastante interessante. Ele era um teórico, um matemático teórico. Mas ele era também um "crânio", o que significa que ele sabia como aplicar a teoria pura.

Einstein não sabia, e isto é muito importante. Então, uma das outras pessoas dirigiu-se para aquela universidade, uma onde alguém estava ensinando à época, era um homem muito importante, se puder ler minhas notas aqui, era um homem chamado David Hilbert. Provavelmente nenhum de vocês jamais ouviu falar sobre ele. Um doutor em matemática, ele era considerado na Europa como o matemático de maior projeção; que eu saiba, ele nunca deixou a Europa. Ele nasceu, cresceu e morreu na Alemanha. Ele morreu lá por volta de 1965, aproximadamente. Mas ele estava no círculo de contatos do dr. von Neumann.

Hilbert é mais conhecido e lembrado pelo fato de ter desenvolvido uma forma muito exótica de matemática, chamada Espaço de Hilbert. Ele foi o primeiro homem a definir matematicamente realidades múltiplas, espaços múltiplos e o que tudo isto significava em termos de um ponto de vista da matemática. Para a maioria de nós isto é quase sem sentido, e para a pessoa comum isto é sem sentido, mas é importante para os físicos e para os matemáticos, porque ele traçou o caminho para o que veio a tornar-se o Experimento Filadélfia.

Hilbert e von Neumann o fizeram juntos. Von Neumann escreveu um ensaio na Alemanha, em alemão, sobre Hilbert e alguns de seus trabalhos. E von Neumann, sendo ele mesmo bastante conhecido, tomou o trabalho de Hilbert e "deu-lhe uma melhorada", como se costuma dizer, desenvolvendo um completo e novo sistema de matemática. Von Neumann é bem conhecido nos círculos matemáticos, como também Hilbert, e teve publicados trabalhos, alguns discretos, pós-Experimento Filadélfia. Uma das coisas pelas quais ele tornou-se conhecido foi a Teoria dos Jogos. Ele também desenvolveu um sistema de operadores de anéis [ring operators], uma espécie muito exótica de álgebra, mas nada que signifique algo para qualquer um, exceto para aquele altamente graduado em matemática e que seja matemático puro.

Outras pessoas tornaram-se importantes para este projeto à medida que o tempo corria. Aproximadamente em 1934, eles mudaram o projeto para o Instituto, e o dr. Tesla entra aqui. Tesla é um homem muito importante. Toda a sua história é bem conhecida. Há um filme, feito por Segrabe Productions na Iugoslávia, descrevendo a sua vida. Ele nasceu em 1856. Ele foi para a escola, a escola regular, um ginásio, que era o colégio deles, ele começou em uma universidade.

Ele estava lá há um ano quando o seu pai morreu. Ele ficou sem dinheiro, e assim não podia continuar sua educação formal, mas ele fez um acordo com os professores, que o deixavam sentar-se nas salas de aula. Ele então buscou trabalho onde podia encontrar, na Europa, e trabalhou para a Western Union por um período de tempo. Depois, uniu-se às Edison Corps. da Europa. E, quando decidiu mudar-se para os Estados Unidos em 1884, ele tinha uma carta de apresentação de um homem de Edison, que gerenciava as Edison Corps. na Europa. Então ele chegou aos Estados Unidos em 1884, e como se diz, com um bom conhecimento de onze línguas, quatro centavos no bolso, um livro de poesia, e uma carta de apresentação para Thomas Edison. Isto era o mais importante que ele tinha, a carta de apresentação, porque ela tornou-se, por um período de tempo, o seu sustento.

Ele foi apresentado a Edison, e imediatamente entrou em discussão com ele sobre as diferenças em sua abordagem básica da eletricidade. Edison era partidário da DC [direct current - corrente contínua], e Tesla, como é bem sabido, era partidário da AC [alternate current - corrente alternada]. Edison não podia ver nada na AC, nem queria ter nada com ela. Ele tinha interesse em investir, se o quiserem, no maquinário DC o qual ele tinha projetado e construído, e nos sistemas de energia que ele tinha montado. Bem, ele trabalhou, quer dizer, Tesla trabalhou para Edison por cerca de seis meses. Eles entraram em uma violenta discussão sobre dinheiro, isto é, sobre uma promessa que Edison tinha feito a Tesla, de que, se ele resolvesse um determinado problema, dentro de um certo limite de tempo, ele, Edison, lhe daria US$50.000,00 como bônus. Bem, Tesla fez o trabalho no prazo e foi a Edison perguntar-lhe pelo bônus. Edison riu, isto era uma grande piada, era o senso de humor americano e tudo isso. Tesla não pensava assim, que aquilo era uma grande piada, fez suas malas e deixou-o imediatamente, indo de novo cavar fossas.

Depois disso ele encontrou várias pessoas, fez várias coisas, uma delas sendo para o presidente da Western Union, tendo trabalhado para ele por um período de tempo. Este cavalheiro ajudou-o a instalar o seu primeiro laboratório. Com o tempo, tornou-se um cidadão americano, e começou a dar uma série de palestras no antigo Instituto de Engenheiros Eletricistas, o qual, entre os anos de 1880 e final da década de 1890, era muito famoso em Nova Iorque, tendo Tesla se tornado um locutor regular e proeminente, sobre vários assuntos e cursos envolvendo teoria sobre AC, energia elétrica e tudo aquilo que ele pensava que era importante. Com o apoio de todos lá, tudo que ele apresentava era importante.

http://br.geocities.com/umanovaera/conspiracoes/Experimento_Filadelfia.htm
Imagem: http://cinema.sapo.pt/filme/the-philadelphia-experiment

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O Projeto Starchild, a "Criança das Estrelas"





9.agosto.2009 – por Steven Novella, Editor NEJS
The New England Journal of Skepticism Vol. 3 N. 1 (2000)

Há aproximadamente 60 ou 70 anos atrás, uma menina americana morando no México descobriu os esqueletos de um adulto e uma criança aparentemente malformada em uma caverna próxima à sua vila. A menina coletou os dois crânios e os guardou por toda a vida, até sua morte recente. Pouco antes de morrer, ela passou os crânios a um homem americano desconhecido que os manteve durante cinco anos. Os crânios foram então passados a um casal americano que os possui até hoje.
Esta é pelo menos a história que vem sendo contada sobre a assim chamada ‘Starchild’, ou ‘criança das estrelas’. Os crânios e a história contada são certamente interessantes. É interessante especular sobre por que o adulto e a criança morreram naquela caverna. Qual era a causa das malformações da criança? Eram congênitas, adquiridas ou algo mais? Teriam sido a causa da morte dela? A mãe morreu pela dor da criança perdida, ou foram ambos expulsos de sua aldeia? Certamente, uma comovente história deve estar por trás dos restos de um adulto e uma criança malformada achados lado a lado em uma caverna no México.

Há uma tendência, porém, de preencher tal especulação com a mitologia da cultura local. E uma das mitologias prevalecentes de nosso tempo refere-se à visitação de nosso planeta por pequenos aliens cinzas que estariam conduzindo um projeto misterioso de abdução humana, talvez envolvendo um projeto de hibridização. Não é surpresa portanto que aqueles que acreditam e popularizam esta mitologia apegaram-se à história destes dois crânios e interpretaram os detalhes de acordo com suas convicções.

Dois destes crédulos, Lloyd Pye e Mark Bean, montaram o que eles chamam de Projeto Criança das Estrelas (The Starchild Project), e têm um extenso website dedicado à sua investigação destes crânios (Pye e Bean, 1999). A investigação deles é um exemplo típico de pseudociência, e eu examinarei a análise deles citando as características pseudocientíficas presentes.
Aqui está um excerto da introdução do website:

Como informado por seu descobridor, o crânio “Criança das Estrelas” é malformado de muitos modos cruciais. De fato, há pouco no crânio que se compare a um humano normal. Ele realmente possui o mesmo número e tipo de ossos cranianos, mas nenhum é amoldado ou está posicionado como nos humanos. Também há outras semelhanças, incluindo certas extrusões e contornos ósseos, ligamentos de músculo e aberturas para veias e artérias que correspondem a humanos. Apesar dessas e outras conformidades reconhecíveis, uma esmagadora maioria de comparações demonstra desvios da norma humana.

Por vezes essas divergências são pequenas, mas na maioria das vezes elas são enormes, a um grau que deveria ter produzido um monstro fetal incompatível com a vida como nós a conhecemos. Ao invés, elas se combinam sutilmente para formar um esboço craniano assustadoramente semelhante ao tipo alien cinzento exemplificado na capa do livro de Whitley Streiber, “Communion”.

Uma vez que o crânio “Criança das Estrelas” mostra tantos desvios da norma humana, nós podemos seguramente esperar que o teste de DNA prove uma das três coisas: (1) um puro alien tipo Cinzento; (2) um híbrido alien-humano; ou (3) a mais bizarra deformidade humana desde o Homem Elefante.

Algumas características pseudocientíficas são reconhecíveis no excerto anterior. Os autores claramente mostram seus preconceitos de vários modos: usam citações assustadoras sobre a palavra ‘malformado’, chamam o crânio em questão de “Criança das Estrelas” (Starchild) e têm preferência clara por uma explicação alienígena. Eles usam uma linguagem forte para enfatizar as divergências do crânio, enquanto subestimam as similaridades com a anatomia humana. Eles então partem para declarar que as divergências se encaixam “sutilmente” com a imagem de um típico alien cinzento. (Veja a alegada reconstrução forense do crânio reproduzido no início. Seria curioso descobrir como eles sabem que os olhos eram completamente negros.)

Finalmente os confiantes autores predizem que a “Criança das Estrelas” ou é um alien cinza, um híbrido alien-humano, ou “a mais bizarra deformidade humana desde o Homem Elefante”. Aqui eles estão prematuramente limitando o número de hipóteses potenciais a duas hipóteses desejadas e uma caricaturização tendenciosa. Eles estão tentando estabelecer por uso de linguagem forte que se a criança for o resultado de uma malformação, é uma unicamente extrema e bizarra. Esta é uma tentativa clara de fazer esta hipótese não desejada parecer menos provável.

Agora que eles definiram a pergunta de uma forma limitada que lhes é conveniente, eles continuam a descartar a indesejada hipótese alternativa. Eles discutem as causas da deformidade, separando-as em duas categorias, infligidas e naturais. Eles discutem então, corretamente, que a natureza das deformidades não corresponde a qualquer prática conhecida de deformidade infligida, como bandagens na cabeça. Eles erram quando descartam uma possível deformidade natural.

Eles discutem que a criança não pode ter uma malformação genética (herdada) por causa da simetria do crânio e da falta de fusão prematura das suturas cranianas. Porém, eles descartam todas desordens genéticas nesta base, quando na verdade há algumas desordens sem assimetria nem fechamento prematuro das suturas cranianas. Eles discutem então que a criança não pode ter sofrido uma malformação congênita (presente no nascimento, mas não necessariamente herdada) porque a deformação é muito grande para que a criança sobrevivesse. Argumentam que malformação congênita em três áreas do crânio principais geralmente produz um feto inviável, enquanto a “Criança das Estrelas” exibe malformações em oito regiões do crânio e sobreviveu durante pelo menos alguns anos (métodos de cálculo de idade estimam que a criança tinha aproximadamente cinco anos quando morreu). Porém, eles ignoram a possibilidade da que a criança tenha sofrido uma desordem capaz de produzir vasta deformidade ao longo do crânio, sem causar morte imediata.

Pye e Bean alegam que consultaram 50 peritos (que eles mantêm em sigilo) e nenhum dos peritos pôde explicar adequadamente a aparência da “Criança das Estrelas” com base em deformidade natural. Eles declaram que “nas mãos de cientistas dedicados a enfiar peças quadradas nos buracos redondos do pensamento convencional, a patologia pode explicar virtualmente qualquer desvio”. Dado o preconceito claro e profundo dos autores, porém, não é surpreendente que eles tenham chegado a esta conclusão. Eles também demonstram a característica pseudocientífica de descartar a ciência como mera protetora do status quo. O que eles não fornecem é uma análise detalhada de qualquer deformidade particular oferecida pelos peritos e por que a deformidade proposta não se ajustaria ao crânio “Criança das Estrelas”.

Os autores nunca consideram diretamente a hidrocefalia congênita como uma possível explicação, embora eles a descartem junto com uma lista longa de deformidades naturais. Hidrocefalia quer dizer literalmente “água no cérebro” e resulta de um bloqueio no fluxo normal de fluido cérebro-espinhal (FCE) de onde ele é produzido dentro do cérebro ao espaço que cerca o cérebro e a coluna espinhal onde é reabsorvido. Como resultado do bloqueio, o fluido se acumula dentro do cérebro, empurrando para fora o cérebro e o crânio. Uma vez que em crianças pequenas os ossos do crânio ainda não se fundiram, o crânio fica livre para aumentar e acomodar este acúmulo de fluido.

Se uma criança sofrer de hidrocefalia sem tratamento até a idade de quatro ou cinco anos, seu crânio exibiria distorções em quase todas características. Todos ossos, proeminências, buracos, e suturas estariam presentes, como elas estão no crânio “Criança das Estrelas”, mas estariam deformados e deslocados. Isto é exatamente o que nós encontramos no crânio “Criança das Estrelas”. A hidrocefalia se acumula com o passar do tempo, assim uma criança com esta desordem pode sobreviver vários anos, e sem tratamento (hoje a hidrocefalia é tratável com uma cirurgia para drenar o fluido) provavelmente morreria com alguns anos de idade. A grande cabeça bulbosa resultante seria vagamente semelhante à imagem típica de um alien cinza.

Pye e Bean virtualmente ignoram esta explicação mundana, e a descartam com bases insatisfatórias. Eles também se estendem longamente para interpretar o crânio de acordo com sua hipótese claramente preferida. Eles assim demonstram a característica central da pseudociência.

E quanto à previsão confiante de que o teste de DNA provaria que a criança era alien? Bem, uma amostra de DNA foi tirada do crânio e sujeita a análises de DNA desenhadas para descobrir seqüências de DNA únicas aos humanos (executadas pelo Dr. David Sweet, Diretor da Agência de Odontologia Legal da Universidade de British Columbia). O DNA do crânio “Criança das Estrelas” foi descoberto como possuidor tanto de um cromossomo X quanto um Y. Isto é evidência conclusiva de que a criança não só era humana (e um menino), mas que ambos os pais deveriam ter sido humanos também, já que cada um deve ter contribuído com um dos cromossomos sexuais humanos presentes.
Frente a tal evidência, seria razoável esperar que se Pye e Bean fossem cientistas genuínos eles abandonariam sua hipótese alienígena. Porém, o website deles continua a apoiar uma explicação alien à “Criança das Estrelas”, e isto é o que eles têm a dizer sobre a evidência de DNA:

Outro conceito avançado que deve ser considerado é a suposição razoável que um híbrido alien-humano poderia ter tanto DNA humano quanto instruções genéticas aliens embutidas em sua formação, com ambos os conjuntos de instruções ativos, complementares e cooperativos. Além disso, ambos poderiam ser construídos de modos completamente diferentes, com o DNA sendo a base da estrutura genética humana e ??? (base de silício, nanotecnologia, etc.) sendo a base da estrutura alien. Indo um passo adiante, tanto DNA quanto ??? poderiam estar presentes como conjuntos completos — a totalidade do DNA humano e a totalidade do código genético alien, qualquer que seja — e ambos os conjuntos estariam disponíveis para referência ou reparo.

Pye e Bean executaram a clássica manobra pseudocientífica de recuar frente a evidência contrária e partir para uma versão mais estranha e bizarra de sua hipótese desejada. Se um conjunto completo de DNA humano estiver presente, então todos os testes para humanidade serão positivos. O desconhecido componente alien provavelmente nunca será detectável. Pye e Bean agora se isolaram de qualquer chance de abandonar a hipótese desejada.

Dada a tendência dos pseudocientistas de abraçar a cultura do estranho, e rejeitar padrões científicos, eu não fui pego de surpresa ao descobrir que tanto Pye quanto Bean já defenderam outras idéias pseudocientíficas. Pye, por exemplo, publicou um livro intitulado “Tudo o que você sabe está errado, Parte 1: Origens Humanas” (Everything You Know is Wrong, Part I: Human Origins) no qual ele diz explicar por que nós só usamos 10% de nosso cérebro, por que a evolução Darwiniana está errada, por que não há nenhum antepassado fóssil humano, provas do Pé Grande e o Yeti, e como os antigos Sumérios aprenderam tudo você sempre quis saber sobre origens humanas de aliens espaciais. (Pye, 1999) Pye promete “evidência forte e baseada em fatos” para apoiar suas alegações.

Nós provavelmente nunca saberemos toda a história sobre a “Criança das Estrelas”, mas o que está claro é que aliens não precisam ser invocados. A criança muito provavelmente sofreu de hidrocefalia não tratada, uma explicação mundana e simples para as anomalias vistas no crânio. Testes de DNA confirmam, sem surpresa, a ascendência humana da criança. Entretanto, é provável que os verdadeiros crentes agarrem-se tenazmente a suas hipóteses preferidas, e continuem a espalhar historinhas sobre um programa de procriação alien-humano. A ciência progride, enquanto a pseudociência permanece estagnada em desejadas crenças predeterminadas.

***

Referências
The Starchild Project data site – Em inglês
Lloyd Pye website – Em inglês
Forbes CD, Jackson WF. A Colour Atlas and Text of Clinical Medicine. Wolfe Publishing, 1993

http://www.ceticismoaberto.com/ufologia/2159/o-projeto-starchild-a-criana-das-estrelas

imagens:
http://www.nationalufocenter.com/artman/uploads/35starchild_001.jpg
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLaJq6t8u-pIA1j9IdRg7RfS_VL2Ocx6d9bNDWk_H3fGIm6WmxiSs3jviP_C16sGpg-dw2livJMliJXa5nMJjDgV-pfxFR8weMoe3r6WUjrfzAj_4NF8wDA5VQ9UbK3hLnKj2xpZaYVgw/s400/starchild.jpg

sábado, 19 de setembro de 2009

A Experiência de Filadélfia. A Palestra de Al Bielek (1)


"O Universo não é apenas mais estranho do que imaginamos, ele é mais estranho do que nós podemos imaginar."

EXPERIMENTO FILADÉLFIA


A Palestra de Al Bielek na Conferência da MUFON, em 13 de janeiro de 1990

INTRODUÇÃO:

Transcrito em 12 de outubro de 1991 por Clay Tippen, 7809 Cypress St. West Monroe, L.A 71291-8282. A advertência a seguir foi feita por Rick Andersen. Nota do tradutor: Todas notas entre "[ ]" são do tradutor.

"Este documento pode ser publicado livremente*. Serve ao propósito daquelas partes interessadas em aumentar a sua informação sobre o Experimento Filadélfia. Por favor, sinta-se à vontade para levar este documento para qualquer BBS [ou site] que desejar. Mas por favor, não o aumente ou diminua. No momento, ele não tem nenhuma alteração.

Este documento foi transcrito de um fita de vídeo. Recebi o tape por volta de maio ou junho de 1990. Depois de assisti-lo e revisá-lo cerca de uma dúzia de vezes, mostrei-o a alguns amigos, e como eu, eles ficaram espantados. Alguns acreditaram nele, e outros não. Agora, vocês poderão tomar a sua própria decisão. Alfred Bielek é um dos sobreviventes do Experimento Filadélfia.

Vários dos nomes e lugares que o senhor Bielek menciona, não puderam ser entendidos corretamente, devido aos níveis de áudio, e por terem sido apenas murmurados. Claro, havia muitos lugares e coisas que eu nunca tinha ouvido falar, e não tinha a menor idéia de como eram soletrados. Tentei pesquisar alguns deles para ter certeza que estava tudo correto. Igualmente, algumas das palavras soam um pouco estranhas, em um inglês pouco apropriado, com palavras e sentenças duplas [este documento está exatamente como foi deixado por Rick Andersen, em outubro de 92].

Esta conferência foi realizada na Mufon Metroplex em Dallas, Texas, em uma reunião sobre UFOs. A data desta conferência foi 13 de janeiro de 1990. O nome do locutor é Alfred Bielek, e isto é como ele explica a começo e o assim chamado término do experimento".

Anfitriã:

Alfred Bielek é nosso locutor esta noite, e eu o ouvi na conferência sobre UFOs em Phoenix, em setembro, e penso que todos concordam que ele foi o mais interessante de todos os locutores, ao menos no material subjetivo. Então, que eu saiba, não há muitos por aí que tenham estado envolvidos no Experimento Filadélfia e que ainda possam contar sobre esta experiência. Ele está. Então, acho que este é realmente um excitante programa.

Agora, há muitas conexões sobre UFOs em um sentido que, bem ... vou deixá-lo contar-lhes um pouco sobre isso, mas um dos projetos no qual ele estava trabalhando ainda é altamente classificado, envolve os UFOs, e ele realmente não pode falar muito sobre isto; esta noite, ele poderá somente tocar brevemente no assunto. Mas eu penso que é realmente interessante que há tantos segredos governamentais sobre isto quanto há sobre UFOs, e o governo sempre nega que isto tenha acontecido.

Então, quanto a esta relação, eu penso que isto é realmente interessante, e isto certamente tem uma conexão com as coisas que discutimos aqui em nosso grupo. Então, com tudo isso, apresento Alfred Bielek.

O Experimento Filadélfia

Como foi anunciado, meu nome é Alfred Bielek, eu sou um sobrevivente do Experimento Filadélfia. Antes de começar, vou perguntar: quanto às pessoas que estão aqui, quantos de vocês sabem sobre o que era, realmente, o assim chamado Experimento Filadélfia?

Eu não vejo muitas mãos se levantando. Então, provavelmente a segunda pergunta é um pouco supérflua. Quantos de vocês tem qualquer idéia sobre se este experimento começou nos anos da guerra? É isto, Segunda guerra Mundial, eu diria 41 ou 42. Quantos de vocês pensam que isto começou aí? Muitos poucos se informaram sobre isto.... Umas poucas mãos se levantaram. Ou quem pensa que isto começou mais cedo? Bem, aqueles que disseram mais cedo estão corretos.

Isto teve a sua gênese em 1931-1932, em uma estranha e pequena cidade onde ventava muito, chamada Chicago, em Illinois. Por esta época, pelos anos vinte e trinta, houve muita especulação na literatura popular, ou seja, na literatura popular do tipo "Popular Science", "Popular Mechanics", "Science Illustrated", sobre assuntos como invisibilidade, tentativas de fazer um objeto ou uma pessoa desaparecer, e até em teletransporte. Eu penso nas pessoas daquela época, escrevendo e achando que talvez estivessem perto disso, em termos de realização científica, mas havia muita especulação, e muito pouco, se havia, sendo feito neste sentido. Por volta de 1931, algumas pessoas decidiram que era tempo de fazer alguma coisa a este respeito, e foram todos à Universidade de Chicago. Os três principais envolvidos eram o dr. Nikola Tesla, o dr. John Hutchinson, deão da Universidade de Chicago, mais tarde chanceler, e o dr. Kirtenauer, que era um físico austríaco, que tinha vindo da Áustria e estava no corpo docente da Universidade de Chicago. Eles fizeram uma pequena pesquisa.... um estudo de plausibilidade, tipo coisa daquela época, que não realizou muito, naquele momento em particular, naquele período. Um pouco mais tarde, o projeto inteiro foi levado para o Instituto de Estudos Avançados de Princeton.

O Instituto de Estudos Avançados era uma organização interessante. Não era parte do sistema da universidade, nem era parte de Princeton. Ficava em sua área, mas era uma entidade independente. Foi fundado em 1933, sob os auspícios de quem, ou para qual propósito, não poderia realmente dizer, outros do que alguém poderia desejar, um instituto para estudos muito adiantados, pesquisa pós-doutoral e este tipo de coisas. Entre as primeiras pessoas que vieram se juntar estava uma pessoa bastante interessante e bem conhecida, Albert Einstein. Não entrarei em detalhes sobre ele, porque sua história é bem conhecida, mas ele uniu-se à equipe em 1933. Ele era, claro, de Bonn, Alemanha, e depois de deixar este país em 1930 (alguns dos biógrafos dizem que ele saiu em 1933, mas foi em 1930), ele veio para os Estados Unidos, e foi para Pasadena, Califórnia. Ele estava ensinando em Cal-Tech.

http://br.geocities.com/umanovaera/conspiracoes/Experimento_Filadelfia.htm
Imagem: http://www.dvdpt.com/a/a_experiencia_de_filadelfia.php

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Hermann Minkowski


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nascimento 22 de junho de 1864, Kaunas
Falecimento 12 de janeiro de 1909, Göttingen
Residência Alemanha. Nacionalidade Alemã
Campo(s) Matemática
Tese 1885: Untersuchungen über quadratische Formen. Bestimmung der Anzahl verschiedener Formen, welche ein gegebenes Genus enthält
Orientador(es) Carl Louis Ferdinand von Lindemann
Orientado(s) Constantin Carathéodory, Paul Wernicke, Louis Kollros, Elijah Swift, Dénes König, Theodor Laumann, Albert Wink
Conhecido(a) por Espaço de Minkowski, Desigualdade de Minkowski


Hermann Minkowski (Kaunas, 22 de junho de 1864 — Göttingen, 12 de janeiro de 1909) foi um matemático que desenvolveu a teoria geométrica dos números e que usou métodos geométricos para resolver complexos problemas na teoria dos números, física matemática e a teoria da relatividade.

Hermann Minkowski nasceu em Aleksotas (um subúrbio de Kaunas, Lituânia) de uma família de descendência alemã, polonesa e judia. Foi educado na Alemanha nas Universidades de Berlim e Königsberg, onde obteve seu doutorado em 1885 sob a orientação de Ferdinand von Lindemann. Enquanto estudante em Königsberg, em 1883 ganhou o Prêmio de matemática da Academia Francesa de Ciências por seus manuscritos sobre a teoria das formas quadráticas. Minkowski lecionou nas Universidades de Bonn, Göttingen, Königsberg e Zurique. Ensinou matemática a Einstein na politécnica de Zurique.

O asteróide 12493 Minkowski recebe este nome em sua homenagem.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Z, A Cidade Perdida: A Obsessão Mortal do Coronel Fawcett


Descrição:

David Grann, prestigiado repórter da New Yorker, investiga "o maior mistério envolvendo as explorações do século XX": o desaparecimento do explorador britânico Percy Fawcett na selva amazônica nos anos 1920, durante viagem em busca da mítica cidade de Eldorado
Um grande mistério que se mantém há séculos. Um fato que produziu manchetes ao redor do mundo. Uma busca que leva à morte, à loucura ou ao desaparecimento dos que procuram pela verdade. Z, A Cidade Perdida é uma empolgante narrativa sobre o que existe abaixo da impenetrável copa das árvores da Amazônia.

Em 1925, o explorador britânico Percy Fawcett embrenhou-se na Amazônia para encontrar uma antiga civilização, prometendo fazer uma das mais importantes descobertas arqueológicas da história. Durante séculos os europeus acreditaram que a maior floresta do mundo escondia o reino de Eldorado. Milhares morreram nessa procura. Com o tempo, muitos cientistas passaram a considerar a Amazônia uma armadilha mortal que jamais poderia abrigar uma sociedade complexa. Mas Fawcett passou anos elaborando sua tese científica e embarcou nessa aventura com o filho de 21 anos, determinado a provar que essa antiga civilização - que ele chamou de "Z" - existia. Mas Fawcett e sua expedição desapareceram para sempre.

O destino de Fawcett - e as tantalizantes pistas que deixou a respeito de "Z" - tornou-se uma obsessão para centenas de viajantes que o seguiram pela selva impenetrável. Durante décadas, cientistas e aventureiros procuraram por vestígios da expedição de Fawcett e da cidade perdida de Z. Muitos pereceram, enlouquecidos ou capturados por tribos hostis. Assim como as gerações que o precederam, David Grann acabou atraído pelo "inferno verde" da floresta. Sua busca pela verdade e suas revelações sobre o destino de Z compõem o cerne dessa envolvente aventura.
Transformado em filme numa produção da Paramount Pictures, Z, a cidade perdida tem estreia prevista para este ano nos Estados Unidos, com direção de James Gray (Fuga para Odessa, Os Donos da Noite) e Brad Pitt no papel principal.

"Uma história verdadeira e muito bem pesquisada sobre um intrépido aventureiro, com personagens incríveis levados por uma obsessão que fascina tanto o personagem como o autor." - Walter Isaacson, autor de Einstein: Sua Vida, Seu Universo
Tradução: Claudio Carina

Editora: Companhia das Letras
ISBN: 9788535915150
Origem: Nacional
Ano: 2009
Edição: 1
Número de páginas: 408
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
http://www.planetanews.com/produto/L/636748/z--a-cidade-perdida--a-obsessao-mortal-do-coronel-fawcett-e-.html

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Triângulo das Bermudas. OVNIs


De qualquer maneira, seja triângulo, elipse ou qualquer outra forma geométrica, a maioria dos desaparecimentos de aviões e barcos aconteceu e ainda acontece dentro do "Triângulo das Bermudas". Dentro dessa extensa zona, em que as profundezas do oceano Atlântico superaram os seis mil metros, é onde, como se disse antes, se localizou o maior número de desaparições inexplicáveis de barcos e aviões. Sobre este particular, vejamos o que diz um conhecido especialista em OVNIs, o espanhol Antonio Rivera, em um artigo publicado pela revista "Cíclope", editada na Espanha:

"Mas, existe uma zona do Globo onde os desaparecimentos, não só de aviões, mas também de barcos, tornaram-se tão freqüentes que só a sua menção basta para provocar um estremecimento nos marinheiros mais curtidos. Tudo começou com o petroleiro "Marine Sulphur Queen", desaparecido em 03/02/1963; dois quadrimotores modelo KC-135, desaparecidos com boas condições de tempo a 28/08/1963; o pesqueiro "Sno’Boy", desaparecido em 01/07/1963 sem deixar rastro; um avião petroleiro militar tipo KB-50, sumido a 08/01/1962.

"Parece que o ‘Projeto Magnet’, da Marinha americana, detectou, mediante seus aviões equipados com magnetômetros ultra-sensíveis, a existência de forças magnéticas peculiares procedentes de cima na zona de Key West, no Caribe. Este projeto é secreto e, segundo a NICAP, tem nessa zona uma relação direta com os OVNIs.

"Houve outros casos estranhos, que ocorreram entre 1947 e 1949. Em 1947, uma superfortaleza voadora norte-americana desapareceu estranhamente a 100 milhas das Bermudas. A busca intensa realizada por um grande número de barcos e aviões não conseguiu resolver o mistério, que a Aeronáutica americana tratou de explicar, atribuindo-o a uma tremenda corrente de ar ascendente que desintegrou o enorme bombardeiro. Uma explicação parecida recebeu a desaparição, em março de 1950, do Globemaster norte-americano que cruzava o Atlântico rumo à Irlanda.

"Em 30/10/1954 um avião da Marinha americana com 42 pessoas a bordo e carregado com equipamentos militares, desapareceu entre Maryland e os Açores. A operação de busca envolveu 300 aviões e várias dezenas de navios. Nunca acharam nada daquele avião.

"A 30/01/1948, um avião de passageiros Tudor, da British South America Airways, sumiu quando voava a umas 400 milhas das Bermudas. O aparelho levava uma tripulação de 6 homens e 25 passageiros. O tribunal pelo qual se realizou a investigação sobre as prováveis causas do acidente só pôde dizer que "estas deveriam ser externas". Quase um ano depois desse incidente, um outro avião Tudor, da mesma empresa com 13 passageiros e uma tripulação de sete homens desapareceu nas Bermudas quando se dirigia para a Jamaica. Apesar dos esforços de busca, não se conseguiu resolver o mistério. Não encontraram nenhum resto flutuante, mas aconteceu algo estranho: durante a primeira noite de busca do Tudor, dois aviões (um britânico e o outro americano) comunicaram independentemente um do outro terem visto uma estranha luz no oceano, na zona onde desapareceu o primeiro dos aviões Tudor.

"Na noite de 09/02/1913 viu-se uma "procissão celeste de estranhas luzes" no Canadá, nos Estados Unidos, no mar e sobre as Bermudas. Segundo relatou uma testemunha do acontecimento, "parecia um trem expresso iluminado à noite".

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domingo, 13 de setembro de 2009

Como 11 de Setembro mudou a história do mundo. Até agora.


Cada um de nós deve lembrar onde estavamos e o que estávamos a fazer no dia 11 de setembro de 2001. Foi um dia marcante para o mundo inteiro e que mudou significamente o mundo e a sociedade em que vivemos após este fatídico dia.

Algumas pessoas preferem esquecer e deixar de perguntar as questoes que até hoje perduram a respeito deste trágico ataque. A mídia ataca, marginalizando todo e qualquer cidadao que ouse questionar o governo a respeito das múltiplas questões suspeitíssimas que cercam o 11 de Setembro.

Bem, Charlie Sheen não é um deles. Sim, o ator de Apocalypse Now, Young Guns, Scary Movie e muitos outros filmes, veio a público mais uma vez, desta vez muito bem preparado e provido de documentos e apoiado por centenas de cientistas, arquitetos, engenheiros, ex-oficiais do governo Bush, ex-oficiais da CIA e FBI e do exército americano.

Na terça-feira, Sheen publicou um peça de ficção de um encontro com o presidente americano no qual Obama foi confrontado sobre o que Sheen diz ser um acobertamento acerca dos evento de 11 de setembro. Em sua carta, Sheen solicita um encontro real com Barack Obama.

http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/20-minutos-com-o-presidente.html

Agora Sheen levou seu desafio um passo adiante ao aparecer em um vídeo no youtube que pede para Obama ficar "do lado correto da história", re-abrindo a investigação dos eventos de 11 de setembro, enquanto salienta que a maioria da comissão de investigação publicamente rejeitou a versão oficial do governo, com o ex-senador e membro da comissão Max Cleland que rotulou a resposta do governo às questões da comissão como "repugnante" e "cambalacho". O vídeo-clipe, com legendas em português, segue abaixo:

http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/video-no-youtube-charlie-sheen-exige.html

A imprensa brasileira, que não tem interesse que este escândalo venha a público, e quase nada noticiou até então sobre isto. Faca sua parte e divulgue a carta e este vídeo, está mais do que na hora desta farsa ser esclarecida e os reais culpados condenados.

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Thursday, 10 September 2009
Video no Youtube: Charlie Sheen Exige Reabertura da Investigação dos Ataques de 11 de Setembro
Tradução: Blog Nova Ordem Mundial

O ator Charlie Sheen deu seguimento a sua carta "20 minutos com o Presidente" ao se dirigir diretamente ao presidente Obama em um vídeo-clipe no You Tube, para pedir que ele use de seu poder executivo para reabrir o inquérito sobre os eventos de 11 de setembro e suas consequências.

Na terça-feira, Sheen publicou um peça de ficção de um encontro com o presidente americano no qual Obama foi confrontado sobre o que Sheen diz ser um acobertamento acerca dos evento de 11 de setembro. Em sua carta, Sheen solicita um encontro real com Barack Obama.

Agora Sheen levou seu desafio um passo adiante ao aparecer em um vídeo no youtube que pede para Obama ficar "do lado correto da história", re-abrindo a investigação dos eventos de 11 de setembro, enquanto salienta que a maioria da comissão de investigação publicamente rejeitou a versão oficial do governo, com o ex-senador e membro da comissão Max Cleland que rotulou a resposta do governo às questões da comissão como "repugnante" e "cambalacho". O vídeo-clipe, o qual eu traduzi para português, segue abaixo.

Faça a sua parte, envie este vídeo para todas as pessoas que você conhece, não deixe a verdade morrer pelos interesses destes que impõem sua política de violência e intimidação pelo mundo inteiro. Agora é a hora das pessoas do mundo inteiro se unirem contra a elite militar e financeira do império anglo-americano. Trazer a verdade acerca dos fatos de 11 de setembro é apenas o começo!!

Nota: Youtube parece estar segurando o contador, que esta parado em 315, embora tenhamos mais de 3000 visualizações desta página sozinha. Deixe seu comentário no youtube para aumentar a proeminência do vídeo nos canais do youtube.

http://www.anovaordemmundial.com/search?q=

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Triângulo das Bermudas e os discos voadores


Faz décadas que os chamados discos voadores são responsabilizados pelo desaparecimento de aviões e barcos no lugar antigamente chamado "Triângulo do Diabo", "Triângulo Maldito", "Triângulo da Morte", "Mar dos Barcos Perdidos" ou "Cemitério de Barcos" e, atualmente, "Triângulo das Bermudas". Os OVNIs têm sido freqüentemente relacionados coma água. No mundo todo, muita gente garante ter visto "luzes submarinas" debaixo de navios, sem qualquer possibilidade de tratar-se de submarinos. Eles foram vistos pousados sobre a superfície de lagos, rios, do mar. Curiosamente, existe uma ilha, Porto Rico, que tem recebido inúmeras aparições de OVNIs. Por estar situada na misteriosa região, nosso interesse aumenta muito. O nome "Triângulo das Bermudas", que acabou se popularizando, se deve a um fato que ocorreu em 05/12/1947, quando houve o desaparecimento até hoje inexplicado de seis aviões navais da Marinha de Guerra dos Estados Unidos..

Cerca de uma hora depois da partida do avião, a torre de controle da base de Fort Lauderdale recebeu um estranho comunicado do comandante da esquadrilha: "Chamando a torre...circunstâncias críticas...parece que estamos fora da rota...não conseguimos avistar a terra...não estamos seguros de nossa posição... até o mar não é como deveria ser". Passado um tempo, a torre de controle não conseguiu mais falar com nenhum dos aviões, por razões até hoje não esclarecidas. A última mensagem recebida do comandante daquela esquadrilha dava conta de ventos fortes na rota dos aviões. Há quem diga que ele teria dito "Estamos entrando na ‘água branca’...estamos perdidos...não me sigam!" Mas essas mensagens não foram confirmadas. Nunca foram encontrados destroços ou os restos dos tripulantes.

Desde então, misteriosas desaparições que ocorreram nesse triângulo mortal custaram mais de 1000 vidas e nenhum corpo foi recuperado, como também não foram achados destroços dos aviões ou barcos desaparecidos na região. A causa desconhecida que fez seis aparelhos da Força Aérea americana desaparecer devia ser a mesma que vinha dando sumiço a dezenas de embarcações na mesma área.

Mas serão os mistérios do "triângulo" insolúveis mesmo? Há quem pense que o mistério daquela região não seja um mistério: que todas as desaparições possam ser explicadas racionalmente e que tudo seria "coincidência". No caso da esquadrilha de aviões desaparecida, muitos crêem que tudo não passou de uma sucessão de vários erros dos tripulantes, da base e de coincidências desastrosas na área, como os ventos mencionados pelo comandante. Os defensores do "mistério" contra-atacam, perguntando: "Como foi que não se achou um só fragmento, apesar da enorme busca? E os outros navios e aviões que se perderam nas redondezas?"

No Século 19 Em 25/02/1855, um navio de três mastros foi avistado por outro navegando à deriva, sem qualquer vestígio de sua tripulação. O carregamento estava intacto e os salva-vidas em seus lugares. Anos depois, em fevereiro de 1880, o navio-escola inglês "Atlanta", com 280 homens à bordo, viaja pela região rumo à Inglaterra. Sumiu no meio do caminho e seus destroços nunca foram achados.

Num dia não determinado de 1881, nas proximidades dos Açores, um navio americano chocou-se contra uma barcaça abandonada, em bom estado. Nenhum sinal de vida foi achado a bordo dela. Alguns marinheiros americanos foram designados para controlar a barcaça vazia, mas uma tempestade impediu que as embarcações navegassem lado a lado todo o tempo. A barcaça foi achada algum tempo depois e, misteriosamente, os marinheiros americanos também tinham desaparecido!

Região Famosa O nome "Triângulo das Bermudas" se popularizou com o escritor Charles Gaddis, que divulgou a história em seu livro "Horizontes Invisíveis" (1965 ), além da publicação do artigo "O Mortal Triângulo das Bermudas" pela revista "Flying Saucer Review" , especializada em OVNIs. E ainda que todos os autores de livros e articulistas que mencionam o assunto coincidam ao dizer que os limites da "zona misteriosa", ao serem traçados sobre uma carta marinha, formam um triângulo com as pontas em Miami, as Bermudas e Porto Rico, as estatísticas das desaparições mostram que, mais que um triângulo, a zona perigosa forma uma elipse.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Índia antiga. Química e Física


O conhecimento de química na Índia surgiu em primeiro lugar com referência a assuntos puramente práticos. A cerâmica era produzida e aquecida e os pigmentos, preparados, mas o mais significativo desses usos primitivos da química foi na fusão do ferro, que provavelmente começou na Índia entre 1050 e 950 a.C. Um milênio e meio depois, os fundidores hindus eram capazes de fundir alguns pilares de ferro que se tomaram famosos. Um deles, ainda em Deli, tem uma altura de mais de 7 metros, com outro meio metro abaixo do solo e um diâmetro que varia de 40 centímetros a mais de 30; pesa mais de 6 toneladas, é feito de ferro forjado e sua fundição teria sido considerada impossível, naquele tamanho, na Europa, até época relativamente recente. Mas a coisa mais notável, talvez, nesse e em outros pilares de sua espécie, é a ausência de deterioração ou de qualquer sinal de ferrugem. O motivo, não se sabe ao certo até hoje, embora pareça que isso se deva à formação de uma camada de óxido magnético de ferro na superfície, resultante do tratamento original da superfície.

Nada, até agora, indica que houve qualquer tentativa de pesquisa química; para a fusão do ferro, a cerâmica, a tinturaria, a fabricação de vidro, a manufatura de pigmentos e todos os outros usos práticos do conhecimento químico, não havia qualquer teoria subjacente, qualquer tentativa de pesquisar a natureza do processo. O interesse centralizava-se no produto e apenas no produto. As coisas pareceram mudar, contudo, no século VII d.C., quando os budistas tântricos estavam encontrando apoio em todos os níveis da sociedade, pois foi nessa época que a alquimia entrou em cena; isso ocorreu muito tarde, em comparação com outras civilizações, e foi claramente uma importação de outra civilização. Entretanto, as mentes hindus e budistas deram sua própria contribuição à alquimia, e o assunto teve rápido crescimento, concentrando-se, por um lado, no simbolismo macho-fêmea e, por outro, na importância do mercúrio. A busca de um elixir da imortalidade não parece ter atraído os alquimistas indianos, como ocorreu com os taoístas chineses, embora essas idéias tenham surgido realmente na medicina indiana; mas um esforço considerável foi realizado na preparação de substâncias que aliviassem as moléstias que afligiam a humanidade.

É interessante notar que, embora os minerais fossem amplamente usados na alquimia, seu em- prego nas preparações medicinais tinha sempre - assim pensavam os hindus - que ser temperado com ingredientes herbáceos, que "digeririam" o mineral. O progresso da alquimia foi acompanhado pela criação de laboratórios com suas fornalhas, retortas e, acima de tudo, seus alambiques para a extração de essências, e talvez seja significativo o fato de que os alquimistas indianos pareçam ter adotado o alambique da Ásia Oriental em vez do tipo alexandrino. Isso talvez seja uma evidência das origens da alquimia indiana - houve contato entre a Índia e a China, por meio das instituições do budismo, desde o século I d.C.

Do século IV d.C. até cerca do século XI, a ciência indiana fez seu maior progresso, e foi na última parte desse período que idéias jainistas e budistas estimularam o que era um novo conceito na ciência indiana - uma teoria atômica. Uma teoria de quatro elementos, associada a uma quinta essência celeste, foi adotada por longo tempo - era uma importação da Grécia -, mas agora a formação dos corpos a serem encontrados no mundo natural era descrita em um contexto atômico. A teoria atômica indiana postulava que cada um dos quatro elementos tinha sua própria classe de átomos, sendo todos indivisíveis e indestrutíveis.

Átomos diferentes não podiam entrar na combinação, mas átomos semelhantes, sim, contanto que estivessem na presença de um terceiro. Dois átomos podiam causar um "efeito" (um dyad), enquanto três desses efeitos podiam produzir um efeito de outra natureza (um triad). Assim, a causa produzia um efeito, mas era imediatamente absorvida pelo efeito que fizera surgir, o qual, por sua vez, assumia a função de causa, e assim a seqüência continuava. O modo pelo qual os primeiros efeitos (dyads) eram arrumados em um triad dava origem, como se pensava, às diferentes qualidades de uma substância.

No Ocidente, ao que sabemos, uma teoria atômica foi proposta por Demócrito e Leucipo, e apresentada, com grande discernimento, por Lucrécio, mas a teoria indiana, com seus dyads e triads, era não só mais complexa, mas também mais sutil. Com sua descrição de efeitos e causas, era ímpar entre as idéias atômicas primitivas, e atraiu pensadores e homens de ciência indianos até o século XVIII.

Outro aspecto da física indiana que deve ser mencionado é a teoria do ímpeto, proposta para justificar o movimento contínuo de um corpo. Esse foi um dos problemas que os gregos não conseguiram resolver com o habitual sucesso. Devido ao seu conceito de movimento natural e violento, Aristóteles foi forçado a considerar a pressão do ar como o meio pelo qual o movimento de um corpo continuava, uma vez que tivesse recebido um impulso inicial. O que o ponto de vista indiano sugeria era que, quando um corpo experimenta pela primeira vez a força que o põe em movimento, a própria aplicação dessa força comunica uma qualidade, vega ou ímpeto, que faz com que o corpo continue a se mover da mesma maneira. Quando o corpo encontra um obstáculo, pára ou continua a se mover, embora mais devagar; a redução da velocidade depende da neutralização do ímpeto pelo obstáculo: a completa neutralização resulta, naturalmente, numa parada.

Essa doutrina do ímpeto foi uma notável contribuição aos pensamentos e explicações a respeito do movimento dos corpos. No Ocidente, a doutrina aristotélica, apesar de todas as suas falhas, foi mantida até o século XIV d.C., embora, é verdade, tenham surgido uns poucos espíritos pioneiros que ousaram questioná-la. No século XIV, desenvolveu-se uma teoria do ímpeto, mas sua dívida para com a teoria indiana não está bem esclarecida. O que está claro, porém, é que aquilo que os indianos propuseram foi um antecessor do que mais tarde foi desenvolvido matematicamente no Ocidente durante, a Revolução Científica.

in Ronan, C. História Ilustrada da Ciência de Cambridge. Rio de janeiro: Zahar, 1986.
http://indologia.blogspot.com/2008/04/qumica-e-fsica.html

Imagem: http://www.ceticismoaberto.com/referencias/pilarferro.htm

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Jovens planejaram "massacre de Columbine" britânico



REUTERS JB ONLINE

LONDRES - Dois jovens planejaram um ataque armado na escola em que estudavam no norte da Inglaterra, em uma imitação do massacre da escola Columbine, em 1999, nos Estados Unidos, disse um promotor nesta quarta-feira.

Matthey Swift, agora com 18 anos, e seu amigo, Ross McKnight, de 16 anos, planejaram detonar uma bomba em um shopping center e matar alunos e professores na escola Aundenshaw, de acordo com as informações que chegaram ao júri do caso.

O promotor Peter Wright disse à corte de Manchester que Swift e McKnight planejaram o ataque, fantasiaram sobre as mortes e concordaram em ir adiante com os planos, informou a Press Association.

Ambos os réus se declararam inocentes para os crimes de conspiração para assassinato e conspiração para causar explosões, entre 11 de novembro de 2007 e março deste ano.

- Eles definiram o planejamento para detonar uma bomba, alguma forma de um explosivo improvisado, em um shopping center em North Manchester, conhecido como Crown Point North - afirmou Wright.

Segundo ele, os jovens pretendiam, em seguida, entrar na escola "e embarcar numa onda de mortes na qual seriam assassinados professores e alunos antes de se matarem".

Swift era um ex-aluno, enquanto McKnight ainda estudava na escola.

Wright disse que os jovens estavam obcecados com o massacre da escola Columbine, em 1999, em Colorado. Neste ataque, dois jovens estudantes mataram 12 alunos e um professor antes de se matarem. Outras 21 pessoas ficaram feridas.

15:35 - 02/09/2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Combustão humana espontânea







A morte de Krook, no romance "A Casa Desolada" ( Bleak House) de Charles Dickens, um dos primeiros a descrever o fenômeno no século XIX

Incêndios estarrecedores que intrigam bombeiros, investigadores, e peritos, corpos incinerados a mais de 1300° Celsius e reduzidos a uma pilha de cinzas sem sinal de material ígneo.

Esses são os fatos da pirocinesia, ou combustão espontânea, um dos fenômenos mais desconcertantes de natureza paranormal. Com violência e uma velocidade espantosa, chamas intensas e inexplicáveis podem consumir em minutos, residências e corpos humanos.

De acordo com o Dicionário do Cético, “os céticos não acreditam que haja casos de CHE bem documentados, embora haja algumas centenas de histórias acerca de pessoas e cadáveres que entraram em combustão espontânea”.

Trabalhadores recolhem os restos da cadeira em que a sra. Mary Reeser de St. Petersburg, na Flórida transformou-se numa coluna de fogo em 1º de julho de 1951

Muitas delas são relatórios de policiais perplexos com corpos parcialmente queimados junto a tapetes ou mobílias intactas.”

“Que mais pode ser? Perguntam. Bem, porque não um cigarro aceso deixado cair sobre a roupa, ou alguém que incendeia a vitima. A maior parte destas vitimas são idosos que podem ter sido queimados pelos seus assassinos ou que acidentalmente pegaram fogo a si mesmos”.

Mas como explicar corpos reduzidos a cinzas, ou gravemente queimados com as roupas intactas e mobílias, assoalhos e paredes um pouco chamuscadas? A atividade de um soldador piromaníaco armado com um lança-chamas?

Uma perna do joelho para baixo, foi o que sobrou do dr. J. Irving Bentley de Coudersport, Pensilvânia, em dezembro de 1966

Em 1996 na França, e no Chile, no fim de 2007, alguns casos interessantes de pirocinese foram relatados. Muitas hipóteses já foram levantadas, a atividade de microondas, distúrbios elétricos, gases inflamáveis.

Na França, treze incêndios de causas desconhecidas atraíram a atenção de cientistas, e foram atribuídos a influência de fiações elétricas subterrâneas.

No Chile em novembro de 2007, incêndios inexplicáveis atingiram as localidades de Cumpeo, La Chispa e Temuco. Até o momento não se chegou a nenhuma conclusão.

Em Cumpeo e La Chispa, os incêndios estariam relacionados a presença de uma família. Um caso semelhante aparentemente aconteceu na Rússia em 1987 e os incêndios relacionavam-se a presença de um menino de 13 anos.

Postado por Carlos de Castro às Terça-feira, Abril 08, 2008

http://arquivosdoinsolito.blogspot.com/search?q=combust%C3%A3o

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Criatura misteriosa aparece na localidade de Blanco, Texas.


CNN

Um chupacabra?

Não sei o que isto é… sei que tenho um animal estranho. Disse Jerry Ayer.


http://edition.cnn.com/2009/US/09/03/animal.mystery.chupacabra/index.html

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A captura de um chupacabra



As fotos mostram a seqüência da captura que teve de um chupacabra, no norte de México, em dezembro de 2004.
Três anos depois os detalhes da notícia ainda são difícis de encontrar, as provas foram, uma vez mais, quase eliminadas.
AcrediteSeQuiser.NET!

http://www.acreditesequiser.net/2008/01/30/chupacabra-no-norte-de-mexico/

domingo, 30 de agosto de 2009

Suíça investiga caso das vacas que "cometeram suicídio"


Portal Terra JB ONLINE

SUÍÇA - Os moradores de uma pequena da pequena vila de Lauterbrunnen, nos alpes suíços, tentam resolver o mistério das vacas que "cometem suicídio", se jogando de cima de montanhas rochosas. Em um intervalo de três dias, 28 animais misteriosamente morreram após atirar de uma altura de centenas de metros, informou o Mail Online.

Em casa caso, os serviços de resgate tiveram de usar um helicóptero para remover o corpo dos animais, devido ao risco de contaminação da água subterrânea. "Não há grande quantidade de carnívoros nos Alpes, então os corpos precisam ser removidos", disse um porta-voz da polícia local.

De acordo com relatos dos habitantes, fortes tempestades podem ter assustado os animais. "Estamos investigando os casos, pois uma vaca criada nas montanhas geralmente consegue perceber este tipo de perigo", afirmou um policial.

Outra hipótese é de que as vacas caiam por seguir umas às outras em busca de mais pasto. A maioria dos cientistas acredita que os animais são incapazes de cometer suicídio.

09:14 - 29/08/2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Afinal, quem era o homem da "máscara-de-ferro" ?


Verídico ? Ou apenas um personagem de romance ?

A Bastilha, figura ao lado, foi construída em 1370 e tornou-se uma prisão durante o reinado de Carlos VI; todavia, durante a Regência do Cardeal Richelieu, no século XVII, tornou-se uma prisão para nobres ou letrados, opositores à religião oficial, adversários políticos, agitadores políticos, etc.
No dia 14 de julho de 1789 o povo de Paris saiu às ruas e invadiu a Bastilha, fortaleza que simbolizava o Absolutismo real, libertando seus 7 prisioneiros remanescentes. Esse feito ficou conhecido como "A Queda da Bastilha", data comemorada pelos franceses com sendo a data nacional da França.

Retroagindo, por volta de 1679, durante o reinado de Luís XIV, um capturado do governo francês foi colocado diretamente sob a responsabilidade pessoal do Sr. De Saint-Mars, na época, respondendo pelo cargo de comandante da fortaleza e prisão de Pignerol, na Savóia.

Não fosse pela tipicidade do caso, por ser de extrema lealdade e confiança, a guarda velada exigida do Sr. De Saint-Mars, poderia ser considerada até como um fato até certo ponto usual, em presídios com tais características. Porém, consta que o prisioneiro, sem qualquer registro oficial da prisão, além do nome, também tinha a sua idade desconhecida, sendo simplesmente, pelos seus companheiros e pelos carcereiros da prisão, como sendo o "Mascara de Ferro".

Esse era sem duvida alguma, o inusitado, o fora do comum, mesmo para tais locais, onde figuras impares eram "armazenadas", a peculariedade desse preso, o requinte de maldade, uma tortura, aparentemente não tão dolorosa, mais infinitamente incomoda; pois o rosto do prisioneiro ficava totalmente escondido sob uma espécie de máscara aveludada, na cor preta, ligada mecanicamente a um "colarinho"de ferro, cuja engenhosidade do mecanismo, impossibilitava a sua remoção sem ajuda de alguém.

Embora que o reconhecimento facial do preso fosse praticamente nulo, os seus movimentos ágeis e maneiras refinadas e elegantes, conduziam a um raciocínio, mesmo subjetivo, de ser ainda jovem e da nobreza.

Por questões especificas, fora dos procedimentos rotineiros aplicados severamente na fortaleza presídio, o "Mascara de Ferro" , na maior parte do tempo, era mantido bem longe das vistas dos demais presos, inclusive, sendo a ala do calabouço, na qual ficava a sua cela, muito bem guardada, e, para completar a segurança, um contato restrito com a carceragem, sendo apenas uma pessoa escolhida para tal serviço.

Todavia, em que pese o zelo extremo na segurança do "Mascara de Ferro", era tratado por todos com gentileza e respeito, principalmente pelo Sr.De Saint-Mars, comandante do presídio.

Em 1681, Saint Mars foi transferido para o comando do baluarte de Exilles, em Turim, que, naquela época, era de propriedade francesa; o preso também foi transferido e mantido como tal por seis anos, ou seja, no período completo em que durou a sua gestão.

Transferido em 1687, para o Mediterrâneo, como comandante da Ilha de Santa Margarida, Saint Mars, mais uma vez o "Mascara-de-Ferro", ainda sob a sua responsabilidade, foi conduzido para outra prisão.

O infeliz prisioneiro, encarcerado na masmorra da fortaleza, tentou em vão, de uma forma desesperada, estabelecer contado com o que poderíamos chamar de mundo exterior; com os parcos recursos que dispunha, ora através de fiapos de linho, ora com materiais residuais, tentava a todo custo revelar a sua identidade, com mensagens imperceptíveis ou simbologia desconhecida, pelo menos para os diretamente envolvidos.

Tamanha esforço foi totalmente em vão, não demorando ser descoberto pela guarda local, causando-lhe assim, mais represálias e ação redobrada na vigilância, permanecendo preso por aproximadamente 11 anos, quando, em 1698, Saint Mars, retirado do comando da ilha, para ir dirigir a prisão "A Bastilha", construída em 1370, situada em Paris, já celebre por ter abrigado os mais diversos e notáveis personagens.

Como das vezes anteriores, tornando-se um procedimento usual, recebeu ordens expressas para levar o "Mascara de Ferro" para a Bastilha.

Foi uma longa viagem, planejada com detalhes cuidadosos, guarnecidas por uma robusta escolta de soldados para proteger as duas carruagens utilizadas no translado; uma delas, a primeira, levando o "Mascara de Ferro" e a segunda, conduzindo o novo comandante da Bastilha.

Nesse ínterim, aproveitando da grande oportunidade de rever Plateau, a sua cidade natal, Saint Mars , interrompe por alguns dias a sua empreitada, hospedando-se na mesma, sendo tratado pomposamente, com grande satisfação dos seus conterrâneos.

Como não poderia ser diferente, ao ser levado da carruagem para as instalações destinadas a sua pessoa, o Mascara de Ferro foi alvo de grande curiosidade dos presentes; se não bastasse isso, todas as refeições de Saint Mars, foram sempre acompanhadas pelo misterioso prisioneiro, sendo que, conforme relatos, o cuidadoso militar, tinha ao seu alcance, devidamente preparadas, duas pistolas sobre a mesa, para que não duvidassem da seriedade e do zelo no cumprimento do dever.

Finalmente em setembro de 1698, adentram à Bastilha, o novo comandante e seu prisioneiro permanente que por algum tempo foi mantido em cativeiro, numa cela, situada na Torre Basiniere; mais tarde, conforme registros nas anotações( Jornal) de Du Junca, carcereiro-chefe, ordenou Saint Mars, a sua transferência para a Ala Bertandiere.

Conforme procedimentos anteriores, também na Bastilha, oficialmente, nenhum registro do infeliz prisioneiro foi feito, permanecendo dessa forma, por mais cinco longos anos; com base ainda nos escritos de Du Junca , em novembro de 1703, subitamente e de uma forma totalmente misteriosa, o Mascara de Ferro adoece num dia e morre no outro, tendo sido enterrado no cemitério de Saint-Paul, e ai sim, pela primeira vez, seu suposto nome foi revelado, constando dos registros , como sendo De Marchiel, com 45 anos de idade.

Afinal, quem poderia ter sido o misterioso homem da mascara de ferro?

Em 1711 a cunhada do rei, a Princesa Palatine, mencionou a história em uma carta a sua tia. O prisioneiro foi tratado muito bem, ela disse, mas dois mosqueteiros vigiavam-no o tempo todo, prontos para matá-lo caso ele tentasse tirar a sua mascara. Ele odiava a sua mascara, dormia com a mascara, e provavelmente morreu com a mascara.

Durante os mais de vinte anos que esteve preso, por mais sigilo que se tenha tomado, inevitável que os rumores fossem espalhados, por toda a França, no reinado de Luis XIV; histórias fantásticas, mirabolante até, foram devidamente espalhadas por todo o pais, participando do processo também, inúmeras personalidades do meio artístico e cultural da França.

Várias foram as versões que apareceram referente a lenda do homem da mascara de ferro; dentre as quais, enumeramos as mais divulgadas:
Era o irmão gêmeo do Rei, tendo sido excluso, pelo cardeal Richelieu, para poder preservar a integridade do governo da França; o motivo da colocação de uma mascara, foi o de proteger a sua verdadeira identidade, evitando que os cidadãos percebessem a grande semelhança com o Rei.

Outra versão dos fatos afirmava que Ana, da Áustria, mãe de Luis XIV, tinha casado de forma secreta, com Mazarine, seu ministro, tendo, como resultado da união, um filho, um irmão consangüíneo de Luis XIV.

Também, uma colocação muito divulgada sobre a lenda do Mascara de Ferro , era de que seria o duque de Mommouth, um pretendente ao trono da Inglaterra.

Diziam outros, por sua vez, que o desafortunado prisioneiro era, nada mais nada menos, do que o ex-ministro da Finanças, Fouquet, que fora destituído e preso.

Uma das versões fantásticas e até preferida era de que o intrigante prisioneiro seria o filho natural do Rei, com uma das suas amantes (Lavaltiere, Montespan ou Maintenon).


Com um pano de fundo com tais características, é até explicável que várias versões, como as relatadas acima, e outras mais mirabolantes, fossem divulgadas, sem que pudessem, efetivamente, estruturadas em provas, serem tidas como verídicas.

O mistério em torno do "Mascara-de-Ferro sempre intrigou os historiadores. Um dos primeiros homens de letras que criaram interesse universal em torno do assunto foi Voltaire, quando, em sua obra: "O Século de Luís XIV", mencionou o caso do enigmático prisioneiro. Consta que o próprio Voltaire acreditava na versão, de que o cativo não era outro senão o filho mais velho de Ana da Áustria. Varias verificações foram tentadas pelos autores de todas as partes da Europa, porém todos falharam ao estabelecer a identidade do homem da máscara-de-ferro, basenando-se em algum fato verídico. E, assim, mais algumas suposições viram juntar-se à inúmeras já existentes - era o duque de Beaufort, , herói da Fronde; um filho de Cromwell, o "Protetor da Inglaterra", Avedick, o patriarca armênio, que havia sido aprisionado, traiçoeiramente, por ordem de Luís XIV.

Em 1717 (*), o filosofo e escritor Voltaire foi preso na Bastilha, ficando encarcerado durante 11 meses, como responsável por um panfleto que não escrevera; aproveita o tempo preso para escrever a sua primeira tragédia, O edipe ("Édipo"), cujo sucesso, em 1718, abre-lhe o acesso aos meios intelectuais. Nesse ínterim, Voltaire contou a um amigo que na prisão relacionou-se com pessoas que tinham servido ao homem da mascara de ferro. Em seu livro "O Século de Luís XIV" ( Le Siécle de louis XIV), publicado em 1751, e nas suas "Questões sobre a Enciclopédia", pela primeira vez com estilo literário, lançou para a posteridade a lenda.

A versão aparentemente mais confiável, e acreditada na época, afirmava que o prisioneiro era o conde Mattoli, agente do duque de Mantua e que havia sido encarregado das negociações para entrega da cidade de Casale à França, tendo caído no desagrado do rei pelo modo como conduzira o "affaire". Segundo se afirmou; o rei mandara prendê-lo secretamente, entregando-o à guarda permanente de Saint Mars, que era, então, o comandante de Pignerol.

Na destruição da Bastilha, em 1789, com a conseqüente queima da maior parte de seus arquivos, tornou extremamente difícil a possibilidade de novas investigações. Apesar disso, em 1872, o Sr. Jung, oficial de gabinete que tinha acesso a todos os documentos até então existentes em França, efetuou um extenso e minucioso estudo do caso, que dera margem a tantas controvérsias.

No seu relatório concluiu:

O prisioneiro, conhecido pela alcunha de "Máscara-de-Ferro", era um nobre de Lorena, o cavalheiro De Hermoises, acusado de insuflar uma revolta, conspirando ainda contra a vida de Luis XIV. Jung relaciona De Hermoises com a notória madame de Brinvilliers, cujas poções venenosas haviam acabado com a vida de muitas pessoas e que, sob tortura, confessou a trama que urdiam contra o rei de França.

A despeito dos esforços reconhecidamente honestos do sr. Jung, as suas conclusões não foram aceitas pela grande maioria; sendo assim, o mistério do "Máscara-de-Ferro", através dos séculos, permanece praticamente insolúvel, perfilando entre os grandes enigmas da história.

http://www.almanaque.cnt.br/MASCARA01.htm

sábado, 15 de agosto de 2009

Muitos submarinos perdidos... e aviões


Das perdas de submarinos, o Mediterrâneo ocidental leva o primeiro lugar em casos registrados, sendo as águas francesas as mais "perigosas". E este trágico fato tem que ser ressaltado se temos em conta as dimensões relativamente reduzidas deste mar e suas condições climatológicas mais benignas que as que reinam no Atlântico e outros grandes oceanos.

Dentro das águas francesas, a zona de Tolón é onde mais misteriosos desaparecimentos foram produzidos. Frente a esta zona se estendem, perpendicularmente a ela, uma série de "canyons" que alcançam mais de 2.000 metros de profundidade muito próxima da costa.

Em um periodo de uns vinte anos se perderam quatro submarinos franceses em águas próximas ao Golfo de Tolón: O "2.326", desaparecido em 1946: o "Sibylle", em 1952; o "Minerve", em 20 de janeiro de 1968, ao mesmo tempo que o submarino israelense "Dakar", nas proximidades de Chipre, e o "Euridyce", em 4 de março de 1970.

...E aviões
O Triângulo do Mediterrâneo conta também em seu haver com estranhas desaparições de aviões. O primeiro caso conhecido foi produzido em 1944, no dia 31 de julho, quando o insigne escritor francês Saint Exupéry decolou com seu avião, um "Lightning", desde Bastia, em Córsega, para fazer um vôo pelo Mediterrâneo. Desde aquele dia nunca pode saber-se nada acerca da sorte que aconteceu com tão célebre piloto.

Em 5 de setembro de 1948, foi perdido um avião Lancaster, com sete homens, que havia decolado de Malta para realizar umas manobras no Mediterrâneo.

Ainda que os acidentes e desaparecimentos de aviões militares e comerciais na zona do Mediterrâneo e das Ílhas Canárias parecem ser produzidos por "fendas", seria interminável, neste espaço, enumerar todos os casos registrados. Porisso, saltando no tempo, registramos casos mais recentes.

Em 18 de setembro de 1974 desapareceu, novamente, um avião militar que havia decolado de Jerez da Fronteira. Desapareceram seus oito tripulantes e nunca foi possível localizar os restos do aparelho.

Um mês depois, na zona de Canárias, desapareceram dois aviões Saeta C-10. Os dois aviões colado de Sevilha para dirigir-se à ilha de Lanzarote.

O maciço de Canigó, outro ponto trágico
Já mencionamos anteriormente que outro dos pontos "quentes" era o maciço de Canigó. O monte Canigó tem 2.785 metros e pertence ao sistema montanhoso dos Pirineus, situado em sua parte oriental e em território francês.

Pode considerar-se esta zona como o maior cemitério de aviões da Europa. No periodo de 1945-1967 foram produzidas 11 catástrofes aéreas.

Em março de 1945, um avião inglês, Liberator; em dezembro de 1950, um DC-3 de Air Maroc; em fevereiro de 1953, um Nord-Atlas francês; em março de 1955, um C-47 norte-americano; em julho de 1957, um Nord-2.051 francês: em 1958, um Broussard francês; em 1961, um DC-3 inglês; em 1963, um Constellation militar francês e um Viking Air N inglês, e em 1967, um DC-4 inglês. O total de vitimas estimadas nestes acidentes foi de 250 pessoas.

http://www.esoterikha.com/grandes-misterios/triangulos-submarinos-desaparecidos.php

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Adaptados ao extremo


diabo-marinho, lula-vampiro, machado-de-prata, peixe-víbora-abissal

A. O peixe-víbora-abissal tem dentes enormes e ameaçadores os quais são responsáveis por impedir com que a presa fuja

B. A lula-vampiro deve seu nome a sua bizarra aparência que lhe confere um aspecto de morcego do mar

C. O peixe-machadinha-abissal tem a conformação do corpo muito semelhante a um machado; a disposição de seus sensíveis olhos tubulares à luz permite-lhe visão binocular

D. O diabo-marinho desenvolveu um filamento pescador (ver detalhe) que nada mais é do que uma modificação da barbatana dorsal, que pode ser movimentada, facilitando a apreensão da presa

Os peixes abissais são criaturas misteriosas e ao mesmo tempo surpreendentes. Vivendo num ambiente totalmente inóspito esses seres das trevas marinhas são criaturas aparentemente insólitas parecidas saídas de um filme de terror. Adaptados ao extremo esses seres sobrevivem em um ambiente mortal para a maioria das espécies por causa da descomunal pressão da água. Habitando as chamadas fossas abissais (profundidades de até onze quilômetros), os peixes abissais travam diariamente uma verdadeira luta pela sobrevivência onde vale tudo na hora de se conseguir alimento. Alguns deles desenvolveram eficazes filamentos pescadores providos de uma débil luminescência em sua extremidade que atrai peixes incautos para a emboscada. Já outros têm dentro da bôca um tipo de trilha de fotóforos que funciona como chamariz para larvas e outros bichinhos abissais.

Cerca de um quilômetro abaixo da superfície, a escuridão só é rompida pelas fracas luzinhas de bichos luminescentes. Nesse time de “caçadores luminosos” está o diabo-marinho, o peixe-víbora-abissal, o machado-de-prata e a estranha lula-vampiro. Tôdos, sem exceção, não medem mais do que um metro; até porque se tivessem uma maior dimensão fatalmente seriam esmagados pela pressão.

O peixe-víbora-abissal (Chauliodus sloani) é um dos mais eficazes caçadores das trevas marinhas. Medindo pouco mais de 30 cm, esses peixes são dotados de dentes parecidos com agulhas recurvadas que aparentemente metem medo, porém que só têm a função de impedir que a presa atraída pelo engodo bioluminescente fuja de dentro da bôca do predador. Alimenta-se de peixes e crustáceos de alto mar.

O grande caçador das profundezas do mar é, sem dúvida, o diabo-marinho ou peixe-pescador-das-profundezas (Linophryne arborifer). Esses horríveis peixes comem uma grande variedade de peixes e crustáceos, capturando-os com uma falsa isca luminescente que fazem oscilar de um lado para outro em meio à escuridão; atraem assim uma série de pequenas presas que ao aproximarem acabam abocanhadas pelo espertalhão. Os diabos-marinhos têm o estômago elástico, e uma boca enorme, o que lhes permite engolir presas muito maiores do que eles.

Outro esquisito habitante das profundezas é o peixe-machadinha-abissal ou machado-de-prata (Argyropelecus hemigymnus). Horrorosos, esses diminutos peixes têm as conformações de um machado. Vivem a um quilômetro da tona e alimentam-se de pequenos crustáceos e larvas de peixes. Assim como as espécies anteriormente citadas, eles também se valem dos fotóforos para se comunicarem e se alimentarem. Visto de frente, o machado-de-prata mostra acentuada desproporção entre o tamanho dos olhos e a largura do corpo. Só a curvatura é que permite à bôca ter abertura para capturar certas presas.

A lula-vampiro (Vampyroteuthis infernalis) deve seu nome à aparência: a membrana que liga os tentáculos dá-lhe um aspecto de morcego marinho. Trata-se de uma espécie pequena – apenas 30 cm de comprimento -, que habita os fundos oceânicos. Esse molusco é dentre os seres abissais o que realiza as mais impressionantes exibições bioluminescentes envolvendo complexos padrões de cores. Como todas as lulas são dotadas de dez membros – oito braços e dois tentáculos -, com ventosas munidas de um anel córneo denteado.

José Henrique Moskoski

Escritor e Pesquisador de Vida Selvagem

http://vidaselvagem.spaceblog.com.br/260907/Adaptados-ao-Extremo-Peixes-abissais/

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Zuiyo Maru


Em 1977 o navio pesqueiro japonês Zuiyo Maru capturou em sua rede nas proximidades da Nova Zelândia uma carcaça extremamente incomum. Ela parece ser um plesiossauro morto, um monstro marinho pré-histórico que alguns especulam que viva em outros lugares como o Lago Ness. Isto animou muitos criptozoologistas e criacionistas. As fotos tiradas por Michihiko Yano são realmente impressionantes:

Infelizmente, a tripulação decidiu jogar a carcaça de volta ao mar devido ao seu intenso mal cheiro e para que ela não contaminasse a carga de peixe. É bem provável que apesar de alguma desconfiança, eles soubessem que de fato não se tratava de um monstro marinho - ou eles saberiam que valeria bem mais que uma carga de peixe.

Analisando as fotos e algumas amostras de tecido recolhidas por Yano, há pouca dúvida de que a carcaça é na verdade de um tubarão:

Diagramas representando a decomposição de um tubarão em um 'pseudoplesiossauro'


De fato, o caso do Zuiyo Maru não seria nem mesmo a primeira vez que a confusão ocorreu, algo compreensível já que de fato a carcaça de uma espécie de tubarão (basking shark) se parece tanto com um plesiossauro. Há casos similares datando do século XIX e mesmo recentes, em Block Island em 1996.

Como Glen Kuban nota, mesmo que a carcaça fosse de um plesiossauro - o que, mais uma vez, é algo contrariado pelas evidências - isso não contrariaria como muitos gostariam a evolução. Há 'fósseis-vivos' como o Celacanto, uma surpresa mas plenamente compatível com a teoria da evolução.

http://www.ceticismoaberto.com/referencias/monstrocapturado.htm

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Waheela



O Waheela é uma especie de mistura de lobo e urso presente em regioes do noroeste do Canadá. Talvez seja o que resta da extinta populaçao de Amphicyonids que sobriveu no local.

o Waheela tambem é semelhante ao Shunka Warakin, que habita florestas setentrionais. Tambem é parecido com uma especie de gigantesco lobo presente na mitologia nordica. O waheela,se diferencia de outras especies de lobos por ser visto sempre sozinho, ao contrario de outras especies de lobos.

http://pt.cryptozoology.wikia.com/wiki/Waheela

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Verme da Mongólia


O Verme da Mongólia é um verme venenoso gigante que supostamente vive no Deserto de Gobi. Ele parece que saiu de um filme de ficção científica de acordo com os relatos, mas houve vários encontros que mantêm a teoria de que ele realmente existe. Acredita-se que o verme tem um metro e meio de comprimento e lembra o intestino de uma vaca. Ele normalmente é vermelho e às vezes apresenta espinhos nas duas pontas. O verme é altamente perigoso e pode expelir um veneno letal e descarregar choques elétricos a vários metros de distância.

Ivan Mackerle é o líder da equipe da Tchecoslováquia que saiu em busca do verme três vezes. Durante a segunda expedição, Mackerle tentou, sem sucesso, expulsar o verme para fora do deserto usando explosivos. Ele voltou em 2004, desta vez usando técnicas de vôo baixo pra filmar grandes trechos do deserto, mas a expedição não conseguiu capturar nenhum sinal do verme nas filmagens.

Cientistas e pesquisadores amadores estão intrigados com a idéia de uma criatura que tem sido relatada por nômades da Mongólia durante anos. Pode ser apenas uma questão de tempo até que uma das expedições consiga provar a sua existência.

http://www.discoverybrasil.com/guia_paranormal/paranormal_criptozoologia/paranormal_mongolia/index.shtml

IMAGEM http://maywinchester.files.wordpress.com/2009/05/verme-da-mongolia.jpg

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Urso nandi


Origem: WIKIPEDIA, a enciclopédia livre. Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências (desde Dezembro de 2008)
Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto ou em notas de rodapé. Encontre fontes: Google – news, books, scholar, Scirus


Urso nandi é um animal de existência não provada, supostamente avistado na África. Outros nomes pelo qual é conhecido incluem kerit ou gadett ("come-miolos" em lubwa), koddoelo (para os pokomo em Ngao, Quênia), duba (em suaíli, na costa do Quênia, provavelmente do árabe dubb, "urso" ou dubbah, "hiena"), shivuverre (em Kakumega, Quênia), engargiya (Uganda), ngoloko (Tanzânia) e ikimizi (Ruanda). No ocidente, é conhecido como urso nandi (nandi bear).

Caçadores e exploradores ocidentais o descreveram como um animal semelhante a um urso, não muito grande (1,5 a 1,8 metro de comprimento mais 45 cm de cauda, 1 m a 1,4 m de altura nas espáduas), marrom, que trepa em árvores para fugir. Não há espécies conhecidas de urso na África ao sul do Saara, e ao norte, o urso do Atlas, que existiu no Marrocos, extinguiu-se na década de 1820. Outros relatos, principalmente os nativos, parecem descrever uma espécie de macaco.

Criptozoologistas sugerem que pode se tratar de uma espécie desconhecida de urso, de um babuíno gigante ou um insetívoro semelhante ao porco-formigueiro (Orycteropus afer). Karl Shuker sugeriu que pudesse se tratar de uma sobrevivência da extinta hiena gigante de focinho curto (Pachycrocuta brevirostris) que viveu na Eurásia e África até há 500 mil anos. Louis Leakey sugeriu uma sobrevivência de um mamífero herbívoro do grupo dos calicotérios, como o do Ancylotherium hennigi, que existiu no sul da África até há dois milhões de anos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Trunko



Trunko em combate com baleias, por Bill Asmussen


O trunko é um suposto animal visto em 1º de novembro de 1922 em Margate, África do Sul, em batalha com duas baleias. O animal, coberto de pelos brancos como neve, foi aparentemente morto no combate e à noite seu corpo deu à costa. Tinha pouco mais de 14 metros de comprimento, uma cauda de 3 metros e estava coberto por pelos de 20 cm de comprimento.

No lugar da cabeça, tinha uma tromba (trunk, em inglês) de 1,5 metro de comprimento, à qual deveu seu apelido. O cadáver permaneceu dez dias até ser levado para o mar, sem chegar a ser examinado por cientistas.

http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Trunko

Imagem: Trunko em combate com baleias, por Bill Asmussen

terça-feira, 4 de agosto de 2009

A armadilha da Morte


na (Textos) por Rodrigo on 30-03-2008
Dizem que na antiga Alemanha três amigos fizeram um pacto contra a morte, juraram ficar sempre juntos, proteger um ao outro e matar a morte quando ela chegasse.
No meio de uma viagem encontraram um mendigo que lhes disse que deus os proteja, em vez de agradecerem a benção do velho, lhe falaram seu sortudo como conseguiu viver tanto?
O velho respondeu, foi por que nunca encontrei nenhuma pessoa que quisesse trocar sua juventude pela minha velhice. Seu velho mentiroso aposto que você é amigo da morte, nos fale onde ela está. Se vocês querem tanto saber onde se encontra a morte, vão para baixo daquela figueira e esperem ela lá.
Chegando na figueira lá estava um baú repleto de moedas de ouro, e nesse momento comentaram que estavam com muita fome, o mais novo se ofereceu a ir buscar o almoço deles enquanto os outros roubavam toda sua parte do tesouro, e o mais novo ia voltando e pensando;
Eu posso ficar com todo o ouro do baú mais primeiro tenho que me livrar dos meus amigos, então passou na farmácia e comprou um veneno e colocou no vinho. Enquanto os outros iam tramando sua morte quando ele chegasse. Ao chegar o mataram e para comemorar beberam o vinho envenenado e morreram também, e a morte saiu sorrindo levando três jovens de uma só vez.
Dizem que o baú ainda esta aos pés da figueira, e os 3 jovens assombrando as figueiras da Alemanha e da Itália.
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sábado, 1 de agosto de 2009

O mistério das pedras que se movem sozinhas


na (Bizarro) por Rodrigo on 29-07-2008
No Parque Nacional do Vale da Morte (Death Valley), situado no Estado da Califórnia, pode-se ver um fenômeno geológico muito misterioso, são pedras que movem-se de forma inexplicável.


Isto acontece em um local chamado Racetrack Playa, que é o fundo de um lago que lá existiu no passado e que algumas pessoas supersticiosas chamam de Praia do Diabo (Devil’s Playa).

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