terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sandu’ao – a exótica vila flutuante da China





Conhecida como “o mundo marinho do futuro” a vila chinesa de Sandu’ao é a maior comunidade a viver sobre o mar.

Localizada na província chinesa de Fuijan, ela é, basicamente, uma vila auto-sustentável que flutua – isso quer dizer que seus habitantes não têm necessidade de pisar em terra firme para sobreviver. Usando barcos feitos em casa, eles tiram seu sustento do mar e lá há correios, estações policiais, restaurantes e lojas de conveniência.

A vila foi completamente devastada durante a invasão do Japão, na Segunda Guerra Mundial, e décadas foram necessárias para que ela fosse reconstruída. Atualmente, Sandu’ao é a maior área de cultivo de corvinas e produz vários outros tipos de frutos do mar, incluindo mariscos, ostras e camarões.

Como a maior parte das casas chinesas, as de Sandu’ao são feitas de madeira. A única diferença é que elas são construídas sobre pontes de madeira e de bambu, presas com barris de plástico e pedaços de PVC, para garantir a flutuação.

Além disso, o lugar onde a vila fica é isolado do mar aberto, então não há riscos de que ondas destruam a vila – só que as marolas são constantes e, se você tem o estômago fraco, não tente passar uma temporada lá.

[OddityCentral]

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HYPESCIENCE

Por que baratas estão ficando cada vez maiores?


Olhando para o passado, você percebe que muitos insetos são pequenos em comparação com seus ancestrais. Mas todo mundoque já passou por uma infestação de baratas sabe: as maiores que existem estão vivas hoje.

E os cientistas sempre se perguntaram por quê. Muitos insetos crescem quando o ar ao seu redor é mais rico em oxigênio. Isso porque eles respiram através da pele, usando uma série de tubos traqueais. Quando os níveis de oxigênio aumentam, os tubos podem se estreitar, mas ainda fornecem oxigênio o suficiente para dar aos insetos bastante potência.

A concentração de oxigênio na Terra tem variado ao longo da história, da mesma forma que o tamanho de muitos insetos. Algumas libélulas fossilizadas têm envergaduras de até 71,1 centímetros. Hoje, os níveis mais baixos de oxigênio garantem que elas não fiquem tão grandes porque os seus tubos traqueais teriam que se tornar insustentavelmente grandes a fim de fornecer oxigênio suficiente.

Então porque o contrário aconteceu com as baratas? Por que elas são maiores agora? Um novo estudoconstatou que elas não têm um impulso de crescimento a partir da grande quantidade de oxigênio de ambientes como aqueles encontrados milhões de anos atrás. Em vez disso, as baratas conseguem oxigênio extra tirando-o de seus órgãos respiratórios e redirecionando sua energia para outros tecidos vitais.

O interesse principal dos pesquisadores era definir como os níveis de oxigênio teriam influenciado a evolução dos insetos. Para isso, eles estudaram baratas, libélulas, gafanhotos, larvas de farinha, besouros e outros insetos sob diferentes níveis de oxigênio, que variavam de 12% do ar (os mais baixos níveis de oxigênio na Terra) a 40% (um pouco mais do que os níveis mais altos de oxigênio registrados). Atualmente, o ar que respiramos é cerca de 21% de oxigênio.

A maioria dos insetos cresceu mais rapidamente nas percentagens mais elevadas de oxigênio, incluindo as libélulas, que tinham de ser diariamente alimentadas à mão para sobreviver. Mas as baratas foram os diferentes. Elas não cresceram mais, e levaram duas vezes mais tempo para se desenvolver à idade adulta.

Assim, os pesquisadores perceberam que os tubos eram menores nas baratas quando o oxigênio era abundante. Isso sugere que, ao contrário de outros insetos, as baratas desviam seus recursos em torno de resposta aos níveis de oxigênio. Ao diminuir o crescimento dos tubos traqueais, as baratas são capazes de reservar energia para outros tecidos envolvidos com processos como a digestão e a reprodução.

Como um próximo passo, os pesquisadores querem examinar os tubos traqueais de insetos fossilizados para determinar se o seu tamanho revela os níveis de oxigênio no passado. Tem havido uma série de hipóteses sobre o impacto do oxigênio na evolução dos animais, mas poucos estudos as têm testado, que é o que os cientistas desejam fazer. [LiveScience]

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HYPESCIENCE

NASA encontra evidências de água enterrada em Marte


A nave da NASA que está em Marte encontrou mais provas de que havia água embaixo da superfície do planeta no passado, talvez dentro dos últimos cem mil anos.

A mancha de areia onde a nave se atolou ano passado abriga camadas estratificadas de sujeira, com diferentes composições próximas à superfície. Os cientistas suspeitam que essas camadas foram causadas por infiltrações finas de água em Marte, que poderiam ter vindo de derretimento de gelo ou neve.

O fato de que essas camadas foram encontradas no chão ao invés de isoladas em uma rocha sugere que a água estava vazando há relativamente pouco tempo, em vez de bilhões de anos atrás. Se esta evidência estivesse congelada em uma rocha, poderia permanecer lá por um longo tempo, mas em terra solta, não se espera que se mantenha por longos períodos de tempo.

Estas infiltrações podem ter ocorrido durante as mudanças climáticas cíclicas, quando Marte estava mais inclinado sobre o seu eixo. A inclinação do eixo de Marte varia em escalas de tempo de centenas de milhares de anos.

A água pode ter se movido para baixo, transportando minerais solúveis para mais fundo do que os menos solúveis. Os minerais insolúveis relativamente perto da superfície incluem sílica, hematita e gesso. Sulfatos ricos em ferro, que são mais solúveis, parecem ter sido dissolvidos e levados mais para o fundo pela água. Nenhum desses minerais fica exposto na superfície, que é coberta de areia arrastada pelo vento e poeira.

A falta de exposição na superfície indica que a dissolução preferencial de sulfatos de ferro deve ser um processo relativamente recente e em curso, já que o vento tem sistematicamente alterado o solo e as paisagens da região.

Outras missões da NASA já haviam descoberto evidências de água em Marte, mas bilhões de anos atrás, que podem ter sido favoráveis para a vida. Observações de 2008 e 2002 identificaram várias camadas enterradas de água congelada em latitudes altas e médias e em calotas polares. [MSN]

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Foto espacial: as incríveis espículas do Sol


Imagine um cano do comprimento da Terra e tão largo quanto o estado de São Paulo – agora imagine esse cano cheio de gás quente, se movendo a 50 mil quilômetros por hora. E, finalmente, imagine que esse cano não é feito de metal, ou plástico, mas que é um campo magnético transparente.

Tudo isso descreve apenas uma das milhares de espículas ativas que a foto mostra no Sol.

Análises recentes mostraram que as espículas duram cerca de cinco minutos, começando como tubos altos e depois virando uma emissão de gás que volta ao Sol.

O que faz com que as espículas sejam criadas ainda está em discussão. [Nasa]

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cobra “virgem” dá à luz a filhotes sem pai


A ciência tem mais um caso raro para adicionar a sua lista. O milagre do bebê sem pai chegou até uma jibóia: a cobra deu luz à duas ninhadas de filhotes absolutamente extraordinários.

Evidências sugerem que ela teve 22 cobras sozinha. Mais do que isso, a constituição genética dos filhotes é diferente de qualquer outro vertebrado.

“Nascimentos virginais” não são tão incomuns entre os animais. Muitos invertebrados, como os insetos, podem produzir prole assexuada, sem nunca ter acasalado. Eles costumam fazer isso através da clonagem, produzindo descendentes geneticamente idênticos.

Mas entre os animais vertebrados isso é muito raro, tendo sido documentado entre menos de 0,1% das espécies. Em 2006, por exemplo, cientistas descobriram que dois dragões de Komodo (Varanus komodoensis), o maior lagarto do mundo, tiveram ovos que se desenvolveram sem serem fertilizados por esperma, um processo chamado partenogênese.

Em 2007, outros cientistas descobriram que tubarões-martelo fêmea (Sphyrna tiburo) também podem se reproduzir sem fazer sexo. Agora, a equipe de cientistas identificou o primeiro caso de parto virgem em uma cobra jibóia, que é uma novidade ainda maior por uma série de razões.

Em primeiro lugar, ela não teve um nascimento virgem, mas dois, apesar de ficar em cativeiro com cinco machos – e ser cortejada por eles. Depois, todos os filhotes nascidos são do sexo feminino, e os descendentes compartilham apenas metade da genética da mãe. Além disso, a prole tem uma composição genética nunca vista antes.

A primeira vez que os pesquisadores desconfiaram que os filhotes eram nascimentos virgens foi por causa da coloração. Todas as cobras bebês apresentavam uma coloração caramelo bem particular e rara. Essa cor é uma característica recessiva rara, carregada pela mãe, mas não por qualquer dos pais em potencial que habitavam o cativeiro.

Todos os filhotes também apresentavam cromossomos sexuais muito incomuns. Cromossomos sexuais são pacotes de DNA que impulsionam o desenvolvimento das características sexuais, pois, geneticamente, fazem essencialmente animais machos ou fêmeas.

Os seres humanos, por exemplo, têm cromossomos sexuais X ou Y, onde as fêmeas têm dois cromossomos X e os machos têm uma combinação de um X e um Y. No lugar de X e Y, cobras e muitos outros répteis possuem cromossomos Z e W.

Em todas as cobras, ZZ produz machos e ZW produz fêmeas. Curiosamente, todas as cobras destas ninhadas eram WW. Esta foi mais uma prova de que as cobras herdaram todo o seu material genético da mãe, já que apenas as mulheres carregam o cromossomo W.

Segundo os pesquisadores, os filhotes são, basicamente, meios clones da mãe. Isso porque as cobras bebês herdaram duas cópias de metade dos cromossomos da mãe, incluindo um cromossomo W.

O mais surpreendente é que os pesquisadores acreditaram por décadas que um animal WW não seria viável. Os únicos animais com as características cromossômicas WW foram criados em laboratório, utilizando técnicas genéticas para alterar artificialmente o desenvolvimento dos óvulos.

Em tais espécies, todos os exemplos naturais conhecidos de bebês produto de partenogênese são do sexo masculino, carregando um arranjo cromossômico ZZ.

Um outro mistério é o que levou a cobra a dar à luz dessa maneira. No passado, ela teve bebês sexualmente, e somente no ano em que ela estava hospedada com machos é que isso aconteceu. Os pesquisadores acreditam que alguma interação com um macho foi necessária, mas ainda não sabem por que ela não utilizou esperma. [BBC]

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Sonda da Nasa tira fotos do cometa Hartley II


A sonda “Impacto Profundo” da Nasa conseguiu tirar fotos incríveisdo cometa Hartley II enquanto ele passava perto da Terra. Foi o quinto cometa já “visitado” por uma sonda.

Essas imagens foram tiradas a 700 km de distância do cometa – enquanto o Hartley passava a quase 800 mil quilômetros da Terra. Para isso, a sonda foi colocada no piloto automático e deveria perseguir o segundo objeto mais brilhante a vista (como a sonda estava próxima ao cometa, excluindo-se o Sol, ela seguiu o Hartley) tirando fotos.

O resultado completo pode ser conferido neste site. [PopSci]

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Os cometas podem ter sido fonte de vida na Terra


Recentemente, cientistas encontraram evidências de que os cometas não só podem ter destruído vidas através de impactos catastróficos, como podem ter ajudado a vida na Terra através do fornecimento de moléculas vitais como a água.

Os cientistas esperam compreender mais sobre os cometas e essas possibilidades a partir do encontro com o cometa Hartley 2, que passa pela Terra hoje (4 de novembro).

Os cientistas acreditam que a Terra foi fundida quando se formou, há 4,6 bilhões de anos. Ela teria permanecido assim durante os primeiros 50 a 100 milhões anos. Tal calor também sugere que o planeta estava seco.

Quando surgiu a água na Terra, então? Que tipo de coisa carregada com a água poderia ter atingido a Terra? Os cometas são a resposta óbvia. Esses pedaços gigantes de gelo, juntamente com asteróides rochosos, que são os restos da formação do sistema solar, podem ter trazido água a Terra.

Além disso, os astrônomos descobriram que as superfícies de cometas aparentemente são revestidas com compostos orgânicos, sugerindo que eles também podem ter fornecido outros ingredientes essenciais para a vida.

Porém, isso começou a mudar há 15 anos. Os cientistas resolveram observar níveis padrões de átomos de hidrogênio e de deutério, que tem um próton e um nêutron em seu núcleo. Os índices de deutério e hidrogênio observados em quatro cometas são maiores do que os encontrados nos oceanos da Terra. Se os oceanos fossem criados por cometas, estes índices deveriam ser os mesmos.

Alguns pesquisadores começaram a procurar outras fontes plausíveis de água e de vida na Terra. Simulações de órbitas no Sistema Solar sugeriram que os asteróides seriam uma melhor fonte do que os cometas, que geralmente ficam mais longe.

O cinturão de asteróides fica mais perto, um pouco além da órbita de Marte, enquanto o cinturão de Kuiper (dos comentas) está além da órbita de Netuno, cerca de 30 a 40 vezes a distância que a Terra está do sol. Além disso, materiais orgânicos como os aminoácidos foram detectados nas partes externas do cinturão de asteróides.

Em alguns asteróides, a proporção de deutério para hidrogênio é compatível com a encontrada nos oceanos da Terra. Além disso, cometas foram descobertos no cinturão de asteróides em 2006.

De qualquer forma, ainda não existe resposta certa para tal problema. Os contratempos são muitos. Em primeiro lugar, não se pode afirmar que a água dos oceanos manteve as mesmas taxas de deutério e hidrogênio ao longo do tempo, sendo que características geológicas poderiam ter alterado estas relações.

Também, enquanto os cometas de curto período vêm do cinturão de Kuiper, cometas de longo período (aqueles que levam mais de 200 anos para completar uma órbita) vêm da Nuvem de Oort, ainda mais distante, e as razões de deutério para hidrogênio desses cometas não foram medidas.

Outra possibilidade é que a Terra não era tão seca quando se formou. Sendo assim, especialistas palpitam que os oceanos da Terra podem ter sido formados com a contribuição de três elementos: cometas, o cinturão de asteróides, e o material primordial. A questão é descobrir qual foi a maior fonte.

Assim, o encontro com Hartley 2 pode ajudar a determinar se os cometas antigos forneceram água e ingredientes para a vida na Terra. A nave NASA chegará 698 km do cometa. Ao contrário dos outros quatro cometas que as naves espaciais estudaram, o núcleo ou centro de Hartley 2 deve ter sido mais facilmente afetado por quaisquer eventos que ajudaram a moldar os cometas após a formação do sistema solar.

Comparar Hartley 2 com os quatro outros maiores cometas deve ajudar a entender as propriedades dos cometas que semearam a Terra no seu início. A ideia é entender como eles podem ter mudado ao longo do tempo, para descobrir como eles eram no passado. [LiveScience]

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Foto espacial: um céu iluminado por “estrelas”?


O que você vê na imagem? Um telescópio apontado para constelações brilhantes? Nada disso – a imagem é uma foto da Estação Espacial Internacional apontada para a Terra, enquanto ela sobrevoava a Costa do Golfo e parte dos Estados Unidos.

Essa é uma imagem comemorativa – há 10 anos consecutivos a Estação Espacial Internacional é habitada.

360 quilômetros abaixo da Estação está Nova Orleans. Mais para o Oeste está localizada Houston. Quanto mais luzes, mais populosa é a cidade. [Nasa]

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A inacreditável amizade entre um homem e seu crocodilo





Chito é o porto-riquenho que você vê na foto, nadando com seu melhor amigo, Pocho – o crocodilo.

Também conhecido como o “homem crocodilo”, a amizade de Chito com o “bichinho” começou a 20 anos atrás, quando ele encontrou Pocho baleado no olho esquerdo. Ele pediu que amigos o ajudassem a levar o crocodilo para casa, tentando fazê-lo sobreviver.

Pocho estava muito magro e doente e, segundo o Chito, ele precisava de comida e de muito carinho. Ele até dormia ao lado do lago onde colocou o crocodilo, para que o bicho não se sentisse sozinho. E, quando ele saia do lado do lago, Pocho o seguia para dentro de casa.

Depois de alguns anos, Chito percebeu que Pocho não era uma ameaça – ele tomou coragem e se aproximou do animal. Desde então eles são melhores amigos.

Ele ensinou alguns truques para o animal e começou a fazer apresentação para os amigos. Hoje Chito e Pocho são uma atração turística – se você estiver na Costa Rica, próximo a Sarapiqui, pode visitar os dois pagando alguns dólares.

[OddityCentral]

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O mais veloz supercomputador do mundo é chinês


Hoje, no Encontro Anual de Computação de Alta Performance, foi apresentado ao público o Tianhe-1A – o computador mais rápido do mundo.

Sua performance é de 2507 petaflops. Criado pela UniversidadeNacional de Tecnologia de Defesa da China ele já está pronto para ser usado. O Tianhe custou 88 milhões de dólares e pesa 155 toneladas. O sistema inteiro consome 4,04 megawatts de eletricidade.

Segundo os criadores do Tianhe, ele será poderá ser usado por qualquer um que tenha um projeto científico que necessite de sua alta performance. [Mashable]

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Astrônomos usam o Hubble para prever o movimento de estrelas


Semana passada, o Hubble “enxergou” o objeto espacial mais distante já avistado, mostrando como o Universo próximo se parecia a 13 bilhões de anos. Agora as habilidades do Hubble estão sendo usadas para prever o futuro – mais precisamente, a movimentação de estrelas nos próximos 10 mil anos.

Omega Centauri é um aglomerado de estrelas na Via Láctea e é um local onde há muita atividade estelar – são 10 milhões de estrelas próximas em um espaço relativamente pequeno para elas. Séculos atrás o aglomerado parecia aos observadores uma única estrela, mas graças ao Hubble foi possível perceber que são, na verdade, muitas.

Mas para entender como esses aglomerados globulares acabaram se formando os pesquisadores precisam entender, também, como essas estrelas acabaram juntas e se há um buraco negro por trás de toda essa atividade.

Sendo assim, pesquisadores do Instituto Espacial de Baltimore passaram a analisar imagens tiradas durante quatro anos. Os dados foram criados para prever o movimento das estrelas durante os próximos 10 mil anos. Como dificilmente veremos esses fenômenos, você pode conferir o vídeo montado pelos cientistas abaixo:

[PopSci]

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Para lá de URGENTEEEEE!





Posted By: Marcia Frazão

To: Members in Pedras não foram feitas para matar mulheres.

Para lá de URGENTEEEEE!

URGENTEEEEE! Ainda dá tempo! Se a gente chover emails para o presidente iraniano, talvez ele seja complacente e talvez até comece a lutar pela revisão das leis iranianas. Vamos enviar emails para ele? O endereço da página é www.president.ir/en/ Como muita gente pode ter receio de escrever para lá (confesso, fiquei morrendo de medo), e depois de vencer o medo, relutar sobre o que escrever, segue um modelo equilibrado, diplomático, isento de qualquer ofensa, elaborado por Luiz Amaral, um arquiteto português , membro da causa Pedras Não Foram Feitas Para Matar Mulheres:


My name is -----.I am a ---- years old Brazilian -------.

I pay my respects to Iran, to Islam, and to your leadership of that great country.I must underline that I have no religious preferences and I believe that if there is a God in the Universe, in due time, he will "treat" Christians, Jews, Muslims, Hindus, Buddhists and all others, with the same kind of judgemental attitude, for we all are born equal, no matter race, skin colour or sex. I have no intentions to give you any kind of lecture about human rights... or wrongs. Nevertheless, despite our different cultural backgrounds (differences makes us both more rich and complementary) we both belong to the brotherhood of mankind. While living under the same Sun and over the same Hearth, we share a common destiny. We face and are called to act under common global challenges.Differences are only visible when we look at the way we both "respond" to those challenges...Today I am begging for your superior understanding of human nature.Does Sakineh deserves to die?I know that WE ALL DESERVE to die...I'm also sure we ALL WILL DIE.Please consider the best interest of Iran Please consider the best interest of IslamBe prudent and be wise. Save Sakineh's live!The whole world will thank you and will also start looking at Iran as companion and a partner in the great adventure of mankind towards greatness, peace and happiness.
Thank you!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

“Piranha gigante” é capturada no Rio Congo




O canal de TV a cabo Animal Planet tem um programa chamado River Monsters (Monstros do Rio) onde um famoso pescador chamado Jeremy Wade viaja tentando capturar peixes incríveis.

Em um programa gravado no rio Congo ele conseguiu: Wade tirou da água uma enorme piranha. O bichão tinha 1,5 metro de comprimento e 32 dentes enormes e afiados – comparáveis aos de um tubarão branco. Tanto que, nas fotos, Jeremy está segurando o peixe com as duas mãos, com medo de levar uma mordida.

Na verdade o peixe não é uma piranha, e sim uma espécie similar chamada “Peixe-tigre Golias” – Hydrocynus goliath – que é um dos bichos de água doce mais ferozes do mundo.

A “piranha” pesava 45 quilos e já estava se tornando famosa na região – testemunhas viram ela se alimentando de peixes de seu tamanho e há aqueles que dizem tê-la visto despedaçando crocodilos. Mas aí não dá pra saber se é, ou não, história de pescador.

[OddityCentral]

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Plantas desempenham papel mais importante do que se pensava na limpeza da atmosfera


Uma pesquisa recente afirma que a vegetação desempenha um papel maior do que o pensado na limpeza da atmosfera.

Graças a observações, estudos de expressão gênica e modelagem por computador, os pesquisadores puderam demonstrar que as plantas caducifólias absorvem cerca de um terço mais poluentes químicos atmosféricos de do que se pensava anteriormente.

Segundo os cientistas, as plantas ativamente consumem certos tipos de poluentes. A equipe focou em uma classe de substâncias químicas conhecidas como compostos orgânicos voláteis oxigenados, que podem ter um impacto a longo prazo sobre o ambiente e a saúde humana.

Os compostos se formam abundantemente na atmosfera, a partir de hidrocarbonetos e outras substâncias químicas que são emitidas de fontes naturais, incluindo plantas, e fontes relacionadas às atividades humanas, incluindo veículos e materiais de construção.

Esses compostos ajudam a formar quimicamente a atmosfera e influenciam o clima. Eventualmente, alguns evoluem para pequenas partículas no ar, conhecidas como aerossóis, que têm efeitos importantes sobre as nuvens e a saúde humana.

Ao medir os níveis dos poluentes em vários ecossistemas, os pesquisadores determinaram que as plantas caducifólias parecem absorver os compostos a uma taxa inesperadamente rápida, até quatro vezes mais rápida do que se pensava.

Essa captação é especialmente rápida em florestas densas, e mais evidente perto do topo das copas das florestas. Tal absorção é responsável por 97% do consumo de poluentes observado no estudo.

Mas como as plantas absorvem essas grandes quantidades de substâncias químicas? A equipe descobriu que quando as árvores estão sob estresse, por causa de um ferimento físico ou devido à exposição à poluição por ozônio, por exemplo, elas começam a aumentar drasticamente a sua absorção de poluentes.

Ao mesmo tempo, ocorrem mudanças nos níveis de expressão de determinados genes que indicam elevada atividade metabólica nas árvores. Os pesquisadores concluíram então que o consumo de poluentes parece ser parte de um ciclo metabólico maior.

As plantas podem produzir substâncias químicas para se proteger de poluentes irritantes e repelir invasores, da mesma forma que o corpo humano pode aumentar sua produção de glóbulos brancos em reação a uma infecção.

Mas estes produtos químicos, se produzidos em grande quantidade, podem tornar-se tóxicos para a planta. A fim de metabolizar estes produtos químicos, as plantas começam a aumentar os níveis de enzimas que transformam os produtos químicos em substâncias menos tóxicas. Sendo assim, a planta acaba consumindo também os poluentes do ar, que podem ser metabolizados pelas enzimas.

De forma resumida, as plantas podem realmente ajustar seu metabolismo e aumentar a sua absorção de produtos químicos atmosféricos como uma resposta a vários tipos de estresse, o que acaba tendo o efeito colateral de “limpar a atmosfera”.

Os resultados da pesquisa indicaram que, em um nível global, as plantas estão absorvendo 36% mais poluentes do que já havia sido contabilizado anteriormente. Além disso, já que as plantas estão diretamente removendo esses poluentes, menos compostos estão evoluindo para aerossóis. [NationalScienceFoundation]

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Áreas danificadas por elefantes favorecem anfíbios e répteis


Segundo um novo estudo, áreas fortemente danificadas por elefantes possuem mais espécies de anfíbios e répteis do que as áreas onde eles não vivem.

Cientistas americanos realizaram um estudo em Ndarakwai Ranch, um local de 4.300 hectares misto de florestas de savana (dominadas por duas espécies de Acácia) e savana, no nordeste da Tanzânia, entre agosto de 2007 e fevereiro de 2008.

Eles identificaram as áreas que sofreram danos altos, médios ou baixos graças aos elefantes livres nanatureza, as quais foram comparadas com uma área de 250 hectares que foi cercada para evitar a entrada de grandes herbívoros, como elefantes, girafas e zebras.

Os pesquisadores afirmaram que as áreas com mais danos causados pelos elefantes à vegetação lenhosa eram mais ricas e abundantes em espécies.

Em áreas altamente danificadas pelos elefantes, 18 espécies de anfíbios e répteis foram amostradas. As áreas de dano médio eram compostas por 12 espécies, enquanto as áreas de baixo dano tinham 11 espécies. O menor número de espécies se encontrava na área cercada, onde os elefantes não chegam: 8.

Os cientistas concluíram que a diferença na abundância e riqueza de espécies nas áreas degradadas foi provavelmente um resultado da engenharia dos elefantes, gerando novos habitats para um conjunto diversificado de espécies de sapos.

Segundo os cientistas, os elefantes são considerados “engenheiros ecológicos” porque criam e mantêm ecossistemas através de mudanças. As atividades dos elefantes, e também de algumas outras espécies, modificam o habitat de uma forma que afeta muitas outras espécies.

Desde cavar a terra com as patas fronteiras até puxar e derrubar grandes árvores, os elefantes realmente mudam a forma da paisagem. E como seus sistemas digestivos não são muito bons em processar as sementes que eles comem, suas fezes são ótimos adubos. Assim, os elefantes também são capazes de rejuvenescer a paisagem, transportando sementes a vários lugares.

No estudo, os pesquisadores observaram que crateras e resíduos lenhosos formados por árvores arrancadas e quebradas por elefantes aumentou o número de refúgios que as outras espécies tinham contra predadores.

Eles acrescentaram que os locais danificados também foram favorecidos por insetos, uma importante fonte de alimento para anfíbios e répteis. Portanto, a abundância e a diversidade de presas pode ser um fator que atraiu essas espécies a áreas modificadas pelos elefantes.

Os cientistas explicam que essas descobertas têm implicações para as estratégias de gestão de habitat e vida selvagem. Como o ser humano acaba gerenciando habitats, deve saber exatamente com o que está lidando.

Segundo os pesquisadores, este estudo demonstra que, embora as coisas possam parecer prejudiciais aos olhos humanos (como a destruição do meio ambiente), isso não significa necessariamente que seja prejudicial para toda a vida que está naquele habitat. [BBC]

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Animais bizarros: o porquinho sorridente do oceano



Você sabe o que é essa bolinha sorridente e cabeluda? É aHelicocranchia pfefferi, uma criatura oceânica também conhecida como polvo-porco.

Ele tem apenas 10 centímetros e é normalmente encontrado em locais escuros e profundos, a mais de 90 metros abaixo da superfície do mar.

O “cabelo” são os tentáculos do polvo, que ficam enrolados sobre sua cabeça. O sorriso é feito por um pigmento que ele apresenta na pele.

[This Blog Rules]

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