segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

30 curiosos mistérios inexplicáveis (06)






10.  As ultimas palavras de Einstein
Sabe aqueles momentos que você pensa: Inferno, por que eu não ando com um gravador?! Pois bem, esse deve ter sido o mesmo pensamento da enfermeira que atendeu Albert Einstein em seus últimos suspiros.

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Aos 76 anos, o venerável professor sofreu hemorragia interna a partir de um aneurisma abdominal. Ele foi atendido no Hospital de Princeton, onde ele se recusou a realizar uma cirurgia, tendo reconhecido que o seu tempo havia acabado. Ele morreu na manhã seguinte, mas antes do ceifador tocá-lo, Einstein pediu a enfermeira que ouvisse um segredo, suas ultimas palavras, as quais ela deveria repassar ( a quem, não sabemos). Infelizmente, as palavras foram proferidas à pessoa errada: as palavras foram ditas no alemão nativo de Einstein, uma linguagem com a qual a enfermeira não estava familiarizada e por isso, NÃO ENTENDEU A PORRA DO SEGREDO! Desculpe se me exalto, mas pense: eram as ultimas palavras de Einstein, era um segredo, as chances de não ser algo absolutamente FODA são mínimas! E se perderam … na ignorância de uma enfermeira que faltou a aula de Alemão Nativo. Vai que era uma equação para construir um monólito que tudo sabe e terminar com todos os problemas do mundo? Viu o que dar gazear a aula!
9. O Crânio de Agnes Hall
Essa é uma história que começa bizarra e termina bizarra… e no meio também é bizarra!
Burton Agnes Hall, em Driffield, East Yorkshire contém um segredo que poucos tentaram desvendar, sem sucesso. A história começa durante a construção do Salão Real durante o reinado da Rainha Elizabeth I. No dia da inauguração a família estava toda reunida para prestigiar o evento junto com seu criador Sir Henry Griffiths, mas algo inesperado iria ocorrer: uma das irmãs de Sir Henry, Anne, acabou sendo esfaqueada e morta por um assaltante desconhecido. Antes que ela passasse dessa para melhor, chamou uma das suas irmãs e fez com que ela prometesse que a sua cabeça seria arrancada e colocada sob um altar, no Salão. Logicamente, a irmã prometeu, mas depois que a coitadinha deixou esse plano, ela desistiu da idéia. Enterrou o corpo da irmã no Mausoléu da família e lá ele permaneceu até que eventos fantasmagóricos começaram ocorrer. Durante os jantares, diziam os visitantes, eram possível escutar os gritos, que alguns considerável insuportáveis, vindo do altar do Salão. Tamanha era a repetição do evento que a família decidiu que iria abrir o Mausoléu e pegar a cabeça da “gritona”. Para surpresa de todos, encontraram o crânio sob o caixão lacrado.
Levaram o crânio para o altar e os gritos cessaram. O tempo passou, a história foi se perdendo no tempo e um dia um dos descendentes de Henry se questionou o porquê tinha um crânio em um altar no Salão Real. Mesmo descobrindo a história, o descendente de Henry decidiu que o crânio não combinava com a nova decoração e decidiu tirá-lo de lá! Não demorou para que os gritos começassem novamente. Eram tão insuportáveis que ninguém na casa conseguia mais dormir ou fazer qualquer outra coisa senão se irritar com os gritos!Decidiram então, para o bem de todos, construir uma parede, entre o altar e o resto do Salão e colocaram o crânio no seu devido lugar novamente. Os gritos pararam. Até hoje o crânio permanece atrás da parede do Salão Real de Agnes Hall. 
8. Nascimento de Cervine
O vídeo “Nascimento de Cervine” virou uma verdadeira lenda urbana depois da sua publicação em 2009 com a publicação. A história diz que o clipe foi colocado no YouTube por um artista amador não identificado do Reino Unido. Depois de um curto período de tempo, o filme foi removido por causa do conteúdo perturbador.
O vídeo começa mostrando um campo nebuloso enquanto a câmera se aproxima de um veado albino aparentemente doente olhando deitado no chão. Depois a câmera focaliza no olho do veado, em seguida, troca para uma cena onde o animal se debate de forma antinatural.
Neste ponto, um líquido escuro é excretado a partir da cauda do animal, o que indica que ele pode estar em trabalho de parto. Depois de vários minutos, um natimorto humanóide é retirado o corpo do veado. O animal é coberto com uma substância tipo alcatrão escuro, de modo que é difícil de identificar.
 O vídeo, em seguida, move-se para uma foto borrada em close-up do rosto  da criatura, e posteriormente uma platéia aplaudindo em câmera lenta.
As autoridades exigiram ao artista que montasse o modelo do humanoide usado no filme. Ele se recusou e virou alvo de investigação. Ninguém sabe ao certo como ele fez o filme. Por fim, o filme sumiu da Internet: é complicadíssimo encontrar a versão completa e suspeitam que as próprias autoridades que investigam o caso sejam as responsáveis pelo sumiço do vídeo da Internet.
Tudo isso terminou culminando na origem de uma lenda urbana que diz que o vídeo pode mostrar o nascimento real de um humanoide. 
7. O Homem Coelho
Imagine o Pernalonga na vida real. Imaginou? Esse o Homem Coelho, o criptido companheiro do Homem Coruja dessa lista.
Os rumores se alastram desde a década de 20, que nas redondezas de Fairfax County, Virginia, existe uma criatura, meio humana, meio coelho, vivendo nas cavernas da região. Porém, ao contrário da maioria dos criptidos, o Homem Coelho fala e pior, segundo as testemunhas, é de uma inteligência absurda!
A primeira, e aparentemente mais credível história, foi relatada pela cadete da Força Aérea Bob Bennett, que estava sentado em seu carro com sua noiva em Burke, Virginia. De repente, uma figura de pelagem branca apareceu, quebrando a janela de uma do seu carro com uma machadinha. Bob relatou o incidente à polícia, alegando que o homem estava vestindo um terno de coelho. Mais tarde, Bob disse aos superiores que o Homem era realmente um coelho, ou melhor, um Homem Coelho!
A partir as histórias do Homem Coelho apareceram aos montes. Por mais estranho que pareça, não é uma criatura selvagem, tão pouco pretende atacar suas vítimas. Parece mais querer assustá-las para que essas saiam de determinado local. Segundo testemunhas, o Homem Coelho tem uma voz estridente e é difícil entender por completo o que ele diz. Entretanto, já houve relatos em que as vítimas disseram que o Homem Coelho ajudou-as a sair de enrascadas. O gente boníssima (melhor dizendo, meio gente boníssima) sr. Coelho já fez até curativos em uma das testemunhas que, acidentalmente, caiu desfiladeiro abaixo após fazer uma trilha por um local desconhecido da floresta.
É mole, camarada? Só falta o Patolino aparecer!
6. A mudança brusca do DNA Humano
Você sabia que a diferença entre o DNA Humano e do Chimpanzé é de 1,6%? Essa pequena diferença gera tudo o que somos hoje! 1,6% é o responsável por fazer você um homem e não um chimpanzé! Agora imagine 2% de diferença, até mesmo 5% de diferença? O Dr. Alan Cooper descobriu que há mais ou menos 4500 anos atrás um evento muito estranho ocorreu na Terra e que esse foi o divisor de águas para que nós nos diferenciasse dos demais animais. Cooper não sabe dizer o que é, porém identificou agora absurdamente estranho: antes desse evento, o ser humano tinha um DNA com quase 1% de diferença do que é hoje, em resumo, éramos mais macacos do que homem. Em um curto espaço de tempo, os humanos tiveram seu DNA completamente modificado, evoluindo para o que é hoje. O que teria desencadeado tamanha transformação?
Muitas teorias tentam explicar o assunto, entre elas, a que mais chama atenção é que a Terra sofreu uma série de bombardeios do Sol e a radiação na Terra chegou a níveis nunca vistos antes. Os seres que sobreviveram sofreram bruscas mutações, entre eles, os humanos primitivos.
A mais bizarra entretanto é a que fala que foi a criação de Stonehenge a responsável pela mudança. Stonehenge começou coincidentemente a ser levantada nessa época e por esse motivo foi associada a mudança.
5. NightCrawler’s
Há um bom tempo a Internet tem apresentado gravações de câmeras de segurança dessas estranhas criaturas: Os NightCrawlers nossos bizarros amiguinhos que parecem não dar muita importância as câmeras de vídeo. Em já foram gravados pelo Mundo inteiro, sempre fazendo suas esquisitices, entre as quais, a preferida é “Estátuas de madeiras”  toscas!
Não se sabe o que são, o que fazem aqui e porque fazem suas esquisitices! Parecem com uma cabeça humana, sem tronco, com duas longas pernas tipo aquelas da Ana Hickmann e finíssimos braçinhos!
Os ufologos sugerem que essas estranhas criaturas são, na realidade, extraterrestres vindos de um sistema solar muito distante, pois ao contrário do demais extraterrestres que apesar de nunca terem apresentado uma prova irrefutavel de sua existência, sabemos muitos detalhes, os Nightcrawlers não deixam qualquer pistas senão suas toscas estátuas de madeira que dizem ser um sinal de amizade.
Burton Agnes Hall, em Driffield, East Yorkshire
4. O que é o Grande Atrator?
É uma autêntica odisséia no espaço. O planeta Terra está se movendo em desabalada carreira através do Universo— e um dos grandes desafios da ciência moderna é justamente determinar qual é, afinal, o destino definitivo dessa incrível viagem. O curto tempo necessário para ler esta página basta para mostrar que a viagem, além de incrível, é assustadora. Pois, sem perceber, quando terminar a leitura, um terráqueo terá se deslocado por uma distância imensa: cerca de 400 mil quilômetros, ou dez vezes a circunferência do planeta, segundo as últimas contas apresentadas pelos astrônomos e astrofísicos, os homens que investigam o céu.
O que eles não sabem é explicar a causa desse movimento, o qual, traduzido em grandes números, indica que a Terra voa a cerca de 2 milhões de quilômetros por hora, vinte vezes mais veloz que as mais lépidas naves já lançadas. Os cientistas imaginam que estamos sendo arrastados por uma inesperada e formidável concentração de estrelas, em algum ponto do espaço, na direção da constelação do Cruzeiro do Sul, mas certamente muito além dela. Incapazes de divisar o vasto vulto dessa massa de estrelas, que permanece nos confins do Cosmo, oculta dos telescópios, os cientistas se contentam em lhe dar um nome portentoso: o Grande Atrator.
É possível até que não haja estrela nenhuma na reta final da corrida: o Grande Atrator pode revelar-se um personagem muito mais estranho e incomum do que os prosaicos sóis conhecidos pela ciência. As mais notáveis candidatas ao título de Grande Atrator ainda são as estrelas, ou melhor, as grandes concentrações de estrelas, como as galáxias e os grupos de galáxias, chamados aglomerados ou superaglomerados, dependendo do seu tamanho. É instrutivo observar esses colossos siderais para entender como nasceu o enigma do Grande Atrator. O périplo terrestre começa com o Sol, o mais próximo centro de força gravitacional que influencia o movimento do planeta. A portentosa massa solar exerce uma atração constante sobre a Terra, fazendo-a girar à sua volta a 100 mil quilômetros por hora.
Mas isso não é tudo: em seguida é preciso acrescentar o movimento do próprio Sol, que se move levando consigo todo o séquito de planetas a rodopiar no céu. A situação é curiosa, pois, quando os dois movimentos se somam, a Terra acaba realizando uma infindável espiral no espaço, algo como um descomunal saca-rolha. Na verdade, é difícil visualizar a tortuosa trajetória da Terra, já que o Sol não corre em linha reta, mas gira a cerca de 1 milhão de quilômetros por hora em torno do centro da galáxia, a Via Láctea—levando quase 200 milhões de anos para completar o percurso. Sob a forma de um grande redemoinho, onde se agitam nada menos de 200 bilhões de estrelas— das quais alguns milhares enfeitam as noites terrestres—, também a Via Láctea está sendo arrastada. Junto com outras 21 galáxias próximas, denominadas coletivamente Grupo Local, ela arremete na direção de um distante aglomerado de galáxias, conhecido como Virgem.
“Nesse ponto, é inevitável nos sentirmos como uma colônia de micróbios na ponta da asa de uma andorinha”, compara o astrofísico brasileiro Augusto Daminelli, do Instituto Astronômico e Geofísico (IAG) da USP. Nessa metáfora, cada andorinha representa uma galáxia. “Então, a hercúlea tarefa do astrônomo é tentar prever o destino de todo o bando de aves”, descreve Daminelli. Não se deve esquecer que a Terra, assim como o Sol e as outras estrelas, acompanha o movimento das galáxias e aglomerados. A sua revoada cósmica, por essa razão, se torna terrivelmente complexa. Além disso, as galáxias muitas vezes se emaranham umas nas outras em épicas confusões—é o que astrônomos chamam “canibalismo cósmico”.
“A própria Via Láctea, neste momento, parece estar dilacerando uma dessas vizinhas menores”, provoca o astrofísico Daminelli. Trata-se da Pequena Nuvem de Magalhães, situada a apenas 150 mil anos-luz de distância (cada ano-luz representa 9,5 trilhões de quilômetros; em comparação, a mais próxima grande galáxia, Andrômeda, situa-se a 2,2 milhões de anos-luz). Assim, as partes mais próximas da Nuvem de Magalhães estão sendo tragadas pelo puxão gravitacional da Via Láctea. E certo que algumas colisões cósmicas podem envolver centenas de galáxias, gerando um híbrido imenso e deformado, com mais de 1 trilhão de estrelas— algo que soa natural apenas a uma íntima fração do gênero humano, os astrofísicos.
No entanto, o fato de sermos simples micróbios em escala galáctica tem as suas vantagens: “Essas colisões são muito grandes para nos afetar”, ensina Daminelli. De fato, se a Via Láctea caísse na goela de um canibal do espaço, as nossas estrelas apenas mudariam de posição—não haveria choque com as invasoras porque os astros estão geralmente muito afastados uns dos outros. Além desse efeito, notaríamos apenas, milênio após milênio, um vagaroso aumento do número de estrelas no céu. O primeiro passo para a descoberta do Grande Atrator, nesse agitado ambiente intergaláctico, foi dado por dois pesquisadores americanos, Brent Tully e Marc Aaronson (este, falecido no ano passado e o primeiro trabaIhando na Universidade do Arizona).
A sua proeza foi determinar, há mais de dez anos, o movimento das 22 galáxias do Grupo Local na direção do aglomerado de Virgem, a 900 mil quilômetros por hora. Essa violenta fisgada se explica porque, embora a 70 milhões de anos-luz de distância, o aglomerado de Virgem contém centenas de galáxias e ainda um avantajado canibal bem no seu centro. Mas Virgem não permaneceu muito tempo com o título de Atrator: em 1977, descobriu-se que a Terra tinha outra direção no espaço além dessa. O planeta parecia estar se dirigindo rumo ao superaglomerado de Hidra-Centauro, duas vezes mais distante e—a julgar por sua força— dez vezes maior do que Virgem.
A surpresa foi grande, pois não se esperava que houvesse outra enorme concentração de matéria capaz de competir com aquele aglomerado. Mas a novidade foi cuidadosamente checada e confirmada. Os grandes telescópios revelaram que na direção da parte da Via Láctea ocupada pelas constelações da Hidra e do Centauro, mas a 120 milhões de anos-luz, há um gigantesco enxame de estrelas, como nunca se tinha visto antes. A descoberta deixou os cientistas desconfiados; afinal, como ter certeza de que no futuro não se achariam novas causas para o rocambolesco movimento da Terra? Era preciso imaginar um meio de dar um xeque-mate na questão—e foi com essa meta que se reuniram, há cerca de cinco anos, os membros de um grupo de elite da comunidade astronômica, que atende pelo respeitável apelido de Os Sete Samurais. Fiéis à fama, os americanos Alan Dressler, David Burnstein, Roger Davis, Sandra Faber, e os ingleses Donald Lynden-Bell, Robert Terlevich e Garry Wegner decidiram lançar mão dos mais modernos instrumentos de investigação celeste para levar a cabo a missão. Suas armas de pesquisa são as mais sofisticadas do planeta, como os telescópios estrategicamente situados nos Andes chilenos, Estados Unidos, incluindo Havaí, Austrália e África do Sul. A grande vantagem desses instrumentos é a disponibilidade de tempo: podem ser empregados por longos períodos no mapeamento do céu. A eles, os Sete Samurais acrescentaram detectores eletrônicos capazes de registrar oitenta de cada cem partículas de luz que recebem—um avanço espantoso em relação aos filmes fotográficos, que acusam uma única partícula a cada cem.
Enfim, vêm os computadores. Diretamente ligados aos telescópios, analisam e corrigem incessantemente as imagens captadas, transformando sinais distorcidos em fonte segura de informação. Após cinco anos de trabalho, os Sete Samurais expuseram o resultado da caçada: o próprio superaglomerado de Hidra-Centauro está sendo arrastado. Ou seja, não é ele. ainda, o Grande Atrator.
Apresentada no final do ano passado, a notícia causou grande agitação entre os cientistas. Primeiro, porque o mapeamento dos Sete Samurais foi extremamente amplo, medindo a posição e a velocidade de 400 galáxias num raio de 400 milhões de anos-luz.. O segundo motivo de agitação é mais complexo. A partir de 1977, inventou-se novo método—muito preciso —para medir a velocidade da Terra, utilizando para isso nada menos que o brilho apagado do Big Bang, a grande explosão que deu origem ao Universo.
Essa luz fóssil, gerada entre 15 e 20 bilhões de anos atrás preenche por igual todo o Cosmo e chega à Terra vinda ao mesmo tempo de todas as direções. Ela agora se encontra na forma esmaecida de microondas, semelhante à radiação empregada nos fogões modernos. É o fato de ser idêntico em todas as direções do espaço que torna a luz do Big Bang um bom meio de medir a velocidade da Terra. Pois, se a Terra se move numa certa direção, a radiação primitiva será um pouco mais forte nessa direção —quebrando a uniformidade original do brilho cósmico. As medições realizadas até agora são taxativas: há realmente um ponto no céu onde a radiação se acentua, enquanto no rumo exatamente oposto ela se reduz a um mínimo.
Esse seria o movimento definitivo da Terra— medido em relação ao próprio espaço e não em relação a outras estrelas e galáxias. Descontadas todas as piruetas, a Terra estaria avançando a cerca de 2 milhões de quilômetros por hora rumo à constelação de Hidra. É de perder a respiração. Durante toda a história da humanidade, a sensação de movimento sempre provocou um certo desconforto. Quando o astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543) descobriu a revolução da Terra em torno do Sol—foi a primeira vez que se admitiu que a Terra não estava em repouso sereno—, a reação dos conservadores foi violenta, como se vê pelo destino do filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600), queimado por defender a existência de infinitos mundos em permanente correria cósmica.
Lentamente, a noção de movimento acabou se impondo, mas mesmo assim resta uma certa inquietação. Esta se revela, no caso do Grande Atrator, diante da possibilidade de que o Universo não seja tão bem organizado quanto se pensava. “As grandes concentrações de galáxias perturbam a imagem que temos do Cosmo”, observa Daminelli. Feitas todas as contas, explica ele, os cientistas esperavam encontrar uma escala de distância onde as concentrações desapareceriam: o excesso de galáxias em alguns lugares seria compensado pela ausência de matéria em outros.
Os mais recentes mapeamentos do céu deixam dúvida, porém, quando à existência de tal escala: 400 milhões de anos-luz é uma porção considerável do espaço e mesmo assim continua apresentando desigualdade na distribuição dos astros. Por que será que o Universo apresenta uma face luminosa tão uniforme, enquanto a matéria se mostra tão heterogênea? Esta é a monumental pergunta que o Grande Atrator coloca aos cientistas empenhados em caçá-lo. Da resposta pode resultar mais uma reviravolta no conhecimento humano sobre o infinitamente grande.
3. O Quarto 428
A queridíssima e aconchegante Universidade de Ohio, por si só, já um dos lugares mais agradáveis de se ficar a quilômetros de distância! Eventos sombrios são relatados por estudantes que vão de gárgulas andando pelo telhado a noite à seitas sinistras de seres estranhos e encapuzados.  Nesse mar de alegria Poltergeist, o epicentro de toda a bagunça parece ser o Quarto 428.
Há tempos a Universidade decidiu fechar o quarto para o uso de estudantes. Desde então apenas uma faxineira entra lá, uma vez por mês, durante o dia.
No quarto estranhos eventos ocorrem, entre os quais os mais comuns são: sombras que aparecem no meio da noite e puxam as pessoas da cama, objetos que voam pela janela, objetos que acertam os visitantes e ninguém sabe de onde vem, e claro, o mais bonitinho de todos, um rosto de demônio que aparece constantemente na porta do Quarto. Coisa fina! Para evitar maiores repercussões e não perder alunos em massa, a universidade resolveu fechar de vez o quarto. A lenda diz que uma aluna chamada Elizabeth C. Bridge ficou insana depois de passar duas semanas hospedada no quarto. No final do período, ela não saia mais, ficava trancafiada, no escuro, até que seus colegas notaram sua ausência e já suspeitando do seu comportamento estranho, resolveram invadir o quarto: encontraram Elizabeth no chão, nua, encolhida em posição fetal, resmungando palavras indecifráveis.
A Universidade alega que Elizabeth Bridge nunca existiu e que é apenas uma lenda urbana, entretanto, também não abre o quarto para outros estudantes.
2. Jacqueline Priestman – A Dama Eletricidade
Jaqueline Priestman tinha uma vida triste. Tudo começa em 1980. Certo dia, Jaqueline teve uma discussão com o seu primeiro marido, Ron e quando esse estava saindo de casa, essa gritou: “Espero que você caia e quebre o pescoço”. Dito e feito, o pobre caiu de moto e adivinha só: quebrou o pescoço! Jacqueline, completa de remorso pensou que a culpa foi sua. Tempos depois, coisas estranhas começaram a acontecer a sua volta. Lâmpadas irradiavam até estourar, objetos elétricos explodiam, espelhos estouravam. Jacqueline pensou ser vítima do fantasma do seu marido. Chamou padre, investigadores paranormais, até exorcistas…. nada adiantou.
Um dia, sendo entrevistada por uma jornalista, foi acusada de ser uma fraude e isso fez com que ela ficasse tão nervosa que todos os equipamentos elétricos de sua casa explodiram (imagina como a jornalista deve ter ficado vendo isso). Por sorte,  terminou casando com um eletricista que, por fim, levantou a suspeita de que Jacqueline sofresse com um acumulo fora do comum de energia estática após ver que o rádio e a TV não podia funcionar perto dela.
O professor de uma universidade local foi convidado pelo seu marido à visitar Jacqueline e constatou que a X-men poderia acumular 10 vezes mais energia estática que um ser humano comum. Na realidade, com tanta energia percorrendo pelo corpo, um humano comum já estaria morto por n motivos! O professor aconselhou um tratamento nada convencional: considerou Jacqueline uma bateria e o tratamento se baseou em técnicas para descarregar uma bateria, com horas segurando fios de aterramento entre outras bizarrices. De certo modo funcionou. Os eventos pararam de ocorrer, até o dia do nascimento do seu quarto filho, para infelicidade da parteira que levou um choque que a derrubou!
Jacqueline, curiosamente, teve uma vida normal depois disso praticando todos os dias as técnicas que o professor sugerira.
1. O Suicídio de Munchkin
Clássico infantil, O Mágico de Oztambém goza de uma lenda particular. Em uma cena específica, enquanto Dorothy, o Homem de Lata e o Espantalho saltitam de braços dados pela estrada de tijolos amarelos, ocorre uma estranha situação entre as árvores. Segundo alguns, seria o intérprete de um dos Munchkin – aqueles anões nativos do mundo de Oz – cometendo o suicídio! Para outros, é apenas um avestruz que passava por ali – a cena foi rodada com pássaros de verdade.
Apesar da produtora sustentar a idéia que era uma ave, muitos acontecimentos levantaram suspeitas, entre eles, o porquê da cena ser alterada na remasterização? Veja o vídeo e tire suas próprias conclusões.