segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

30 curiosos mistérios inexplicáveis (03)






25. O Baú de Jacob Cooley
Você, assim como eu, provavelmente não acredita em maldições, eu estou enganado? Pois bem, de fato, é difícil crer que “maldições” existam. No entanto, nessa nova lista do Ah Duvido, teremos alguns itens como esse, que mostram que, do mesmo modo que é difícil acreditar que maldições existam, é difícil de acreditar que tudo isso é mera coincidência.

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Há 150 anos, Jacob Cooley, um fazendeiro de grande renome, ordenou um dos seus escravos, chamado Oséias, construir uma arca para seu primeiro filho. Oséias começou a trabalhar na elaboração de uma caixa de madeira dia após noite, noite após dia, sem descanso. A dedicação era visível e deixou até os demais escravos preocupados com o comportamento de Oséias.
Certo tempo depois, Oséias terminou a arca. Seu mestre foi verificar o seu trabalho em seguida e ficou descontente com o seu trabalho. Sem dizer qualquer palavra, Jacob arrancou parte de uma barra de ferro que fazia da decoração do baú e bateu no pobre Oséias, em um ataque de violência absurdo, até a sua morte.
Os outros escravos de Cooley, assistindo aquela cena, juraram vingança pela morte de seu amigo. Invocaram naquela noite um ritual das suas raízes, que apenas os mais experientes praticantes da sua religião saberiam como fazer. No cair da noite iniciaram a conjuração através do sangue de Coruja sobre o baú de Cooley.
Pouco tempo depois, Cooley resolveu levar o baú para dentro da sua casa. Resultado: seu filho morreu. E o primogênito em seguida. Cooley atordoado e talvez consciente da maldição do baú, se desfez do objeto. E ele passou na mão de mais 17 pessoas … que morreram semanas após adquirirem o baú. A arca terminou abandona num deposito de um antiquário até ser adquirida pelo Museu de História de Kentucky em Frankfort, aonde se encontra até hoje.
24. Sítio Arqueológico de Ubaid
O sítio arqueológico Ubaid no Iraque é uma mina de ouro para os arqueólogos e historiadores. Desde a sua descoberta, arqueologos tem encontrado na região inúmeros objetos e pinturas de uma época pré-sumério chamada de período Al-Ubaid (5900-4000 aC).No entanto, alguns desses objetos são bastante perturbadores.
Para começar temos as estátuas de lagartos humanoides que eram confeccionadas por eles, porém, diferentemente de outras culturas, essas estatuetas não eram representação de deuses, segundo os especialistas. Seriam mais como, um retrato de hoje em dia. Mas, se eram retratos, por que diabos tinham esse aspecto reptiliano?
Além disso, temos gravações em pedras, pinturas e mais uma infinidade de objetos que demonstram homens vivem em conjunto com lagartos humanoides.
Muitos estudiosos já tentaram derrubar a crença dos homens lagartos, porém, nenhum dos estudos apresentados tinham argumentos concretos. Nada além de suposições tais como “os humanos daquela época se viam como lagartos” que fazem menos sentido do que a bizarrice da história original.
23. J’ba Fofi
Aranhas comuns já são o pesadelo de muita gente… agora imagine uma aranha que pode ter até 5 metros de envergadura? J’ba Fofi é uma criatura criptozoologica que mete medo em qualquer marmanjo por aí! Dizem que seu habitat natural é nas profundezas das florestas inabitadas do Congo. Suas lendas são conhecidas desde tempos remotos no Congo, entretanto, nenhum homem conseguiu capturar uma viva para comprovar a veracidade de sua existência.
A ultima expedição a se deparar com o estranho inseto foi a expedição organizada pelo explorador William Gibbons em novembro de 2000. Curiosamente, esta expedição tinha como fim encontrar outro animal não identificado, conhecido como “mokele-mbembe”. Nesta expedição, o chefe da tribo Baka, em Camarões, informou Gibbons sobre uma aranha gigantesca que havia construído seu ninho nas proximidades da aldeia. Os exploradores descobriram no seu caminho vestígios estranhos, tais como grandes partes da floresta totalmente cobertas por teias, entretanto não avistaram nenhuma aranha gigante.
Outro relato famoso do criptido é do casal Reginald e Margurite Lloyd em 1938, que afirmaram terem avistado, no Congo, uma enorme aranha cruzando uma trilha na qual estavam percorrendo a caminhão.
Verdade ou não, quem é corajoso o suficiente para ir para o meio das florestas do Congo tentar descobrir?
22. O Livro Vermelho de Jung
Jung e Sigmund Freud são dois grandes pensadores da Psicologia. Carl Jung foi um psiquiatra influente considerado o fundador da psicologia analítica. Jung colaborou com Sigmund Freud por anos e era conhecido por seu trabalho com pacientes esquizofrênicos.
Em 1913, a relação profissional de Jung com Freud sofreu um abalo e terminou e depois disso ele começou a desenvolver sérios problemas de saúde mental, admitindo tanto alucinações auditivas e visuais no que ele descreveu como um “confronto com o inconsciente”.
O Livro Vermelho nasceu nessa época. Conhecido também como Liber Novus (O Novo Livro) é um manuscrito de 205 páginas escrito e ilustrado por C. Gustav Jung entre, aproximadamente, 1914 e 1930, que não foi publicado nem mesmo exibido publicamente até 2009. Até 2001, seus herdeiros negaram a estudiosos o acesso ao livro, iniciado após o rompimento com Sigmund Freud em 1913.
Rabiscado com os demônios desenhados à mão, conversas com divindades, representações de incesto, e relatos do submundo, o trabalho é considerado por uns como “de infinita sabedoria” enquanto outros afirmam ser “divagações de um psicótico”.
A realidade é que nem mesmo os maiores nomes da Psicologia que tiveram contato com a cópia original sabem ao certo o que Jung quis dizer com esse livro. Uns alegam que Jung foi longe demais: ele entendeu por completo o subconsciente humano e então conseguiu colocá-lo a sua mercê. Outros dizem que Jung se perdeu na tentativa e por isso observamos no livro sua completa demência.
É difícil julgar o certo e o errado dessa história toda, todavia é muito válido ler o que o próprio Jung fala sobre essa sua obra:
“Os anos. . . quando eu estava sendo perseguido pelas imagens internas, foram os momentos mais importantes da minha vida. Tudo o resto um derivado deste. Tudo começou naquela época, e os detalhes que vieram mais tarde dificilmente importam mais. Minha vida inteira consistiu em elaborar o que irrompeu do inconsciente e inundou-me como um fluxo enigmático e ameaçou me quebrar. Esse material se tornou mais importante do que apenas uma vida. Tudo que ocorreu depois foi apenas a classificação exterior, elaboração científica e resquícios do meu eu. Em saber que aquele era o inicio e também o fim de tudo. “
O livro terminou sendo publicado posterior à sua primeira exibição em 2009, embora a unica versão original e completa esteja em Manhattan Rubin Museum of Art .
21. A Esfera dos Betz
Isso vai soar totalmente “MIB- Homens de preto” e você já vai saber o porquê. Em 1974, um evento muito estranho ocorreu: 88 hectares na pantanosa Fort George Island, situada ao leste de Jacksonville, Flórida, foram dizimados do dia para noite graças a um incêndio que em poucas horas havia consumido metade da floresta.
Os donos da propriedade, Terry Mathew Betz, de 21 anos, estudante de medicina,  sua mãe Gerri e seu pai engenheiro naval, Antoine, decidiram inspecionar o local após o incêndio cessar. Terminaram descobrindo um objeto estranhíssimo: uma esfera prateada, cerca de 20 centímetros de diâmetro, completamente lisa, exceto por um estranho triângulo que aparentemente era um símbolo ilustrado na esfera. Inicialmente, pensando que poderia ser uma bugiganga da NASA ou mesmo um satélite espião soviético, decidiram levar para sua casa e guardar como uma “lembrancinha”.
Duas semanas depois, Terry estava dedilhando sua guitarra na sala aonde a esfera se encontrava. De repente, a esfera começou a reagir as músicas, emitindo sons estranhos e uma ressonância perturbadora, fazendo com que o jovem parasse de tocar. Intrigados, a família Betz começou a fazer outros testes com a esfera, descobrindo que ela tinha outras propriedades estranhas:
* podia parar e mudar de direção quando empurrada pelo chão, retornando a pessoa que empurrou pouco tempo depois.
* Parecia extrair energia a partir da energia solar, tornando-se mais ativa em dias mais claros.
* Emitia sons de baixa frequência, como se houvesse um motor dentro dela.
* Ela ainda conseguiu desafiar completamente as leis da gravidade e subir em uma mesa inclinada.
Então os Betz resolveram abrir o bico para um vizinho, que contou para outro e outro e logo eles estariam frente a frenesi da imprensa do qual não podiam mais sair. Dos respeitados jornais como o New York Times até os mais fundo de quintal,  enviaram jornalistas para testemunhar o milagre da esfera, que repetiu seus truques para inúmeras pessoas. Mesmo os cientistas e representantes dos militares ficaram impressionados. Mas a família Betz se recusou entregar a esfera no primeiro momento. Contudo essa idéia mudou quando a esfera começou a desencadear eventos ainda mais assustadores como portas que se abriam e fechavam, sinfonias que começavam a tocar no meio da noite como se tivesse uma orquestra dentro de casa, tremores de pequena escala, fazendo os objetos que estavam sob superfícies caírem ao chão.
Não demorou para um representante da Marinha aparecer e levar a esfera. Depois de estudos, a Marinha deu o veredito: era uma mera esfera de aço inoxidável. Em seguida, um artista chamado James During Jones, disse que a esfera lhe pertencia e que fazia parte de uma de suas coleções, e ainda, que havia passado por uma estrada próxima a floresta anos antes e que havia perdido essa peça depois que ela caiu do bagageiro.
Para reforçar, a Marinha Americana disse que os milagres produzidos pela esfera era uma combinação de fatores: se locomover pelo chão sozinha era devido ao piso irregular, andar pelas paredes contra gravidade era devido um resíduo de uma substância aderente que havia na superfície do objeto, emitir sons de baixa frequência era porque no seu núcleo havia outras pequenas esferas e assim por diante, eles encontraram uma saída para tudo. Era para ter colado, todo mundo ficaria convencido disso se a família não alegasse que receberam de volta outra esfera de aço, uma réplica! Afinal, por que uma esfera de aço inoxidável comum era tão importante para Marinha Americana? Em contrapartida, a Marinha alega que devolveu a mesma esfera para a família… e até hoje a discussão continua.