quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Triângulo das Bermudas. Ivan T. Sanderson. Outros triângulos da morte


Há pelo menos 12 pontos que apresentam as mesmas perturbações magnéticas do famoso "Triângulo das Bermudas". Esses pontos estão distribuídos de maneira uniforme pelo nosso planeta, a intervalos regularmente espaçados sobre os paralelos 36 ° Norte e Sul. Nestas outras "Zonas Malditas"os aparelhos eletrônicos dos barcos e aviões sofreram interferências ou foram anulados, homens e naves desapareceram e o espaço-tempo normal sofreu estranhas distorções. Fenômenos tão misteriosos quanto os registrados no "Triângulo das Bermudas". Os ufólogos pesquisam o assunto e alguns observaram que alguns fenômenos parecem acontecer com maior freqüência quando o planeta Marte está mais próximo da Terra. Seria simples coincidência?

http://www.lado6.oi.com.br/
http://www.djhumberto.oi.com.br/triangulo.htm

Afeganistão e Golfo Pérsico
Somente duas das 12 zonas estão em terra firme: uma no Afeganistão e outra na Antártida. As outras dez estão no mar.

O ponto terrestre de perturbações magnéticas localizado no Afeganistão forma, com o Golfo Pérsico, pelo Sudeste, um "rombóide mortal", centralizado nos 36° Norte e os 75° Leste, aproximadamente. A maioria das histórias de desaparições no local ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945, quando os norte-americanos e seus aliados estabeleceram uma rota aérea de abastecimento e controle sobre o Afeganistão. Vários aviões ( alguns deles transportando barras de ouro ) desapareceram misteriosamente. Como nenhum dos aviões foi encontrado, seus tripulantes foram considerados como "desaparecidos".

Nas águas do Golfo Pérsico que formam o limite Sudoeste desta zona, já há quase 200 anos existem relatos de estranhas visões e anomalias em barcos que viajavam pelas águas próximas ao Golfo Pérsico e o Golfo de Omã. "Rodas fosforescentes" submarinas são descritas constantemente. Ondas luminosas eram observadas por baixo da água, movendo-se à grande velocidade, passando por baixo dos navios. Tinham a forma de uma roda giratória e havia ocasiões onde uma segunda roda era vista próxima, girando na direção contrária da primeira.

O famoso autor americano Charles Fort, no "Livro dos Condenados" apresenta boa quantidade de relatos sobre "rodas luminosas" nesta e nas outras zonas de perturbação. Apesar das coincidências entre todos os eventos, não ficou claro como é possível que gigantescas "rodas luminosas" são encontradas sobre a superfície do Golfo e o que podem estar fazendo naquelas águas.

Para explicar esses fatos, alguns autores e pesquisadores têm algumas teorias: o célebre astrônomo Carl Sagan, junto com os autores franceses L. Pauwells e Jacques Bergier disseram que os fenômenos tinham ligação com misteriosos homens-peixes vindos do espaço e que se instalaram nas profundezas do Golfo Pérsico. Estes alienígenas seriam os Akpalus, mencionado por um sacerdote babilônico de 400 anos antes de Cristo. Este sacerdote, chamado Beroso, teve acesso a rolos e tábuas de escrita cuneiforme de milhões de anos de antigüidade, que ele sabia ler. Beroso traduziu tudo para o grego clássico.

Carl Sagan baseia sua teoria dos homens-peixes nos fragmentos antigos de Cory, onde foram compilados vários textos de Beroso. Pela leitura destes textos sabemos da existência de um homem-peixe chamado Oanes, que tinha um corpo pisciforme, mas andava erguido e vivia como um anfíbio. Segundo se descreve desta criatura fantástica, sob sua cabeça de peixe havia uma segunda. Oanes teria sido o primeiro "educador", ensinando aos homens a construção de casas, além de tê-los iniciado na escrita, nas ciências e nas artes.

Depois, apareceram outros seres parecidos com Oanes. Um deles foi o Anedoto Musaro Oanes, também procedente das águas do Golfo Pérsico. Os Akpalus são representados como animais-homens inteligentes, que revestiam seu corpo com uma espécie de capacete e manto. Por suas características os Akpalus seriam de um planeta no qual a água era abundante. O pesquisador americano Robert K.G. Temple acredita que este planeta aquático poderia ser um dos que orbitam ao redor da estrela Sírius. Essa estrela está a 8,7 anos-luz da Terra e tem em sua companhia uma estrela anã branca, chamada de Sírius B, descoberta nas primeiras décadas do século XX. Espantosamente, uma tribo de Mali conhece a existência de Sírius B há séculos, garantindo também que há uma outra rodeando Sírius. Um desafio para os astrônomos! De acordo com a tradição daquela tribo de Mali, seus conhecimentos astronômicos lhes foram passados pelos egípcios, que por sua vez os teriam recebido dos Sumérios.

As profundezas dos oceanos ainda são habitadas por homens-peixe? Os descendentes dos primeiros Akpalus continuam visitando a Terra? O mistério parece longe de uma solução.

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