segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

30 curiosos mistérios inexplicáveis (04)






 20. Os Espelhos da Fazenda Myrtles Plantation
Se você acompanha o Ah Duvido há um bom tempo, já devido ter se deparado com a fazenda Myrtles em “Os 50 lugares mais assustadores do Mundo”. Essa fazenda ganhou fama de ser um dos locais mais assombrados da América. Entretanto, entre as coisas que mais intrigam os investigadores dos eventos paranormais ocorridos por lá está os espelhos encontrados na residência. E com toda razão porque cá entre nós, leitor, esses espelhos são sinistros demais!

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Myrtles Plantation é uma fazenda aparentemente comum encontrada nos arredores de Baton Rouge, Louisiana. Ao longo dos seus 200 anos de idade, a plantação de 10 hectares tem servido como uma casa para a família Woodruff, no entanto, hoje está mais para um ponto turístico de pesquisadores do paranormal que acampam dia e noite na fazenda para estudarem os absurdos que ocorrem por lá. A Fazenda já registrou mais de 15 mortes, das formas mais violenta e inexplicáveis dos seus inquilinos desde os acontecimentos com a família Woodruff entre os anos 1817 e 1820.
Em 1817, Sara Mathilda herdou a fazenda de seu pai. Ela se mudou com o marido Clark Woodruff e seus três filhos. Clark decidiu trazer um de seus escravos para dentro de sua casa, uma mulher chamada Chloe. Uma noite, Clark pegou Chloe escutando suas conversas com Mathilda com o ouvido grudado na porta e como punição, arrancou uma de suas orelhas! Daquele dia em diante Chloe usava um turbante verde para encobrir sua mutilação. Chloe, para reconquistar a confiança de seu dono e para que ela não fosse enviada para labuta nos campos, arquitetou um plano. Ela fez um bolo de aniversário para a filha mais velha dos Woodruffs e enriqueceu com folhas venenosas.
A intenção de Chloe era fazer com que a família ficasse doente, sendo que depois disso, ela entregaria o antídoto e seria a heroína da família. Mas como é de se imaginar, Chloe não teve tanta cuidado assim na hora de realizar a dosagem das folhas e ….. a esposa de Clark e dois de seus filhos morreram de envenenamento! Atormentada por suas ações, Chloe confessou aos outros escravos… que engano! Os escravos entraram em pânico após escutar a história e acreditando que seriam acusados de esconder o culpado, enforcaram Chloe e jogaram o seu corpo sem vida no rio Mississippi. Bizarro, certo? Mas calma, isso é só começo!
De acordo com a lenda, depois desse dia, uma velha tradição da família se estabeleceu:  quando um membro da família morre, todos os espelhos da casa devem ser cobertos de modo que a alma do falecido possa passar para o outro mundo e não fique presa em um reflexo desse mundo. Ninguém sabe ao certo a relação, mas a família envenenada e Chloe ficaram presas dentro do espelho da casa segundo os estudiosos paranormais.
Existe uma grande quantidade de fotos de visitantes que tiram fotos do espelho e se surpreende com o resultado: há muitas fotos registrando um ser escuro, deformado, com um turbante verde na cabeça, ou uma das crianças da família Woodruff.
Aparentemente os demais moradores da Fazenda tiveram fins bem desagradáveis devido à “acidentes inexplicáveis” e terminaram ocupando um lugar no hall de fantasmas presos no espelhos!
Por mais assustador que isso possa parecer, já ocorreram diversas ofertas milionárias pelos espelhos da casa. Parece que tem muita gente interessada em ter um espelho com um fantasma preso…. vai saber o porquê, não é, camarada?!
19. Silverpilen
Estocolmo, a pacífica e prospera capital da Suécia, esconde um segredo medonho em seu sistema de metrô. O prateado, brilhante e nunca previsível trem chamado Silverpilen (“Flecha Prata”) se esconde por lá, parando em estações aleatórias em intervalos aleatórios durante as madrugadas.
As histórias envolvendo esse trem são as mais diversas. Há aqueles que dizem que Silverpilen nunca para e que seu interior é vazio. Outros contam que ele para e se você embarcar vai parar em outra dimensão e nunca mais volta – o que é um tanto sem nexo, já que se nunca mais volta, como é que eles sabem que vai para outra dimensão? –  e ainda, em um país dominado por ateus, há os que afirmam que Silverpilen carrega criaturas estranhas, com aspecto fantasmagórico, que dividem opiniões se são almas de mortos ou monstros.
A história oficial do Silverpilen é bem interessante. Ele é um veículo experimental que foi elaborado pelo governo que queria projetar um trem ultra veloz para atender os horários de pico. Os vagões foram revestidos dos mais resistentes materiais para suportar a alta velocidade. Em 1996, depois de quase uma década de trabalho no projeto, Silverpilen começou a funcionar. Entretanto, os passageiros tinham medo de embarcar nele por algum motivo e o trem permanecia vazio, não atendendo ao objetivo de desafogar as estações em horas de pico. Um dia, o governo mandou finalizar o projeto e recolher o trem. Mas, o que parece, é que não foi bem isso que aconteceu….
A partir daí as mais sinistras de Silverpilen pelas madrugadas da capital sueca começaram ocorrer. A lenda diz que quem embarca não volta mais… porém outros afirmam que Silverpilen nunca para!
18. A Seita Secreta do Vaticano
Quando você pensa no Vaticano, o que vem à sua cabeça? Grandes Basílicas? Bispos com roupas pomposas? Multidões de Peregrinos? Convenhamos que, quando se trata de Vaticano, a ultima coisa que podemos pensar é em “sexo”, mesmo porque o pensamento conservador ainda permanece na Religião e provavelmente sempre será assim… e é por isso que esse mistério é tão cabeludo!
Em 1983, algo sinistro ocorreu na Santa Sé. Emanuela Orlandi , 15 anos de idade, filha de um funcionário do banco do Vaticano, estava no caminho da escola quando foi abordada por um vendedor de cosméticos. Nesse mesmo dia, 22 de junho de 1983, Emanuela informou sua irmã na escola que tinha sido abordada por esse vendedor. A irmã achou que era algo normal e não deu muita atenção. Porém, essa seria a sua ultima conversa, Emanuela nunca mais voltaria para casa.
A maioria dos adolescentes são do tipo volúvel, e muitos fogem de casa todos os dias. É algo normal  … tempos depois eles reaparecem, um pouco mais magros e debilitados e a vida continua. Entretanto, quando Emanuela desapareceu, vários telefonemas foram feitos para sua casa. Cada um, em uma língua diferente. Isso fez a polícia acreditar por um tempo que era trabalho de um grupo de extremistas muçulmanos… estavam enganados.
Com o avançar da investigação, a polícia descobriu uma rede por detrás da fachada da Santidade: a menina havia sido raptada para virar escrava sexual  para uma festa de uma seita que atua dentro do Vaticano! E não é só isso: essa rede vai desde os bispos até os funcionários do alto escalão do Banco do Vaticano. Depois dessa descoberta, o caso foi imediatamente encerrado … alguém de dentro da seita ficou sabendo e resolveram apagar o incêndio. Apenas no ano passado (2012), o padre Gabriele Amorth resolveu novamente tocar na ferida do Vaticano. Alegou que a seita ainda está lá, mais forte do que nunca e que Emanuela é apenas uma das centenas de meninas que foram raptadas durante esses anos para servir o mesmo propósito.
É amigo, já ouviu a frase: “Lobo em pele de cordeiro”?
17.  O Rosto Sorridente
Todo mundo sabe que universitários com bebidas são o tipo de gente mais imprudente que o mundo conhece! Tudo que essa garotada pode aprontar, eles aprontam, sob efeito do álcool! E, uma vez ou outra, essas fanfarras dão errado e alguém acaba morrendo!
Entre essas besteiras fatais, a NYPD começou a perceber um certo crescimento acentuado nas mortes por afogamento de adolescentes bêbados. Ninguém tinha percebido nada, afinal, irresponsabilidade dos jovens frente a bebida é algo comum. Bem, isso até que os detetives Kevin Gannon e Anthony Duarte começaram a perceber que nos cenários da fatalidades havia sempre um “Rosto Sorridente” grafitado conforme esse da imagem acima.
Começaram a revirar os arquivos e visitar os cenários das fatalidades e descobriram que, muito provavelmente, não eram fatalidades. Do Norte ao Sul dos EUA, os cenários estavam marcados com o maldito “Rosto Sorridente”. Coincidência? Os detetives acham que não. Embora nenhuma prova concreta tenha sido apresentada, o “Rosto Sorridente” provavelmente é a marcada de um Serial Killer ou alguma seita.
Duarte e Gannon alegam de que os corpos são encontrados na água, tanto para simular o afogamento e, muitas vezes, porque a água destrói provas como impressões digitais e amostras de fibras. Psicólogos que ficaram frente ao caso dizem que o “Rosto Sorridente” mostra a natureza doentia dos atos, pois representa a felicidade perante o mal que está sendo praticado.
O FBI não acredita que as imagens tenham qualquer ligação com as fatalidades e que persiste na idéia de que não existe nada além de pura irresponsabilidade juvenil.
16. O Filme que não pode acontecer
Alguns filmes de Hollywood são ditos amaldiçoados, em especial porque os atores que interpretaram os protagonistas se deram muito mal depois de encerrar as filmagens da longa, como é o caso de Bebê de Rosemary e Poltergeist.
Entretanto, por mais amaldiçoados que esses filmes fossem, eles ainda conseguiram ser filmados e apareceram nas telonas do mundo inteiro. Por esse motivo, The Incomparable Atuk é, sem sombra de dúvidas, o mais amaldiçoado de todos: é impossível filmá-lo já que todo mundo que é escalado para o elenco morre … até mesmo quem entra em contato com o script bate as botas!
The Incomparable Atuk era para ser uma comédia, do tipo pastelão, que contava as desventuras de mudar de uma cidade pequena do Alasca para uma cidade grande. Era. O filme nunca conseguiu ser filmado porque toda vez que alguém é escalado para interpretar o papel principal, o sujeito morre. No início de 1980, John Belushi foi escalado para interpretar Atuk, mas ele morreu de uma overdose de drogas em 1982, aos 33 anos. Em seguida, stand-up comedy Sam Kinison foi escalado para o papel, mas morreu por uma colisão frontal com um motorista bêbado, aos 38 anos. O Adorável lug John Candy também foi considerado, até que ele sucumbiu a um ataque cardíaco aos 43 anos de idade. Enfim, depois de abandonarem a ideia de realizar o filme, alguém muito esperto decidiu que já era a hora de tirar o script da gaveta e filmar a bagaça: resolveram escalar Chris Farley para o papel, e adivinhem? Ele morreu de overdose de drogas, aos 33 anos de idade, tal como seu ídolo Belushi.
A maldição de Atuk vai além: quem se aventurou em ler o script inteiro morreu! O primeiro foi um roteirista do Saturday Night Live, o escritor Michael O’Donoghue, que semanas após ler o script teve uma hemorragia cerebral aos 54 anos. O segundo foi o ator Phil Hartman, que foi morto aos 49 anos por sua esposa Brynn, que em seguida cometeu suicídio, sendo que ambos estavam drogados.
Will Ferrell era o próximo da lista, mas ao saber que tinha sido escalado em 2010 para atuar em The Incomparable Atuk imediatamente recusou e enviou uma carta aos produtores para sequer cogitaram novamente seu nome para essa longa. O script terminou sendo engavetado novamente.

30 curiosos mistérios inexplicáveis (03)






25. O Baú de Jacob Cooley
Você, assim como eu, provavelmente não acredita em maldições, eu estou enganado? Pois bem, de fato, é difícil crer que “maldições” existam. No entanto, nessa nova lista do Ah Duvido, teremos alguns itens como esse, que mostram que, do mesmo modo que é difícil acreditar que maldições existam, é difícil de acreditar que tudo isso é mera coincidência.

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Há 150 anos, Jacob Cooley, um fazendeiro de grande renome, ordenou um dos seus escravos, chamado Oséias, construir uma arca para seu primeiro filho. Oséias começou a trabalhar na elaboração de uma caixa de madeira dia após noite, noite após dia, sem descanso. A dedicação era visível e deixou até os demais escravos preocupados com o comportamento de Oséias.
Certo tempo depois, Oséias terminou a arca. Seu mestre foi verificar o seu trabalho em seguida e ficou descontente com o seu trabalho. Sem dizer qualquer palavra, Jacob arrancou parte de uma barra de ferro que fazia da decoração do baú e bateu no pobre Oséias, em um ataque de violência absurdo, até a sua morte.
Os outros escravos de Cooley, assistindo aquela cena, juraram vingança pela morte de seu amigo. Invocaram naquela noite um ritual das suas raízes, que apenas os mais experientes praticantes da sua religião saberiam como fazer. No cair da noite iniciaram a conjuração através do sangue de Coruja sobre o baú de Cooley.
Pouco tempo depois, Cooley resolveu levar o baú para dentro da sua casa. Resultado: seu filho morreu. E o primogênito em seguida. Cooley atordoado e talvez consciente da maldição do baú, se desfez do objeto. E ele passou na mão de mais 17 pessoas … que morreram semanas após adquirirem o baú. A arca terminou abandona num deposito de um antiquário até ser adquirida pelo Museu de História de Kentucky em Frankfort, aonde se encontra até hoje.
24. Sítio Arqueológico de Ubaid
O sítio arqueológico Ubaid no Iraque é uma mina de ouro para os arqueólogos e historiadores. Desde a sua descoberta, arqueologos tem encontrado na região inúmeros objetos e pinturas de uma época pré-sumério chamada de período Al-Ubaid (5900-4000 aC).No entanto, alguns desses objetos são bastante perturbadores.
Para começar temos as estátuas de lagartos humanoides que eram confeccionadas por eles, porém, diferentemente de outras culturas, essas estatuetas não eram representação de deuses, segundo os especialistas. Seriam mais como, um retrato de hoje em dia. Mas, se eram retratos, por que diabos tinham esse aspecto reptiliano?
Além disso, temos gravações em pedras, pinturas e mais uma infinidade de objetos que demonstram homens vivem em conjunto com lagartos humanoides.
Muitos estudiosos já tentaram derrubar a crença dos homens lagartos, porém, nenhum dos estudos apresentados tinham argumentos concretos. Nada além de suposições tais como “os humanos daquela época se viam como lagartos” que fazem menos sentido do que a bizarrice da história original.
23. J’ba Fofi
Aranhas comuns já são o pesadelo de muita gente… agora imagine uma aranha que pode ter até 5 metros de envergadura? J’ba Fofi é uma criatura criptozoologica que mete medo em qualquer marmanjo por aí! Dizem que seu habitat natural é nas profundezas das florestas inabitadas do Congo. Suas lendas são conhecidas desde tempos remotos no Congo, entretanto, nenhum homem conseguiu capturar uma viva para comprovar a veracidade de sua existência.
A ultima expedição a se deparar com o estranho inseto foi a expedição organizada pelo explorador William Gibbons em novembro de 2000. Curiosamente, esta expedição tinha como fim encontrar outro animal não identificado, conhecido como “mokele-mbembe”. Nesta expedição, o chefe da tribo Baka, em Camarões, informou Gibbons sobre uma aranha gigantesca que havia construído seu ninho nas proximidades da aldeia. Os exploradores descobriram no seu caminho vestígios estranhos, tais como grandes partes da floresta totalmente cobertas por teias, entretanto não avistaram nenhuma aranha gigante.
Outro relato famoso do criptido é do casal Reginald e Margurite Lloyd em 1938, que afirmaram terem avistado, no Congo, uma enorme aranha cruzando uma trilha na qual estavam percorrendo a caminhão.
Verdade ou não, quem é corajoso o suficiente para ir para o meio das florestas do Congo tentar descobrir?
22. O Livro Vermelho de Jung
Jung e Sigmund Freud são dois grandes pensadores da Psicologia. Carl Jung foi um psiquiatra influente considerado o fundador da psicologia analítica. Jung colaborou com Sigmund Freud por anos e era conhecido por seu trabalho com pacientes esquizofrênicos.
Em 1913, a relação profissional de Jung com Freud sofreu um abalo e terminou e depois disso ele começou a desenvolver sérios problemas de saúde mental, admitindo tanto alucinações auditivas e visuais no que ele descreveu como um “confronto com o inconsciente”.
O Livro Vermelho nasceu nessa época. Conhecido também como Liber Novus (O Novo Livro) é um manuscrito de 205 páginas escrito e ilustrado por C. Gustav Jung entre, aproximadamente, 1914 e 1930, que não foi publicado nem mesmo exibido publicamente até 2009. Até 2001, seus herdeiros negaram a estudiosos o acesso ao livro, iniciado após o rompimento com Sigmund Freud em 1913.
Rabiscado com os demônios desenhados à mão, conversas com divindades, representações de incesto, e relatos do submundo, o trabalho é considerado por uns como “de infinita sabedoria” enquanto outros afirmam ser “divagações de um psicótico”.
A realidade é que nem mesmo os maiores nomes da Psicologia que tiveram contato com a cópia original sabem ao certo o que Jung quis dizer com esse livro. Uns alegam que Jung foi longe demais: ele entendeu por completo o subconsciente humano e então conseguiu colocá-lo a sua mercê. Outros dizem que Jung se perdeu na tentativa e por isso observamos no livro sua completa demência.
É difícil julgar o certo e o errado dessa história toda, todavia é muito válido ler o que o próprio Jung fala sobre essa sua obra:
“Os anos. . . quando eu estava sendo perseguido pelas imagens internas, foram os momentos mais importantes da minha vida. Tudo o resto um derivado deste. Tudo começou naquela época, e os detalhes que vieram mais tarde dificilmente importam mais. Minha vida inteira consistiu em elaborar o que irrompeu do inconsciente e inundou-me como um fluxo enigmático e ameaçou me quebrar. Esse material se tornou mais importante do que apenas uma vida. Tudo que ocorreu depois foi apenas a classificação exterior, elaboração científica e resquícios do meu eu. Em saber que aquele era o inicio e também o fim de tudo. “
O livro terminou sendo publicado posterior à sua primeira exibição em 2009, embora a unica versão original e completa esteja em Manhattan Rubin Museum of Art .
21. A Esfera dos Betz
Isso vai soar totalmente “MIB- Homens de preto” e você já vai saber o porquê. Em 1974, um evento muito estranho ocorreu: 88 hectares na pantanosa Fort George Island, situada ao leste de Jacksonville, Flórida, foram dizimados do dia para noite graças a um incêndio que em poucas horas havia consumido metade da floresta.
Os donos da propriedade, Terry Mathew Betz, de 21 anos, estudante de medicina,  sua mãe Gerri e seu pai engenheiro naval, Antoine, decidiram inspecionar o local após o incêndio cessar. Terminaram descobrindo um objeto estranhíssimo: uma esfera prateada, cerca de 20 centímetros de diâmetro, completamente lisa, exceto por um estranho triângulo que aparentemente era um símbolo ilustrado na esfera. Inicialmente, pensando que poderia ser uma bugiganga da NASA ou mesmo um satélite espião soviético, decidiram levar para sua casa e guardar como uma “lembrancinha”.
Duas semanas depois, Terry estava dedilhando sua guitarra na sala aonde a esfera se encontrava. De repente, a esfera começou a reagir as músicas, emitindo sons estranhos e uma ressonância perturbadora, fazendo com que o jovem parasse de tocar. Intrigados, a família Betz começou a fazer outros testes com a esfera, descobrindo que ela tinha outras propriedades estranhas:
* podia parar e mudar de direção quando empurrada pelo chão, retornando a pessoa que empurrou pouco tempo depois.
* Parecia extrair energia a partir da energia solar, tornando-se mais ativa em dias mais claros.
* Emitia sons de baixa frequência, como se houvesse um motor dentro dela.
* Ela ainda conseguiu desafiar completamente as leis da gravidade e subir em uma mesa inclinada.
Então os Betz resolveram abrir o bico para um vizinho, que contou para outro e outro e logo eles estariam frente a frenesi da imprensa do qual não podiam mais sair. Dos respeitados jornais como o New York Times até os mais fundo de quintal,  enviaram jornalistas para testemunhar o milagre da esfera, que repetiu seus truques para inúmeras pessoas. Mesmo os cientistas e representantes dos militares ficaram impressionados. Mas a família Betz se recusou entregar a esfera no primeiro momento. Contudo essa idéia mudou quando a esfera começou a desencadear eventos ainda mais assustadores como portas que se abriam e fechavam, sinfonias que começavam a tocar no meio da noite como se tivesse uma orquestra dentro de casa, tremores de pequena escala, fazendo os objetos que estavam sob superfícies caírem ao chão.
Não demorou para um representante da Marinha aparecer e levar a esfera. Depois de estudos, a Marinha deu o veredito: era uma mera esfera de aço inoxidável. Em seguida, um artista chamado James During Jones, disse que a esfera lhe pertencia e que fazia parte de uma de suas coleções, e ainda, que havia passado por uma estrada próxima a floresta anos antes e que havia perdido essa peça depois que ela caiu do bagageiro.
Para reforçar, a Marinha Americana disse que os milagres produzidos pela esfera era uma combinação de fatores: se locomover pelo chão sozinha era devido ao piso irregular, andar pelas paredes contra gravidade era devido um resíduo de uma substância aderente que havia na superfície do objeto, emitir sons de baixa frequência era porque no seu núcleo havia outras pequenas esferas e assim por diante, eles encontraram uma saída para tudo. Era para ter colado, todo mundo ficaria convencido disso se a família não alegasse que receberam de volta outra esfera de aço, uma réplica! Afinal, por que uma esfera de aço inoxidável comum era tão importante para Marinha Americana? Em contrapartida, a Marinha alega que devolveu a mesma esfera para a família… e até hoje a discussão continua.

30 curiosos mistérios inexplicáveis (02)






28. Teoria dos Apocalipses
Teoria dos Apocalipses, é uma das teorias mais intrigantes – embora sem qualquer evidência concreta – baseada na Teoria das Revoluções ou Catastrofismo que diz que a Terra já teria passado por mais de quatro apocalipses. Para ser mais claro, cada apocalipse significa que uma ou mais civilizações dominantes são extintas, ou seja, nós, humanos, seriamos a oitava raça a dominar o planeta (sendo que em algumas Eras anteriores a nossa, mais de uma civilização dominante habitou o planeta).

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Para você entender melhor, vamos começar do princípio: a Terra já é uma senhora, uma idosa com seus 4,54 bilhões de anos. Nós, seres humanos modernos, aparecemos apenas recentemente, cerca de 150 mil anos atrás.  Em escala, nós seriamos novatos nesse querido planetinha. Estamos há pouco tempo aqui e não sabemos tudo sobre a nossa casa.
Entre esses mistérios que ainda permanecem obscuros, está as construções maias e sumérias, que não foram construídos pelos maias e nem pelos sumérios (ou ainda, como as primeiras civilizações NOK’s eram tão evoluídas e depois regrediram). Boa parte das estruturas já estavam ali quando esses povos chegaram e nós imaginamos que tenha sido uma civilização desconhecida por nós que construiu o lar desses povos. Entretanto, não é isso que a Teoria dos Apocalipses diz: nós seriamos a oitava raça dominante do planeta e antes de nós, outras civilizações já teriam habitado a Terra. As ultimas, anterior a nossa, teriam sido extintas 10. 000 anos atrás, junto com o continente  que habitavam, Mu, Lemúria, Atlântida e Thule (existe muita discussão por parte das interpretações dos estudiosos sobre o tema, pois alguns dizem, por exemplo, que Mu e Lemúria, são o mesmo continente, outros já falam que Atlântida e Lemúria são os mesmos, mas a maioria adota a ideia que todos são continentes distintos).
Pouco se sabe sobre esses continentes e as raças que habitavam nele. Acredita-se que Lemúria e Atlântida teriam sido mais tecnologicamente avançadas que Mu e que seus habitantes, os responsáveis pela criação do homem moderno, ou seja, um dos dois era o que conhecemos como “Jardim do Eden”. Thule, por sua vez, não era tão evoluída na consciência (enquanto os dois povos – lemurianos e atlantes – eram pacíficos, os habitantes de Thule provocavam a guerra sempre que podiam. Thule nunca ficava no mesmo lugar, ela era como um continente móvel, por isso os antigos acreditavam que ficava presa nas costas do lendário peixe Jaconius.
James Churchward, um dos maiores estudiosos do assunto, fala que esses continentes sucumbiram devido ao evento cataclísmico, que envolveu um dilúvio e erupções vulcânicas ao mesmo tempo! Ninguém entre nós sabe o que veio antes deles, mas eles pareciam saber, pois dos textos sânscritos que foram traduzidos, os supostos lemurianos se referiam à eles mesmos como raça dominante da Terceira Era, tomando essa zona para si depois que o antigo povo da Terra foi extinto (ou seja, eles não foram os primeiros a habitar nosso planeta).
Alguns dos maiores líderes que existiram acreditavam piamente na existência desses continentes. Talvez, o mais fanático deles teria sido Hitler, que caçou vestígios do ocultismo até os confins da Terra para descobrir fatos desses continentes, entre os quais, aquele que ele dava maior importância era Thule e talvez ele tenha obtido sucesso (mudando um pouco a linha temporal, digamos)…. e isso nos leva ao nosso próximo item da lista.
27. Civilização perdida dos Viracochas e o sinistro conto de Quetzalcoatl
Quetzalcoatl é uma das divindades das culturas mesoamericanas, cultuado especialmente pelos astecas e pelos toltecas, e identificado por alguns pesquisadores como a principal deidade do panteão centro-mexicano pré-colombiano. Seu nome significa “serpente emplumada” (de quetzal, nome comum do Pharomachrus mocinno, e cóatl, serpente).
As maiorias das menções de Quetzalcoatl sugerem que tal era uma criatura gigantesca, uma serpente passáro. Entretanto, foi descoberto que nem todas as escritas desses povos são idênticas nesse ponto. E, a partir daí, que as coisas começam a ficar sinistras.
Quando os conquistadores liderados por Francisco Pizarro encontraram pela primeira vez os Incas foram recebidos como deuses, “Viracochas“, porque a sua pele e cabelo mais clara  lembrava o seu Deus, Viracocha. Lendas semelhantes foram transmitidas por cronistas espanhóis (Juan de Betanzos, por exemplo) que descrevem Viracocha como um “Deus Branco”, muitas vezes alto, com uma barba, como a Deusa loira asteca, Quetzalcoatl e várias outras divindades do Panteão Central dos sul-americanos.
Lendas da época que dizem que Quetzalcoatl viveu entre seu povo falam que o mesmo era alto e de pele clara, com cabelos loiros, olhos azuis e barba; Especula-se que a origem desta deidade provém da cultura olmeca, no entanto sua primeira aparição inequívoca ocorreu em Teotihuacan. Frei Juan de Torquemada, um missionário franciscano, que recolheu pesquisas sobre tradições dos nativos do Velho México a cerca de Quetzalcoatl, diz: “Quetzalcoatl tinha cabelo loiro e usava um roupão preto costurado com pequenas cruzes de cor vermelha.”
Quetzalcoatl representa as energias telúricas que ascendem, daí a sua representação como uma serpente emplumada. Neste sentido, representa a vida, a abundância da vegetação, o alimento físico e espiritual para o povo que a cultua ou o indivíduo que tenta uma ascese espiritual. A divindade da cobra foi chamado Viracocha pelos Incas, Kukulkan pelo Maias, Quetzalcoatl pelos astecas, Gucumatz na América Central, Votan em Palenque e Zamnaem Izamal. No Peru, este Deus foi chamado, Amaru e do território conhecido como Amaruca. Amaruca é traduzido literalmente “Terra das Serpentes emplumada”.
Um antigo mural do Templo dos Guerreiros em Chichen Itza, Yucatán, mostra o destino de uma população pré-colombiana. Alguns são vistos estar defendendo suas cidades, enquanto outros estão carregando seus navios a vela para fugir por mar. Cativos, despojados de suas vestes são levados. Vinculando, o destino de muitos dos “Viracochas” era ou foi, como está demonstrado, morrer nos altares de sacrifício de seus captores. Tradições orais astecas, maias e incas são repletos de referências com copiosas descrições completas e físicas destas antigas pessoas brancas e barbudos que os precederam.
As múmias loiras abaixo podem ser vistas no Museu Nacional de Antropologia e Arqueologia, em Lima, no Peru, eram dos Viracocha, que segundo os incas, disse Pizarro, tinham fundado a sua civilização.

Quem eram os verdadeiros Viracochas? E porque um dos símbolos de Quetzalcoatl (a serpente) e outros viracochas (talvez o mesmo), é tão próximo da suástica?
A coincidência é tamanha que nos leva à dois pensamentos: Ou os nazistas obtiveram sucesso na sua busca pela Viagem no Tempo e depois ficaram presos no passado, virando líderes desses povos pré-colombianos, ou o ocultismo nazista levou em consideração essa parte da história desses antigos povos na hora de criar sua estética e identidade.
Afinal, o que esse povo loiro, com roupa de nazista estava fazendo no passado, em meio à essas civilizações? Talvez a resposta para essa questão esteja na busca de Hitler pelos objetos místicos de Thule, entre os quais haveria um capaz de fazer com que o homem “andasse pelo tempo”. Teria os nazistas descoberto a tecnologia e depois errado na hora do uso?
Conta a lenda que tanto Quetzalcoatl, quanto seu eterno inimigo, o deus Tezcatlipoca, haviam chegado naquelas terras através do mar, em barcos que não tinham remos e por isso acreditavam que se moviam por mágica. Tezcatlipoca tem esse nome porque tinha em sua posse um “espelho fumegante” no qual ele podia ver toda a Humanidade e aprisionar as almas de suas vítimas ( o que lembra muito um tablet, já que era comum a ideia do aprisionamento da alma pouco tempo após o primeiro contato que os humanos tiveram com a fotografia).
Tezcatlipoca e Quetzalcoatl passaram a vida guerreando entre si, sendo algumas batalhas ditas como de proporções “apocaliptícas”. Tezcatlipoca ganhou após anos de uma guerra intercalada por períodos de paz e brigas ferrenhas. Quetzalcoatl sumiu no mar, em seu barco, após ser expulso. Tezcatlipoca, que era considerado o deus da Morte, exigiu que os sacrifícios humanos voltassem a ocorrer, decretando um fim aos ensinamentos de Quetzalcoatl sobre esse tema. Estima-se que as culturas mesoamericanas chegaram a sacrificar cerca de 250 mil pessoas por ano.
Não obstante, há uma outra explicação para essa história, uma que fala que existia um povo de gigantes vivendo nessas terras antes dos colonizadores chegarem e esse é o nosso próximo item.
26. Os Tehuelches – Os Gigantes de Magalhães
Casos de povos de raças de gigantes estão presentes na nossa história: nos primórdios, na antiga Mesopotâmia, nos contos gregos, nos contos bíblicos, na História Pérsia e em suas batalhas… entretanto, todas essas narrativas de povos antigos estavam com um misticismo impregnado e cheias de metáforas e é por isso que a carta descrita Antônio Pigaffeta, o escrivão de Fernão Magalhães tenha sido o relato mais convincente da existência de um povo gigante na Antiguidade.
No dia 19 de Maio de 1519, atracados no porto de San Julián, conta Pigaffeta que distanciando-se destas ilhas para continuar a rota à 49 graus e 30 min de latitude meridional, foi onde encontraram um porto. E como o inverno se aproximava, julgaram sensato passar ali até o mal tempo cessar. Transcorreram então, dois meses sem que vissem nenhum habitante do país. Um dia, quando menos esperavam, um homem de figura gigantesca se apresentou…
“Estava sobre a areia, quase nu, e cantava e dançava ao mesmo tempo, jogando poeira sobre a cabeça. O Capitão enviou à terra um dos nossos marinheiros, com ordem de fazer os mesmos gestos em sinal de paz e amizade, o que foi muito bem compreendido pelo gigante, que se deixou conduzir a uma pequena ilha, onde o capitão havia descido. Eu me encontrava ali com muitos outros. Deu mostras de grande estranheza ao ver-nos e levantando o dedo queria dizer que acreditava que nós havíamos descido do céu.”  […] “Este homem era tão grande que nossas cabeças chegavam apenas até à cintura. De porte formoso, seu rosto era largo e pintado de vermelho, exceto os olhos, que eram rodeados por um círculo amarelo e dois traços em forma de coração nas bochechas. Seus cabelos , escassos, pareciam branqueados por algum pó“. […] “Seu vestido, ou melhor dito, seu manto, era feito de peles muito bem costuradas, de um animal que abunda no país“. “Usam os cabelos cortados em auréola como os frades, porém mais longos e presos em volta da cabeça por uma corda de algodão, na qual colocam as flechas quando vão caçar. Na mão levava um arco curto, pesado, com um cabo um pouco mais grosso do que os do alaúde, e feito dos intestinos do mesmo animal e um feixe de flechas de cana, em vez de penas curtas como o nosso, e com pontos de pedras de sílex branco e preto, na forma de setas turcas, em vez de ferro. Esses pontos foram formados por meio de outras pedras […] Se faz muito frio, prendem estreitamente contra o corpo suas partes naturais“. “Parece que sua religião se limita à adoração do diabo. Julgam que quando um deles está morrendo, aparecem dez ou doze demônios cantando e dançando ao seu redor. O demônio que provoca maior alvoroço e que é o chefe maior dos diabos é Setebos. Os demônios pequenos são chamados Chelele […] Nosso capitão chamou a este povo de Patagões (devido ao tamanho de suas patas)”.
Pigaffeta até mesmo descreveu brevemente um estranho animal que o gigante da patagônia trazia consigo em sua carta: “Este animal tem a cabeça e orelhas de mula, corpo de camelo, patas de cervo e cauda de cavalo e relincha como este”.
Também é descrito por Magalhães que as cores reais dos cabelos do gigante eram vermelhos, e sua voz era estridente “como um touro”. Mais tarde, Magalhães e os navegadores aprenderam como os nativos (de tamanho comum) que os gigantes pertenciam a uma tribo vizinha.
Notavelmente, os registros de Pigaffeta  mostram que Magalhães e seus marinheiros capturaram dois desses gigantes vivos e trouxe a bordo de seu navio com a intenção de levá-lo a Europa, mas infelizmente, ambos os indivíduos ficaram doentes e ambos morreram durante a viagem de volta. E no fim das contas, a viagem de “volta ao mundo” terminara em 1522, mas o intrépido Fernão de Magalhães morrera antes, nas Filipinas, em combate com nativos e tivera seu túmulo no mar. Porém, Pigaffeta, que fora um dos poucos sobreviventes da viagem, sobrevivera para manter esses registros bem a salvo.
Cinquenta e oito anos depois, segundo registros de outros exploradores, os gigantes ainda percorriam San Julián. E ninguém menos que o nobre pirata Francis Drake  teria registrado em suas empreitadas, diversos encontros entre ele e sua população com os homens ruivos gigantes de até 9 pés de altura. Nos anos que se seguiram, diversos navegadores de diversas nacionalidades teriam relatado a suas coroas e superiores os registros dos homens gigantes de cabelos ruivos que circundavam aquela área.