sábado, 30 de março de 2013

Cientistas descobrem Sodoma e Gomorra


Trabalhando perto do Mar Morto, alguns arqueólogos descobriram as cidades bíblicas, ao desenterrar dúzias de objetos antigos que revelavam o grau de perversão a que haviam chegado essas cidades decadentes.

A espantosa descoberta revelou que as duas cidades foram destruídas exatamente como descreve a Bíblia.

http://maia-curioso.blogspot.com/2010_06_01_archive.html

"Nenhuma outra civilização chegou a tais extremos de perversão", declarou o chefe da equipe de arqueólogos, doutor Yehuda Peleg. "Mesmo para esta época de pornografia desmedida, o que encontramos é incrivelmente obsceno!"


Desapareceram violentamente
Cobrindo o que resta dessas antigas cidades foram encontrados grandes depósitos de enxofre, o que coincide perfeitamente com a descrição da Bíblia, onde se lê que as duas cidades foram destruídas com uma chuva de enxofre em brasa.


A equipe de pesquisadores removeu os escombros com todo cuidado até encontrar indícios humanos.
"Tudo levava a crer que as cidades haviam sido destruídas de maneira violenta e repentina", explicou o doutor Peleg. "A medida que íamos escavando, um cheiro de enxofre tão forte invadiu o ar, apesar dos séculos que se passaram, que nos revolveu o estômago."


Os cientistas quase se convertem em estátuas de sal, tal foi a surpresa ao desenterrarem uma coleção de vasilhas ricamente decoradas com motivos obscenos.


"Essas pinturas reproduziam todas as perversões conhecidas pelo homem moderno", continuou o doutor Peleg. "Mas, isso foi só o inicio. Com a continuação das escavações, fomos encontrando bonecos em estranhas posições sexuais, e nosso espanto foi sem limites quando encontramos ídolos que praticavam verdadeiros crimes contra a natureza."


Até agora as escavações revelaram que as cidades de Sodoma e Gomorra eram na verdade duas cidades pequenas, com ruelas estreitas. Porém, nas proximidades dos centros urbanos, havia grandes salas de banho onde se realizavam as tremendas orgias sexuais tão a gosto dos sodomitas.


Escandalosamente pornográficos
Todos esses objetos provenientes das legendárias cidades do pecado foram mandados para o museu de Israel, em Jerusalém. Mas, é muito provável que o público não tenha a menor possibilidade de vê-los, devido ao grau indescritível de pornografia.

Fonte:
http://www.parana-online.com.br/arqueologia.htm . 31/10/99
http://apologetic.waetech.com.br/Sodoma.htm

domingo, 24 de março de 2013

Bola de fogo cruza o céu da Costa Oeste dos EUA

 

Fim dos Tempos.Net 

23/03/2013

Fenômeno, gravado por câmera de segurança, surpreendeu as pessoas.
Nasa diz que objeto pode ser meteorito, que se desintegrou na atmosfera.

Uma bola de fogo cruzou o céu da costa oeste dos Estados Unidos e surpreendeu as pessoas nesta sexta-feira (22).22/03/13
O fenômeno aconteceu por volta das 20h (local) em Seaford. Uma câmera de segurança de um estacionamento flagrou o objeto.
O chefe do escritório de meio ambiente da Nasa, Bill Cooke, disse que pode se tratar de um meteorito, que se desintegrou ao entrar na atmosfera da terra.
Bola de fogo pode ser meteorito que se desintegrou na atmosfera da Terra, diz Nasa. (Foto: Reprodução / Globo News)
VEJA O VIDEO NO LINK A SEGUIR: AQUI
Imagem: g1.globo.com 
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/bola-de-fogo-cruza-o-ceu-da-costa-oeste-dos-eua.html

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Asteróide do dia 15/02/13 passará, mas o perigo permanecerá

 

As pessoas mais impressionáveis, cujas esperanças de ver chegar o fim do mundo em dezembro não se realizaram, têm uma nova razão para se preocuparem. Em 15 de fevereiro, perto da Terra passará o asteroide DA14, de 45 metros. A maior aproximação será de 28 mil quilômetros. Uma passagem tão rente de um corpo celeste desse tamanho não foi vista desde os anos 90.

O próximo evento de fevereiro nos faz pensar de novo que a ameaça de asteroides e cometas para os habitantes da Terra é bastante real. O globo terrestre guarda alguns traços de tais desastres. É a famosa cratera no Arizona e outras duas crateras gigantes demais de 150 km em diâmetro: uma perto da península de Yucatán, e outra sob as areias do Saara. Se o asteroide DA14 de 45 metros alguma vez colidir com a Terra, ele causará muitos problemas, diz o docente do departamento de astronomia da Faculdade de Física da Universidade Estatal de Moscou, Vladimir Surdin.
“O atual asteroide de 45 metros é quase igual ao meteorito de Tunguska, que há 100 anos caiu na Terra. A sua explosão na atmosfera afetou a taiga, provocou incêndios numa área comparável à moderna Moscou. Assim, a caída de um corpo de dezenas de metros é perigosa, se acontece sobre áreas densamente povoadas. E é ainda pior, se cai no oceano – aí, um tsunami pode tornar a vida difícil para as zonas costeiras”.
Os astrônomos descobriram o DA14 há um ano e calcularam que, em 15 de fevereiro, sua órbita certamente não se cruzará com a da Terra. Muito pior é o caso dos corpos celestes de 10 metros de comprimento, que por enquanto podem ser detectados somente um dia antes de caírem na Terra. Um tal asteroide explodiu sobre uma área deserta da Indonésia em 2010, e a explosão foi três vezes mais potente do que a de Hiroshima. Cientistas se preocuparam em criar uma rede de monitoramento de asteroides. Com sua ajuda será possível detectar objetos espaciais perigosos duas semanas antes de caírem na Terra. Isto irá aumentar o tempo para a evacuação de pessoas. Telescópios de grande porte que observem pequenos asteroides a grandes distâncias da Terra ainda não existem, mas estão sendo construídos, diz Vladimir Surdin.
“Vários países estão unindo forças para instalar vários desses telescópios ao redor do mundo e até mesmo enviar para o espaço. O problema é que não podemos ver os asteroides e cometas que estão voando para a Terra do lado do Sol – ele deslumbra os instrumentos ópticos. Por isso, é necessário enviar telescópios para além do Sol, para o lado oposto da órbita da Terra, e observar de lá os asteroides”.
O primeiro telescópio especial Sentinel deve ser colocado em 2018 entre as órbitas da Terra e de Vênus. Os fundos para ele estão sendo recolhidos por uma fundação privada nos EUA. O aparelho irá funcionar na gama de infravermelhos e procurar asteroides escrutinando a diferença de temperatura entre suas superfícies e o fundo frio comum do espaço. No entanto, mesmo as mais avançadas ferramentas não irão resolver fundamentalmente o problema da ameaça de asteroides, diz um investigador principal do Instituto de Física da Academia de Ciências russa Serguei Bogachev.
“Atualmente estão sendo conduzidos muitos trabalhos em diferentes meios de controle do espaço circundante, mas tais sistemas não permitem evitar uma colisão com a Terra, somente informam. São sistemas de alerta, mas não de impedimento. A humanidade ainda não pode impedir uma colisão”.
Até hoje já foram inventadas cerca de duas dezenas de maneiras de lidar com objetos espaciais perigosos: propõe-se desviar o corpo celeste da sua perigosa rota em direção à Terra, instalando nele um motor de foguete, ou destruir o asteroide por meio de uma explosão. É possível que, no futuro, contra o DA14, vá ser necessário aplicar uma dessas técnicas defensivas pela primeira vez. Agora, sua órbita quase coincide com a da Terra, mas seus parâmetros irão mudar muito após a aproximação do nosso planeta. Da distância exata a qual ele passar pela Terra depende a probabilidade de subsequentes colisões. Por enquanto, o risco global até 2069 estima-se em uma chance em 3000.
http://fimdostempos.net

Pyongyang ameaçou o mundo de guerra nuclear


RIA Novosti
  As autoridades da Coreia do Norte ameaçaram à comunidade internacional com “medidas mais duras” que a realização de testes nucleares.
  Segundo Pyongyang, as forças internacionais hostis ao Estado comunista procuram uma guerra nuclear, o que obriga o país a reagir adequadamente.
Lembrando que em janeiro passado o Conselho de Segurança endureceu as sanções contra o regime comunista, tendo provocado, assim, a indignação de Pyongyang.
http://portuguese.ruvr.ru/2013_02_05/pyongyang-ameacou-o-mundo-de-guerra-nuclear/
http://fimdostempos.net

Na Rússia está sendo elaborado um sistema de proteção global da Terra de ameaça de cometas.


Recentemente, o nosso planeta evitou uma colisão com o asteroide Apophis, mas em 2029 ele irá virar novamente em direção à Terra.
Segundo dados da NASA, o perigo potencial para os terráqueos são cerca de 47,000 asteroides de 100 metros de diâmetro, situados a uma distância de menos de oito milhões de quilômetros da Terra. No século XXI, são teoricamente possíveis 11 colisões, e quatro delas podem ocorrer antes de 2050.
Há que se proteger contra esses intrusos e buscar as melhores maneiras de o fazer. Os cientistas russos têm seu plano de ação em caso de perigo, diz o representante do Centro estadual acadêmico Makeev de foguetes, Serguei Makhankov:
“Há uma hipótese – a destruição desses objetos perigosos. Serão dispositivos que desintegrarão o asteroide em fragmentos menores. Ou então, nos asteroides serão instalados dispositivos que permitirão mudar sua trajetória…”
Para colocar os aparelhos-destruidores nos objetos espaciais perigosos para os terráqueos podem ser usados mísseis balísticos intercontinentais, diz o pesquisador do Centro estadual acadêmico Makeev de foguetes, Sabit Garaev:
“Acoplamos ao míssil o aparelho com seu próprio motor e sistema de controle. O míssil leva-o alguns milhões de quilômetros para cima e solta-o. Nós temos Kaissa – um aparelho de inteligência, e um dispositivo de ataque – o Kapkan (Armadilha). Em 2021, pretendemos lançar para Apophis um aparelho de inteligência que irá recolher amostras de solo, colocar sensores que irão voar junto com Apophis. Eles irão fornecer as coordenadas exatas de sua trajetória. E em 2036, se existir um risco de colisão com a Terra, lançaremos para ele o Kapkan. O Kapkan tem vários módulos de ataque que podem explodir ou desviar o asteroide”.
Pode-se montar o aparelho no asteroide usando veículos de lançamento do tipo Angara e Rus. O promissor míssil intercontinental balístico que está sendo desenvolvido para substituir o MBIC Voevoda também poderá servir. Segundo o especialista, eles podem entregar cargas a uma distância de até 10 milhões de quilômetros – o suficiente para alcançar Apophis.
Os cientistas acreditam que a opção mais adequada para combater o intruso é a sua destruição. Sabit Garaev diz:
“Podemos instalar tantos aparelhos de ataque quantos necessário para o dividir em partes completamente inofensivas – até 40 metros. E elas queimam quase completamente na atmosfera”.
Esse sistema de proteção será acionado se perto da Terra chegar um corpo celeste de até 1,5 quilômetros de diâmetro. De um cometa gigante voando a uma velocidade de 70 quilômetros por segundo, esse sistema certamente não vai salvar, acrescenta o cientista. A boa notícia é que, em teoria, isso pode acontecer apenas uma vez em 30 milhões de anos.
http://fimdostempos.net