sábado, 4 de dezembro de 2010

Descobertos fenômenos que podem explicar “aparições de OVNIs”


Em 2006, grandes meteoros foram observados em Brisbane, na Austrália. Essa aparição ocorreu ao mesmo tempo em que um objeto verde brilhante foi visto em montanhas próximas – considerado por muita gente um OVNI.

Agora, um cientista propôs uma teoria que explica esses “avistamentos de OVNIs”. Segundo o astrofísico, que fez um estudo detalhado sobre o acontecimento, as visões podem ser explicadas por raios esféricos e outros fenômenos atmosféricos.

O cientista afirmou que quando se junta inexplicáveis fenômenos atmosféricos, talvez de natureza elétrica, com a psicologia humana e o desejo de ver alguma coisa, isso poderia explicar muitas das aparições de OVNIs.

Os meteoros que passaram pelo céu aquele dia eram bolas de fogo. São meteoros excepcionalmente brilhantes, produzidos por fragmentos de rocha espaciais maiores que partículas do tamanho de grãos de areia responsáveis por estrelas cadentes. E, assim como as estrelas cadentes, as bolas de fogo cruzam o céu em grande velocidade. Pelo menos três bolas de fogo individuais foram vistas na noite de 16 de maio de 2006.

A ideia do astrofísico é de que uma das bolas de fogo observadas no céu pode ter momentaneamente desencadeado uma conexão elétrica entre a alta atmosfera e o solo, fornecendo energia para um raio esférico aparecer acima das colinas.

Esse episódio extraordinário, que ocorreu durante uma noite de tempo bom, é exatamente o tipo de acontecimento que poderia levar alguns a pensar que testemunharam um OVNI.

Por exemplo, um agricultor, testemunha do raio esférico, descreveu o objeto como tendo cerca de 30 cm de diâmetro. Disse que ele apareceu, logo após a bola de fogo, sobre algumas pedras, e acompanhou o caminho de uma cerca por alguns minutos. Em um primeiro momento, o agricultor pensou que estava testemunhando um acidente de avião e chamou a polícia, porém uma busca no dia seguinte não encontrou destroços.

Para o cientista, o raio esférico parece uma explicação óbvia. O fenômeno, entretanto, não é totalmente compreendido. O raio bola normalmente está associado a tempestades, mas essa não é uma regra. Com certeza não havia nenhuma atividade de tempestade elétrica nas proximidades do acontecimento.

O astrofísico não oferece uma nova explicação para as causas do raio, apenas diz que bastante energia pode ter sido colocada no chão para provocá-lo. Ele propõe que o fluxo natural da corrente que existe entre os mais altos escalões da atmosfera, a ionosfera, e a Terra foi aumentado pela passagem do meteoro que “jogava” partículas carregadas e outros materiais condutores em seu rastro.

O cientista explica: se pensarmos na ionosfera e no solo como terminais de bateria, e colocarmos um fio entre esses dois terminais e fluxos de corrente, literalmente, começaremos uma faísca. Outros cientistas têm sugerido que as taxas de dissipação no solo podem criar bolas de gás ionizado brilhantes.

Segundo pesquisadores, há um longo caminho a percorrer antes que todo mundo fique satisfeito com essa explicação. A publicação do trabalho do astrofísico abre um debate. Não é uma teoria vigorosa, mas é uma sugestão que pode valer a pena explorar. [BBC]

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HYPESCIENCE

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mistério – o que acontece se você misturar todos os elementos da tabela periódica?


Você já se perguntou, em meio a divagações nas aulas de química, o que aconteceria se todos os elementos da tabela periódica fossem misturados? Nós temos a resposta!

Os cientistas acreditam que o resultado seria um “glúon de plasma” (o que os cientistas acreditam que saiu do Big Bang), ou plutônio em chamas. Então não tente isso em casa – e, por sorte, ninguém pode tentar. Segundo químicos teóricos uma experiência dela necessitaria de 118 instalações como as do LHC, o acelerador de partículas.

Além disso, o resultado da mistureba provavelmente desapareceria instantes após ter sido criado.

Isso é tão difícil de ser previsto porque a natureza reativa dos elementos é imprevisível. Coisas diferentes poderiam acontecer se um elemento A entrasse em contato com o elemento B antes que o C, ou se o A encontrasse o C primeiro, por exemplo.

Uma coisa é certa no entanto – o resultado não seria bonito. Se o resultado fosse plutônio em chamas, o simples fato de você inalar a fumaça dele causa morte instantânea. Depois disso, tudo se transformaria em plasma inativo. [Gizmodo]

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Pedra enorme é arremessada de vulcão



Essa enorme pedra que você vê na foto pesa cerca de mil toneladas e nem sempre esteve nesse local. Então como ela veio parar aí? Ela foi arremessada por um vulcão.

O Eyajafjallajokul (vamos chamá-lo de “Eya”) derreteu a geleira que estava o contendo. Confira a foto abaixo e imagine a força dessa explosão que fez essa enorme rocha decolar.

[Gizmodo]

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Imagens incríveis da guerra contra o tráfico no Rio








Semana passada uma pequena guerra iniciou-se no Rio de Janeiro. Centenas de traficantes foram encurralados no complexo de favelas conhecido como “O Morro do Alemão”.

Pelo menos 42 pessoas morreram no confronto. Ele iniciou-se com o esforço da polícia para pacificar o Rio para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Os traficantes responderam, roubando lojas e atacando delegacias.

Como um número relativamente pequeno de prisões ocorreu, as autoridades do Rio aconselham as pessoas a ficarem em alerta para mais conflitos.

Como você pode imaginar, um evento desse é uma fonte muito grande de imagens incríveis. Confira algumas delas:

[The Big Picture]

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Humanos só andam em círculos – e ninguém sabe por que


Uma pesquisa do Instituto Max Placnk de Cibernética Biológica mostrou que, quando não há um ponto fixo de referência, nos andamos em círculos e, inevitavelmente, acabamos nos perdendo.

Se caminharmos em uma neblina densa, em uma noite sem estrelas, por exemplo, não conseguimos, de jeito nenhum, manter uma trajetória reta – lembrando, novamente, sem usar nenhum ponto de referência.

Isso porque, normalmente, temos uma tendência inexplicável a andar mais para um lado do que para o outro (e o lado varia de pessoa para pessoa). Alguns acreditam que a pessoa anda mais para o lado do cérebro que é dominante. Outros acham que o motivo é mecânico, já que uma perna é sempre mais curta do que a outra.

Seja lá qual for o motivo, não se aventure em um deserto ou uma floresta escura sem uma bússola.[Gizmodo]

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Físicos criam novo tipo de luz


Sólido, líquido e gasoso são estados da matéria. Assim como esses três, em 1995, cientistas descobriram um novo estado da matéria, chamado de “condensado de Bose-Einstein”. Naquela época, a condição foi atingida com átomos super resfriados de um gás. Os cientistas acreditavam que esse estado da matéria não poderia ser atingido com fótons, que são unidades básicas de luz.

As partículas em um tradicional estado condensado de Bose-Einstein são refrigeradas próximas ao zero absoluto, até que se juntam e tornam-se indistinguíveis, agindo como uma partícula gigante.

Os cientistas pensavam que os fótons – pacotes de luz – não seriam capazes de alcançar esse estado, porque parecia impossível resfriar a luz, e ao mesmo tempo concentrá-la. Como os fótons são partículas sem massa, quando eles são resfriados geralmente são absorvidos no seu entorno e desaparecem. Assim, os pesquisadores precisavam encontrar uma maneira de refrigerar os fótons sem diminuir o seu número.

Agora, físicos finalmente conseguiram criar um novo tipo de luz, partículas chamadas de “super fótons”. A luz foi criada através da refrigeração de fótons em estado de gota.

Para atingir o objetivo desejado, os pesquisadores desenvolveram um recipiente feito de espelhos colocados muito, muito próximos uns dos outros (cerca de um mícron, ou seja, um milionésimo de metro de distância), a fim de interceptar os fótons.

Entre os espelhos, os pesquisadores colocaram “moléculas corantes”, que são basicamente pequenos pedaços de pigmento de cor. Quando os fótons atingem essas moléculas, elas são absorvidas e re-emitidas.

Os espelhos “prendem” os fótons, fazendo-os saltar para frente e para trás em um estado confinado. Nesse processo, os pacotes de luz trocam energia térmica cada vez que batem em uma “molécula corante”, e, eventualmente, resfriam até a temperatura ambiente.

Claro que a temperatura ambiente está longe do zero absoluto, mas, segundo os físicos, é fria o suficiente para que os fótons se encaixem em um condensado de Bose-Einstein. É a densidade das partículas que indica o quão fria a temperatura deve ser para começar a condensação.

Por exemplo, gases atômicos ultra-frios são muito diluídos e, portanto, têm temperaturas de condensação muito baixas. O gás de fótons tem uma densidade milhões de vezes maior, e pode alcançar a condensação em temperatura ambiente.

A experiência foi considerada um marco da física. Condensar os fótons a este estado fez com que eles se comportassem mais como partículas de matéria normal. O experimento também mostrou a capacidade dos fótons, e certamente de todas as partículas, de se comportar como partícula e como onda, uma das revelações mais surpreendentes da física quântica moderna.

Segundo os pesquisadores, a física por trás da condensação de Bose-Einstein é a transição de um comportamento de partícula em altas temperaturas a um comportamento ondulatório em temperaturas frias.

Daqui a alguns anos, o experimento pode ter aplicações na criação de novos tipos de lasers, que geram ondas de luz muito curtas nas faixas de luz ultravioleta ou raios-X. [LiveScience]

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Cientistas descobrem oxigênio em Réia, uma das luas de Saturno


Réia é a segunda maior lua de Saturno, mas não é apenas isso o que a torna incrível – segundo a missão Cassini, da Nasa, ela possui uma atmosfera de 70% de oxigênio e 30% de dióxido de carbono.

Segundo os cientistas é a primeira vez que verificamos que outro astro possui uma atmosfera de oxigênio diretamente. Outras atmosferas foram descobertas nas luas Europa e Ganimedes, mas apenas a uma longa distância, através do Hubble.

Dessa vez a Cassini pôde “cheirar” a atmosfera de Réia, já que a camada de oxigênio (5 trilhões de vezes menos densa do que a atmosfera da Terra) é muito fina para ser detectada à distância.

Os pesquisadores acreditam que o oxigênio vem do campo magnético de Saturno – partículas de água seriam quebradas no fluxo entre o satélite e o planeta e se “rearranjariam” na forma de moléculas de oxigênio.

De acordo com os cientistas, esse tipo de fenômeno pode ser comum em outras áreas do Sistema Solar e não indica, necessariamente, a presença de vida alienígena. Réia seria muito fria e não teria praticamente nenhum líquido para permitir a existência da vida como a conhecemos. [NewScientist]

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Veja o mundo através de um olho biônico


Você já imaginou usar um olho biônico? Essa simulação do Centro de Excelência em Tecnologia da Austrália, recria o que os pacientes poderiam ver se tivessem um aparelho desses instalado.

O “olho biônico” é um microchip, desenvolvido pela Bionic Vision Australia, que irá ajudar a devolver a visão para pessoas com distrofia de retina – um problema no qual os fotoreceptores da retina, as células sensíveis à luz, levando à cegueira.

Quando é implantado na parte posterior dos olhos, o aparelho substitui as células danificadas, e envia as informações necessárias para células transmissoras, que formam a visão em conjunto com o cérebro.

Os testes irão começar em 2013. Se parece longe para você, confira esse vídeo com um homem cego que recuperou a visão após ter um aparelho similar implantado.

[NewScientist]

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Mundo pode ficar 4 °C mais quente até 2060


Pesquisadores do Reino Unido declararam que o mundo pode ficar até 4 °C mais quente até 2060. Isso devastaria a floresta amazônica e acabaria com os ciclos das monções. Agora a Royal Society publicou um estudo detalhando como o mundo ficaria com esse aumento de temperatura.

As secas, como se pode imaginar, seriam muito mais freqüentes. A questão da água é um grande problema. Como a população irá crescer já teremos disputas sobre as reservas de água naturalmente. Mas se, além disso, a temperatura aumentar, as secas tornarão a situação ainda mais crítica.

A África subsaariana irá ter uma menor produção agrícola. Graças às secas e às mudanças climáticas, a produção de grãos na região irá cair 47% – e levando em conta que os habitantes da região já passam fome com os níveis de produção atual, esse índice é muito alarmante.

O clima diferente, o aumento dos níveis de água do mar e a falta de água potável irão fazer com que muitas pessoas precisem migrar. No entanto, os mais pobres não teriam condições e precisariam se adaptar a condições extremas.

Então devemos nos conscientizar de nossas ações e, principalmente, cobrar ações mais ecológicas de políticos e empresários. Por mais pequena que uma atitude possa parecer agora, tendo em vista esse futuro assustador, ela, com certeza, irá fazer a diferença. [NewScientist]

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Excrementos de astronauta podem ser combustível para foguetes


Vamos deixar claro que esse título, por enquanto, é apenas uma possibilidade, mas já tem gente pensando seriamente sobre o assunto. E os incentivadores dessa possibilidade não são restritos à NASA (que também está envolvida), a iniciativa parte das Nações Unidas (UNESCO). O projeto, com custo aproximado de 5 milhões de dólares (o equivalente atual a cerca de 8,6 milhões de reais) consiste em enviar um satélite ao espaço para responder justamente a essa pergunta: fezes humanas podem movimentar veículos espaciais?

A protagonista dessa história é uma bactéria chamada Shewanella MR-1, que é capaz de digerir os excrementos de todos nós. Os resultados dessa refeição são largas quantidades de hidrogênio, cuja aplicação como combustível tem sido amplamente estudada nos últimos anos. Pois bem, amostras dessa bactéria serão levadas ao espaço, e o desafio do pessoal da NASA é ver se realmente funciona usá-las para produzir combustível. Em caso positivo, bastará fazer um mecanismo de separação do hidrogênio, e pronto; os astronautas poderão produzir combustível sempre que forem ao banheiro.

A principal dificuldade do projeto é saber se a nossa amiga Shewanella é capaz de sobreviver no espaço, e se não haverá nenhuma alteração em seu ciclo de vida. E o projeto não é uma expectativa a longo prazo: ainda no primeiro semestre do ano que vem, os cientistas pretendem lançar o satélite. [PopSci]

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Conheça o cavalo mais inteligente do mundo


Um cavalo entrou no Guiness recentemente – não pela sua habilidade em saltar obstáculos ou por sua velocidade, mas por sua inteligência.

Lukas, o cavalo de 17 anos, sabe fazer 35 truques incríveis, entre eles contar, discernir formas geométricas, soletrar seu nome, classificar objetos por seus formatos, cores e tamanho.

Quando algo está “faltando” em seu habitat, Lukas consegue indicar e sinalizar isso para seus donos – essa capacidade só havia sido verificada antes em papagaios e em primatas. No entanto, ele só entrou pro Guiness esse ano, já que não foi fácil criar um teste que confirmasse que Lukas fosse o cavalo mais inteligente do mundo.

O recorde de Lukas é “O cavalo que conseguiu identificar mais números corretamente em 60 segundos”. Ele identificou 19 números. Segundo seus donos, como o Guiness não permitiu que o animal fosse encorajado após cada acerto, eles acreditaram que ele não se sairia tão bem, mas esse foi o melhor “score” que Lukas já apresentou na atividade. Para os donos é como se ele soubesse o quanto aquilo era importante e tivesse se esforçado especialmente para isso.

Confira o vídeo e conheça o bichinho melhor:

[Aol]

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Cientistas simulam colisão entre um buraco negro grande e um pequeno


Astrofísicos conseguiram simular a colisão mais radical entre dois buracos negros até hoje: um buraco negro centena de vezes mais massivo do que o outro.

Quando dois buracos negros colidem em cenários realistas da astrofísica, eles não têm o mesmo tamanho. Colisão de galáxias seria o tipo de cenário em que buracos negros com massas muito diferentes, ou seja, com relações de massa desde dois para um até um milhão para um, cairiam uns sobre os outros conforme vazassem grandes quantidades de energia orbital através da emissão de ondas gravitacionais.

Porém, até cinco anos atrás, cientistas disseram que colisões tão massivas não poderiam ser reproduzidas. Naquela época, simulações de colisão entre buracos negros de massas iguais chegaram até fusões de um buraco negro 10 vezes mais massivo. As colisões de buracos negros até uma relação de massa de 10 para 1 representaram os limites das técnicas reproduzidas pelos cientistas.

Porém, alguns pesquisadores, reunidos em Portugal, conseguiram criar novas técnicas. Eles precisaram de um supercomputador com 70.000 processadores e quase três meses para completar a simulação. Eles acreditam que podem ir além desta relação de massa, talvez a mil para um, mas esse problema complexo só poderia ser resolvido por supercomputadores ainda mais potentes.

A nova simulação é especialmente importante porque faz uma ponte entre as lacunas de duas abordagens de pesquisa muito diferentes: uma que começou a partir de colisões de buracos negros com massas similares e outra que utiliza o que é chamado de técnicas de perturbação, que se aproxima de colisões com a relação de massa de mil para um.

A simulação também pode ajudar a prever a assinatura de ondas gravitacionais que vêm de colisões de buracos negros de diferentes relações de massa. Astrônomos à procura de ondas gravitacionais agora podem entender exatamente o que estão detectando.

Atualmente, existem dois grandes esforços em andamento nos EUA para detectar ondas gravitacionais; um observatório baseado em terra e um observatório de ondas gravitacionais previsto para ser instalado no espaço, mas que ainda não está acima do chão.

A nova simulação vai ajudar a desenvolver famílias de formas de ondas gravitacionais que os astrônomos podem procurar nos próximos cinco anos, que é quando os observatórios devem estar prontos. O objetivo final é fazer testes de alta precisão da Relatividade Geral, o que tem algumas implicações importantes para a astrofísica. [MSN]

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As 6 rochas mais famosas do mundo



Sem querer menosprezar as rochas, mas as pedras são uma parte muitas vezes negligenciada da paisagem. Aonde quer que você vá, tem uma pedra, afinal, não é como se elas pudessem se mover ou virar flores ou borboletas. Apesar de simples e comuns, no entanto, as rochas podem formar lindos cenários ou marcos históricos que por si só são atrações turísticas. Confira seis das rochas mais famosas do mundo:

1) ROCHA DE PLYMOUTH

A rocha de Plymouth marca o local onde William Bradford e os peregrinos que fundaram a colônia de Plymouth desembarcaram do navio Mayflower. Ela está carimbada com a data de chegada do navio ao novo mundo: 1.620. A primeira referência escrita a rocha de Plymouth foi feita quase um século depois dessa data. A rocha foi consagrada em 1.774, quando os moradores da cidade se moveram pelo espírito da Revolução Americana. A rocha atualmente pode ser encontrada nas margens do porto de Plymouth, em Plymouth, Massachusetts, EUA. De acordo com o museu da cidade, a parte visível da pedra pesa cerca de 4 toneladas, enquanto a parte de baixo, escondida sob a areia da praia, pesa cerca de 6 toneladas. Estima-se que hoje a rocha tenha apenas cerca de um terço à metade do seu tamanho original, pois partes da pedra eram lascadas como lembranças nos séculos 18 e 19.

2) PEDRA BLARNEY

A pedra Blarney é um pedaço de pedra que fica nos arredores do Castelo Blarney, cerca de 8 quilômetros a leste de Cork, na Irlanda. Existem várias lendas para explicar a origem da pedra. De acordo com o site do Castelo Blarney, a pedra era da ilha de Iona, na Escócia, e foi o leito de morte de um santo irlandês que morava lá em exílio. A pedra foi posteriormente transferida da ilha para o continente, ainda na Escócia. Quando o rei Cormac MacCarthy enviou tropas irlandesas para apoiar Robert, the Bruce e seus escoceses na batalha vencida contra os ingleses em 1.314, parte da pedra foi dada para os irlandeses em agradecimento. Reza a lenda que beijar a pedra lhe traz o dom da eloquência. Porém, beijá-la não é tão fácil assim. Para beijá-la, a pessoa tem que se inclinar muito, enquanto se agarra a uma grade de ferro do parapeito do castelo. Poderia ser pior: no passado, aqueles que desejavam beijar a pedra tinham ficar de cabeça para baixo.

3) ROCHEDO DE GIBRALTAR

O Rochedo de Gibraltar é uma montanha de calcário que faz vista ao Estreito de Gibraltar, a entrada do Mar Mediterrâneo. A rocha tem 426 metros de altura e é um marco importante do território britânico de Gibraltar, uma península que se conecta através de um istmo até a Espanha. Gibraltar entrou na posse do Reino Unido com o Tratado de Utrecht, em 1.713, após a Guerra da Sucessão Espanhola. O nome atual da rocha provavelmente vem do árabe Jebel Tarik, que significa “montanha de Tariq”. Geologicamente falando, o rochedo é composto de calcário que remonta ao período Jurássico, cerca de 200 milhões de anos atrás. Trata-se da Cordilheira Bética, uma cordilheira que domina a Ibéria (região que inclui a Espanha e Portugal). A rocha contém centenas de cavernas, muitas das quais populares destinos turísticos.

4) ROCHA DE AYER OU ULURU

A rocha de Ayer fica sobre uma extensão plana do deserto australiano.Também conhecida pelo seu nome aborígine, Uluru, a rocha é um “inselberg” (palavra que vem do termo alemão que significa “monte ilha”), ou montanhosa isolada. “Inselbergs” são os restos deixados após a erosão de uma serra. Ela está localizada no Uluru-Kata Tjuta National Park, a 450 km a sudoeste de Alice Springs, na Austrália. O parque contém muitas inselbergs, mas Uluru é a maior e mais conhecida delas. A rocha também é o maior monólito do mundo (uma formação maciça composta de uma única rocha) e um local sagrado para os povos nativos ou aborígenes. Foi listada como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Sua formação de arenito está a cerca de 863 metros acima do nível do mar, ou cerca de 348 metros acima do solo. Tem 9,4 km de circunferência.

5) PEDRA DE ROSETA

A Pedra de Roseta é um fragmento de uma pedra do antigo Egito, que sustenta um decreto emitido por um conselho de sacerdotes por ocasião do aniversário da coroação do rei Ptolomeu V (204-181 a.C.) em três línguas: antigos hieróglifos egípcios, demótico egípcio e antigo grego. Originalmente exibida em um templo, a Pedra de Roseta foi mais tarde usada como material de construção em uma fortaleza na cidade portuária de el-Rashid, ou Rosetta. Uma expedição francesa ao Egito encontrou a pedra em 1.799. A pedra se tornou famosa, pois ajudou a decifrar os hieróglifos egípcios que até aquele momento não poderiam ser traduzidos. A pedra, que pesa cerca de 760 quilos, agora está em exibição pública no Museu Britânico, onde é o objeto mais visitado da coleção. A pedra entrou na posse britânica em 1.801, durante as Guerras Napoleônicas. O Egito pede que a pedra seja repatriada.

6) PEDRA NEGRA DE CAABA

A Caaba é uma construção em forma de cubo em Meca, na Arábia Saudita. É o local mais sagrado no Islã. Uma mesquita, o Masjid al-Haram, rodeia o edifício. No canto oriental da Caaba fica a Pedra Negra, que segundo a tradição islâmica, remonta ao tempo de Adão e Eva, período no qual caiu do céu. A pedra foi polida pelas mãos de milhões de peregrinos muçulmanos. Hoje, é na verdade um conjunto de fragmentos. Os peregrinos tentam beijar a pedra, como é dito que fez o Profeta Maomé. Alguns têm sugerido que a pedra é um meteorito, apesar de suas origens exatas permanecem desconhecidas. A Caaba em si é feita de granito dos arredores de Meca.

BÔNUS NACIONAL: O PÃO DE AÇÚCAR

O pão de açúcar é um enorme monólito, feito de uma pedra conhecida como gnaisse facoidal, uma pedra que se origina do granito. É um dos cartões postais do Rio de Janeiro, mas é muito mais antigo que a cidade – estima-se que ele tenha se formado a mais de 600 milhões de anos. Tem 395 metros de altura. [OurAmazingPlanet]

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Bizarro – homem engole sistema wireless para virar uma jukebox humana


Conheça Fredrik Hjelmquist, um cara que engoliu uma pílula que continha um sistema de som wireless, para virar uma jukebox humana. Ele realmente quis virar uma jukebox, com música saindo do seu estômago.

O sistema que ele engoliu se chama gutPod (gut, em inglês, é uma palavra que pode significar tanto o sistema digestivo quanto o intestino – as famosas “tripas”). Confira o vídeo:

Você pode ouvir votar nas músicas que quer ouvir do estômago de Frederik nesse site. Agora resta saber se o gutPod fica em seu estômago permanentemente ou se ele vai embora “descarga abaixo”. [Gizmodo]

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Professora impede o uso de lápis e canetas em sala de aula


Wendy Scott é uma doce professora do ensino fundamental da Escola North Brookfield, em Massachusetts, que tentou banir o uso de lápis e de caneta em sua sala de aula. O que é extremamente bizarro, já que os alunos “normalmente” precisam desse material para acompanhar as aulas.

A professora até mandou um memorando para os pais das crianças, dizendo que a partir do dia 15 de novembro, qualquer aluno que fosse “pego” portando um lápis ou uma caneta, seria acusado de indisciplina e de estar portando material que poderia ser usado para a construção de uma “arma”.

A escola diz que a professora nunca teve permissão para banir os lápis ou para mandar esse memorando para os pais. Ela afirma que os alunos não ficariam sem lápis ou canetas, mas que ela forneceria esse material. Agora fica a pergunta – se ela acha que seus pupilos são capazes de construir armas com os próprios lápis, qual é a diferença entre os lápis que ela daria para eles?

E você, leitor? Teve alguma experiência estranha na escola que gostaria de compartilhar? Conte para nós nos comentários! [Gizmodo]

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O cosmo possui uma história anterior ao Big Bang


Segundo cientistas, o Universo apresenta “ecos” de eventos que aconteceram antes do Big Bang. Essas marcas podem ser vistas nas microondas de radiação que preenchem o Universo.

O cosmologista Roger Penrose afirma que os eventos parecem como “anéis” ao redor de aglomerados de galáxias. Ele criou o termo “aeon” para se referir a uma era do universo, como diferentes eras da história. Segundo Penrose, houve aeons antes do nosso, que culminaram no evento Big Bang e que deram início ao nosso aeon.

Para chegar a essa conclusão, Penrose e Vahe Gurzadyan (cientista da Universidade Yerevan, da Armênia) analisaram as temperaturas praticamente uniformes que preenchem os espaços vazios do Universo. Eles pesquisaram quase 11 mil lugares, especialmente galáxias que se fundiram e criaram buracos negros enormes.

Quando esses buracos negros são criados, há uma enorme liberação de energia. Se os mesmos eventos se repetem em diferentes aeons, ou seja, as mesmas coisas acontecem em diferentes períodos da história do universo, se repetindo infinitamente, essas energias de aeons passados poderiam ser encontradas.

A pesquisa mostrou 12 eventos em que há “anéis” de energia ao redor de estruturas espaciais, alguns com até cinco anéis de energia, mostrando que eventos massivos poderiam sair desses objetos mais de uma vez na história.

A descoberta é fascinante porque pode mostrar que tudo no universo é cíclico, incluindo a vida na Terra e nossa própria existência.

Qual a sua opinião, leitor? Acha que isso é possível? Nos deixe sua opinião nos comentários! [BBC]

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Bizarro – em uma vila da Índia, mulheres solteiras não podem mais usar o celular


Pode até parecer piada mas, infelizmente para as indianas, as moças solteiras não podem mais usar o celular. O conselho da vila de Lank, na Índia, proibiu o aparelho para que as mulheres não pudessem mais arranjar casamentos pelas costas de seu pai – um crime que pode ser punido com a morte.

Os telefones mais populares por lá são os modelos antigos da Nokia, especialmente o Nokia 1100, que tem uma bateria resistente.

Há 50mil pessoas na vila de Lank e, dessas, uma boa parte usa os celulares. Mas se a moda se espalhar por outras cidades da Índia, a Nokia irá perder um grande mercado. [Gizmodo]

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HYPESCIENCE

Plataformas de gelo podem ter um “mecanismo de defesa” contra o derretimento


Não é novidade a preocupação dos cientistas com o gelo antártico ocidental. Graças ao aumento dramático do nível do mar, o gelo dos pólos poderá entrar em colapso nos próximos séculos.

Atualmente, as plataformas de gelo estão fundamentadas nas ilhas subaquáticas, que isolam parte do gelo do efeito de derretimento da água do mar, sobre o qual o restante da plataforma flutua. Segundo dados estudados, conforme o gelo derrete por causa da mudança do clima, provavelmente mais água corre sob a superfície das ilhas, o que acelera a sua destruição.

Agora, cientistas descobriram que as plataformas de gelo da Antártida podem ser mais estáveis do que se pensava anteriormente, já que até hoje uma peça-chave da física tinha sido negligenciada.

Segundo pesquisadores, a camada de gelo tem um mecanismo de defesa. Conforme ela derrete, o nível do mar em torno dela cai. Isso é contraditório, porque a camada de gelo, quando derrete, libera mais água para o mar. Só que, como a massa de gelo encolhe, sua atração gravitacional sobre a água do mar será mais fraca. Além disso, a base da plataforma se levantará conforme o peso do gelo diminuir.

Os pesquisadores explicam que se isso ocorresse, haveria uma queda no nível do mar dentro de 2.000 quilômetros de plataforma de gelo. Isso significa que haverá menos água “escorrendo” em torno da base da plataforma, e isso vai diminuir o recuo e fazê-la durar mais tempo.

Os resultados obtidos nesse estudo deverão ser incluídos nos modelos utilizados atualmente para prever o derretimento de gelo. Porém, ainda não há motivos para comemorações. Esse “efeito gravitacional” só faria uma grande diferença se a plataforma inteira estivesse derretendo de uma vez, o que até agora não é o que acontece.[NewScientist]

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Os maiores lagos da Terra estão aquecendo


Segundo novos dados de satélite, as alterações climáticas ao longo dos últimos 25 anos são as responsáveis por um aumento da temperatura observado em mais de 150 dos maiores lagos do mundo.

A análise recente fornece uma nova fonte de dados independentes para avaliar o impacto da mudança climática sobre a terra ao redor do mundo. Ela foi feita a partir de imagens infravermelho termais dos satélites da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica e da Agência Espacial Européia.

As coletas de imagens se concentraram nas temperaturas de verão (de julho a setembro no hemisfério norte e janeiro a março no hemisfério sul), devido à dificuldade da coleta de dados em estações nas quais os lagos ficam cobertos de gelo e/ou escondidos por nuvens. Apenas dados noturnos foram utilizados no estudo.

Os cientistas estudaram os lagos que tinham pelo menos 500 quilômetros quadrados de área, a partir de um banco de dados global. Os lagos selecionados também tinham que ter grandes áreas de superfície localizadas distante da costa, para que as influências da terra não interferissem nas medições. Os dados de satélite dos lagos foram coletados a partir do ponto mais distante de qualquer linha costeira.

Os resultados apontam para uma tendência de aquecimento global. Os maiores aumentos foram vistos nas latitudes médias e altas do hemisfério norte. Os dados sugerem uma taxa de aquecimento médio de 0,45 graus Celsius por década, sendo que alguns lagos aqueceram cerca de 1 grau Celsius por década.

A maior e mais consistente área de aquecimento foi o norte da Europa, sendo que uma tendência de aquecimento ligeiramente mais fraca foi encontrada no sudeste da Europa, em torno do Mar Negro e do Mar Cáspio, e do Cazaquistão.

Na América do Norte, as tendências foram ligeiramente superiores no sudoeste dos Estados Unidos do que na região dos Grandes Lagos. O aquecimento foi mais fraco nos trópicos e nas latitudes médias do hemisfério sul.

Os pesquisadores afirmaram que os resultados são consistentes com as mudanças esperadas associadas ao aquecimento global. As tendências de temperatura capturadas por satélite concordaram firmemente com as medidas feitas por nove bóias nos Grandes Lagos, o maior grupo de lagos de água doce da Terra, em termos de área total e volume. Os resultados também estavam em acordo com dados independentes de outros institutos.

A descoberta do relatório é preocupante. Segundo os pesquisadores, mesmo pequenas mudanças na temperatura da água podem resultar em florações de algas que tornam o lago tóxico para os peixes, ou resultar na introdução de espécies não-nativas que mudam o ecossistema natural do lago. [LiveScience]

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Foto espacial: poeira estelar em Áries


Essa composição de poeira espacial cobre, aproximadamente, dois graus da nossa paisagem estelar. Ela fica na direção da constelação de Áries, na nossa galáxia, a Via Láctea.

No canto direito inferior da paisagem, você pode ver uma enorme estrela azul, cercada pela nebulosa, chamada de Van den Bergh 13 e está a mil anos luz de distância da Terra. A outra estrela similar, que fica no canto esquerdo superior da foto, é a Van den Bergh 16.

A imagem, no total, tem 30 anos-luz de comprimento. [Nasa]

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