segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O Despertar dos Mágicos (67). nenhuma droga é autorizada nas experiências do projeto Rand.


Passei uma parte da noite a transcrever a visão do meu sonho. A teoria da estrutura estava descoberta.

Louis Pauwels e Jacques Bergier. DIFEL

Depois de ler nos jornais a descrição dos bombardeamentos de Londres, um engenheiro da companhia americana de telefones Bell teve, numa noite do Outono de 1940, um sonho no qual se viu desenhando o plano de um aparelho que permitia apontar um canhão antiaéreo sobre o local exato por onde passará um avião de que conhece a trajetória e a velocidade. Ao acordar, ele traçou o esquema, de memória. O estudo desse aparelho, que utilizaria pela primeira vez o radar, foi feito pelo grande sábio Norbert Wiener e as reflexões de Wiener a tal respeito viriam a originar o nascimento da cibernética.
Não se pode decididamente menosprezar, dizia Lovecraft, a importância titanesca que podem ter os sonhos. Também não se deverá, daqui em diante, considerar desprezíveis os fenômenos de premonição, quer em estado de sonho, quer em estado de vigília. Indo muito além dos conhecimentos adquiridos pela psicologia oficial, a comissão de energia atômica americana propunha em 1958 a utilização de clarividentes para tentar adivinhar os locais de queda dos bombardeamentos russos em caso de guerra.
O misterioso passageiro embarcou a bordo do submarino atômico Nautilus a 25 de Julho de 1959. O submarino afastou-se imediatamente e, durante quinze dias, percorreu debaixo de água as profundezas do oceano Atlântico. O passageiro sem nome fechara-se na sua cabina. Apenas o marinheiro que lhe levava a comida e o capitão Anderson, que lhe fazia uma visita quotidiana, lhe tinham visto o rosto. Ele entregava, duas vezes por dia, uma folha de papel ao capitão Anderson. Sobre essa folha de papel achavam-se as combinações de cinco signos misteriosos: uma cruz, uma estrela, um círculo, um quadrado e três linhas onduladas. O capitão Anderson e o passageiro desconhecido punham a sua assinatura sobre a dita folha, e o capitão Anderson fechava-a num envelope depois de pôr dois carimbos no interior. Um levava a hora e a data. O segundo as palavras ultra-secreto, para destruir em caso de risco de captura do submarino. Na segunda-feira, 10 de Agosto de 1959, o submarino acostava em Croyton. O passageiro subiu para um automóvel oficial que, sob escolta, o depositou no aeródromo militar mais próximo.
Algumas horas mais tarde, o avião aterrava no pequeno aeródromo da cidade de Friendship, no Maryland. Um automóvel aguardava o viajante. Conduziu-o a um edifício que tinha a seguinte inscrição: Centro de Pesquisas Especiais Westinghouse. Entrada proibida a qualquer pessoa não autorizada. O automóvel parou diante do posto de guarda, e o viajante pediu para falar com o coronel William Bowers, diretor das ciências biológicas da Repartição de Investigações das Forças Aéreas dos Estados Unidos.
O coronel Bowers esperava-o no seu gabinete:
- Sente-se tenente Jones - disse-lhe. - Tem o envelope? Sem uma palavra, Jones entregou o envelope ao coronel, que se dirigiu a um cofre-forte, abriu-o, e de lá retirou um envelope idêntico, apenas com a diferença de que o carimbo que ostentava não tinha escrito Submarino Nautilus mas Centro de Investigações X, Friendship, Maryland.
O coronel Bowers abriu os dois envelopes para deles retirar maços de envelopes mais pequenos, que por sua vez abriu e, silenciosamente os dois homens puseram de lado as folhas cujas datas eram semelhantes. Depois, compararam-nas. Com uma precisão de mais de 70 por cento, os signos eram os mesmos, e colocados na mesma ordem sobre ambas as folhas que tinham a mesma data.
Estamos numa curva da História - disse o coronel William Bowers. - Pela primeira vez no Mundo, em condições que não permitiam qualquer batota, com uma precisão suficiente para aplicação política, o pensamento humano foi transmitido através do espaço, sem intermediário, de um cérebro para outro cérebro! Quando for possível saber os nomes dos dois homens que participaram nessa experiência, serão sem dúvida retidos para a história das ciências. De momento trata-se do tenente Jones, que é oficial da marinha, e do cidadão Smith, um estudante da Universidade de Duke em Durham (Carolina do Norte, Estados Unidos).
Duas vezes por dia, durante os dezesseis dias que durou a experiência, fechado numa dependência de onde nunca saiu, o cidadão Smith colocava-se diante de um aparelho automático que baralhava cartas. No interior desse aparelho, num tambor, um milhar de cartas eram agitadas. Tratava-se não de vulgares cartas de jogar, mas de cartas simplificadas, chamadas cartas de Zener. Essas cartas, há muito tempo empregadas para as experiências de parapsicologia, são todas da mesma cor. Têm um dos cinco símbolos seguintes: três linhas onduladas, círculo, cruz quadrado, estrela. Duas vezes por dia, sob a ação de um movimento de relojoaria, o aparelho expelia uma carta, ao acaso, com um minuto de intervalo. O cidadão Smith olhava fixamente essa carta tentando pensar nela com intensidade.
À mesma hora, a 2000 quilômetros de distância, a centenas de metros de profundidade sob o oceano, o tenente Jones tentava adivinhar qual era a carta que o cidadão Smith olhava. Anotava o resultado, e pedia ao comandante Anderson para subscrever a folha de experiência. Sete vezes sobre dez o tenente Jones acertou. Nenhuma batota era possível. Mesmo se supusermos as cumplicidades mais extraordinárias, não podia haver qualquer ligação entre o submarino mergulhado e o laboratório onde se encontrava o cidadão Smit As próprias ondas de T.S.F. não podem penetrar várias centenas de metros de água do mar. Pela primeira vez na História da ciência obtivera¬se a prova indiscutível da possibilidade, entre dois cérebros humanos, de comunicar à distância. O estudo da parapsicologia entrava finalmente numa fase científica.
Foi sob a pressão das necessidades militares que foi feita esta grande descoberta. Desde o princípio de 1957, a famosa organização Rand, que se ocupa das mais secretas investigações do governo americano, apresentava um relatório a esse respeito ao presidente Eisenhower. Os nossos submarinos, lia-se ali, são agora inúteis, pois é impossível comunicar com eles quando estão mergulhados, e sobretudo quando estiverem sob a crosta polar. Todos os processos modernos devem ser empregados. Durante um ano, o relatório Rand não produziu qualquer efeito. Os conselheiros científicos do presidente Eisenhower achavam que a idéia fazia lembrar demasiadamente as mesas giratórias. Enquanto o bip-bip do Spoutnik ressoava como um sino sobre o fundo, os maiores sábios americanos decidiram que era tempo de atacar em todas as direções, incluindo aquelas que os russos desdenhavam. A ciência americana fez apelo à opinião pública. A 13 de Julho de 1958, o suplemento de domingo do New York Herald Tribune publicava um artigo do maior especialista militar da imprensa americana, Ansel E. Talbert.
Este escrevia: É indispensável para as forças armadas dos Estados Unidos saber se a energia emitida por um cérebro humano pode influenciar, a milhares de quilômetros, outro cérebro humano. . . Trata-se de uma investigação absolutamente científica e os fenômenos constatados são, como tudo o que é produzido pelo organismo vivo, alimentados em energia pela combustão dos alimentos no organismo. . .
A amplificação deste fenômeno poderá fornecer um novo meio de comunicação entre os submarinos e a terra firme, talvez mesmo, um dia, entre navios viajando no espaço interplanetário e a Terra.
Depois deste artigo e de numerosos relatórios de sábios confirmando o relatório Rand, foram tomadas resoluções. Existem atualmente laboratórios de estudos sobre a nova ciência de parapsicologia na Rand Corporations, em Cleveland, na Westinghouse, em Friendship, no Maryland, na General Electric, em Schenectady, na Bell Telephone, em Boston, e até no centro de investigações do exército, em Redstone, Alabama. Neste último centro, o laboratório que estuda a transmissão de pensamento encontra-se a menos de quinhentos metros do escritório de Werner Von Braun, homem do espaço.
Assim, a conquista dos planetas e a conquista do espírito humano já estão prontas a dar-se as mãos. Em menos de um ano, estes potentes laboratórios obtiveram mais resultados do que séculos de pesquisas no domínio da telepatia.
A razão é muito simples: as investigações foram iniciadas a partir de zero, sem idéia preconcebida. Foram enviadas comissões para o Mundo inteiro: em Inglaterra, onde os inquiridores tomaram contacto com autênticos sábios que verificaram os fenômenos de transmissão de pensamento, o doutor Soal, da Universidade de Cambridge, pôde apresentar aos investigadores a demonstração de comunicações, a várias centenas de quilômetros de distância, entre dois jovens mineiros do país de Gales. Na Alemanha, a comissão de inquérito encontrou sábios igualmente indiscutíveis, como Hans Bender e Pascual Jordan que tinham observado não apenas fenômenos de transmissão de pensamento, mas que também não receavam escrevê-lo. Na própria América, as provas multiplicavam-se. Um sábio chinês, o doutor Ching Ju Wang, com o auxílio de alguns confrades igualmente chineses, pôde dar, aos peritos da Rand Corporation, provas aparentemente decisivas da transmissão de pensamento.
Como se procede na prática para obter resultados tão espantosos como a experiência do tenente Jones e do cidadão Smith: Para isso é necessário arranjar um par de experimentadores, quer dizer, duas pessoas das quais uma faz de emissor e a outra de receptor. Só com o emprego de duas pessoas cujos cérebros estão de certa maneira sincronizados (os especialistas americanos empregam o termo ressonância, extraído da T.S.F., mas com plena consciência do que esse termo tem de vago) é que se obtém resultados realmente sensacionais.
O que portanto se constata nos trabalhos modernos é uma comunicação num único sentido. Se se inverter, se se fizer transmitir pelo sujeito que recebia, e reciprocamente, já nada mais se obtém. Para manter comunicações eficientes nos dois sentidos será então necessário dois pares de emissores-receptores, ou por outras palavras:
um sujeito emissor e um sujeito receptor a bordo do submarino;
um sujeito emissor e um sujeito receptor num laboratório em terra.

Como são escolhidas essas pessoas?
Por enquanto é um mistério. Tudo o que se sabe é que a escolha é feita examinando os eletroencefalogramas, quer dizer, os registros elétricos da atividade cerebral dos voluntários que se apresentam. Esta atividade cerebral, muito conhecida da ciência, não é acompanhada de qualquer emissão de ondas. Mas ele revela as emissões de energia no cérebro, e Grey Walter, o cérebro cibernético inglês, foi o primeiro a dizer que o eletroencefalograma pode servir para revelar as atividades cerebrais anormais.
Outro esclarecimento sobre o assunto foi dado por uma psicóloga americana, Gertrude Schmeidler. A doutora Schmeidler demonstrou que os voluntários que se apresentam para servir de sujeitos nas experiências de parapsicologia podem ser divididos em duas categorias, a que ela chama os carneiros e as cabras. Os carneiros são aqueles que crêem na percepção extra-sensorial. As cabras aqueles que não crêem. Na comunicação à distância é necessário, segundo parece, associar um carneiro com uma cabra.
O que torna este gênero de trabalho extremamente difícil é que, no momento em que se estabelece a comunicação à distância por meio do pensamento, o emissor, assim como o receptor, não tem qualquer sensação. A comunicação faz-se a um nível inconsciente, e nada transparece na consciência. O emissor não sabe se a sua mensagem atinge o objetivo. O receptor não sabe se recebe signos provenientes de um outro cérebro ou se estará a inventar.
É por esse motivo que, em vez de tentar transmitir imagens complicadas ou discutíveis, se contentam com a transmissão dos cinco símbolos muito simples das tabelas de Zener. Quando esta transmissão estiver pronta a funcionar poderemos facilmente servir-nos dessas cartas como de um código, à semelhança do alfabeto Morse, e transmitir mensagens inteligíveis. De momento trata-se de aperfeiçoar a forma de comunicação, de a tornar mais segura. Trabalha-se nesse sentido em numerosas direções e procura-se particularmente medicamentos com ação psicológica que facilitem a transmissão de pensamento. Um especialista americano de farmacologia, o doutor Humphrey Osmond, já obteve alguns primeiros resultados nesse domínio, e tornou-os públicos num relatório feito em Março de 1947 na Academia das Ciências de Nova Iorque.
No entanto, nem o tenente Jones nem o cidadão Smith utilizaram drogas. Pois o objetivo daquelas experiências das forças armadas americanas é explorar a fundo as possibilidades do cérebro humano normal. Fora o café, que parece melhorar a transmissão, e a aspirina, que, pelo contrário, a inibe, a paralisa nenhuma droga é autorizada nas experiências do projeto Rand. Sem dúvida nenhuma dessas experiências iniciam uma nova era na história da humanidade e da ciência.
No domínio das curas paranormais, quer dizer, obtidas com um tratamento psicológico, quer se trate do curandeiro possuidor do fluído, quer do psicanalista (feitas todas as distinções entre os métodos), os parapsicólogos chegaram a conclusões do maior interesse. Eles trouxeram-nos uma nova concepção: a do par médico-doente.
O resultado do tratamento seria determinado pela ligação telepática que existiria ou não entre o que trata e o paciente. Se essa ligação se estabelece - e ela assemelha-se a uma ligação amorosa - produz aquela superlucidez e aquela hiper-receptividade que se observa nos pares apaixonados; a cura é possível. De contrário, tanto a pessoa que cura como o doente perdem o seu tempo. A noção do fluído acha-se ultrapassada em benefício da noção do casal. Supõe-se que virá a ser possível desenhar o perfil psicológico profundo do que trata e do paciente. Certos testes permitiriam determinar que espécie de inteligência e de sensibilidade possuem o que trata e o paciente e a natureza das relações inconscientes que se podem estabelecer entre eles. O que trata, comparando o seu perfil ao do paciente, poderia saber desde o início se lhe é ou não possível agir.
Em Nova Iorque, um psicanalista quebra a chave do classificador onde guarda as fichas de observação. Precipita-se para a loja de um serralheiro e consegue que este lhe faça imediatamente uma chave. Não fala seja a quem for do incidente.
Alguns dias depois, durante uma sessão de sonho desperto, aparece uma chave no sonho do seu paciente, que a descreve. Está partida, e tem o número da chave do classificador: verdadeiro fenômeno de osmose. O doutor Lindner, célebre psicanalista americano, tratou, em 1953, um reputado sábio atomista. Este desinteressava-se do trabalho, da família, de tudo. Refugiava-se, confessou ele a Lindner, noutro universo. Cada vez com mais frequência, o seu pensamento deambulava por outro planeta onde
a ciência estava mais avançada e do qual ele era um dos chefes. Tinha uma visão nítida desse mundo, das suas leis, dos seus costumes, da sua cultura. Fato extraordinário: Lindner sentiu-se pouco a pouco contagiado pela loucura do seu doente, reuniu este em pensamento ao seu universo, e perdeu em parte a razão. Foi então que o doente principiou a desligar-se da sua visão e entrou no caminho da cura. Lindner viria a curar-se, por sua vez, algumas semanas mais tarde. Acabava de reencontrar no plano experimental a imemorial injunção feita ao taumaturgo de tomar para si o mal de outrem, de resgatar o pecado de outrem.
A parapsicologia não tem qualquer espécie de relação com o ocultismo e as falsas ciências: bem ao contrário, tende para uma desmistificação desse domínio. No entanto, os sábios, vulgarizadores e filósofos que a condenam vêem nela um encorajamento ao charlatanismo. É falso, mas é verdade que a nossa época é, mais que qualquer outra, favorável ao desenvolvimento dessas falsas ciências que têm o uso e a aparência de tudo, mas que não têm a propriedade nem a realidade de coisa alguma. Estamos persuadidos de que existem no homem terrenos desconhecidos.
A parapsicologia propõe um método de exploração. Nas páginas seguintes vamos por nossa vez propor um método. Essa exploração mal principiou: segundo pensamos, será uma das tarefas da civilização futura. Forças naturais ainda ignoradas serão sem dúvida reveladas, estudadas e dominadas, a fim de que o homem possa cumprir o seu destino num mundo em plena transformação.
É esta a nossa certeza. Mas a nossa certeza é também de que o atual desenvolvimento do ocultismo e das falsas ciências num imenso público é de natureza doentia. Não são os espelhos partidos que trazem desgraça, mas os cérebros desaparafusados. Existem nos Estados Unidos, desde a última guerra, mais de trinta mil astrólogos e 20 revistas unicamente consagradas à astrologia, das quais uma publica quinhentos mil exemplares. Mais de 2000 jornais têm a sua secção de astrologia. Em 1943, cinco milhões de americanos agiam segundo a orientação dos adivinhos e despendiam 200 milhões de dólares por ano para conhecer o seu futuro. Só a França possui 40000 curandeiros e mais de 50000 gabinetes de consulta secretas. Segundo avaliações verificadas, os honorários dos adivinhos, pitonisas, videntes, vedores de água, radiestesistas, curandeiros, etc., atingem 50 bilhões de francos em Paris. O orçamento global da magia era, para a França, de cerca de 300 bilhões por ano: muito mais do que o orçamento da investigação científica.
Imagem: homenagem a Paul Rand. hotsite com biografia e obras do designer ...
p.felipedario.com

domingo, 8 de janeiro de 2012

Rato de quase um metro aparece em loja de Nova York




Posted: 07 Jan 2012 12:09 PM PST
Funcionários de uma loja de sapatos em Nova York encontraram um rato de quase um metro. O bicho estava morto e foi capturado com uma pá. Especialistas acreditam que pode se tratar de um “Rato Gigante da Gâmbia”, muitas vezes adotado como animal de estimação e que pode crescer até mais de um metro.
Ratos gigantes aparecem no Reino Unido e nos EUA
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Nova-iorquino encontra rato ‘monstro’ durante limpeza
Roedor tem cerca de 90 centímetros, incluindo o rabo.
Rato foi encontrado em conjunto habitacional no Brooklyn.
Um rato gigante que aterrorizava um conjunto habitacional no bairro do Brooklyn, em Nova York (EUA), foi morto pelo trabalhador Jose Rivera, segundo o jornal “New York Daily News”.
Rivera contou que três roedores saíram de um buraco quando ele estava fazendo a limpeza de uma área. Ele conseguiu atingir um deles com um rastelo.
Segundo o jornal, o rato tinha cerca de 90 centímetros de comprimento, incluindo o rabo.
Ratos gigantes assustam moradores no Reino Unido
Roedores invadiram casas em Bradford.
Morador capturou um rato de 76,2 centímetros.
19/08/2010
Moradores de Bradford, no Reino Unido, estão horrorizados por causa da invasão de ratos gigantes. O britânico Brandon Goddard, de 31 anos, chegou a capturar um roedor de 76,2 centímetros, que mais parece um gato, segundo o jornal inglês “The Sun”.
Rato de 76,2 centímetros capturado por Brandon Goddard. (Foto: Reprodução/The Sun)
OBS: Seriam mutações genéticas do governo?
http://fimdostempos.net/ratos-gigantes-reino-unido-eua.html

Misteriosa epidemia assola cortadores de cana na América Central




Uma epidemia misteriosa está assolando a América Central e é a segunda principal causa de mortes entre homens em El Salvador e na Nicarágua. A doença já matou mais homens do que o vírus HIV e a diabete somados. As causas da epidemia permanecem desconhecidas, mas a teoria mais recente é de que as vítimas estariam, literalmente, trabalhando até a morte.
Nas planícies da Nicarágua — uma região farta em plantações de cana de açúcar— fica a pequena comunidade de La Isla, com suas casinhas que são uma colcha de retalhos de concreto e madeira. Pedaços de tecido servem como portas das residências.
Maudiel Martinez é pálido e tem as maças do rosto saltadas. Ele é curvado como um idoso, mas tem apenas 19 anos de idade.
”Essa doença é assim. Você está me vendo assim agora, mas dentro de um mês pode ser que eu não esteja mais aqui. Ela pode te levar de repente”, afirma.
Os rins de Maudiel estão falhando. Eles não estão realizado a função essencial de filtrar impurezas do corpo. Ele está sendo, pouco a pouco, envenenado por dentro.
Quando adoeceu há dois anos, ele já estava familiarizado com a sua doença e com os efeitos que ela poderia ter sobre ele. ”Eu pensei no meu pai e no meu avô”, afirmou. Mas ambos morreram da mesma condição. Três dos seus irmãos também sofrem da mesma doença. Todos eles trabalhavam nas plantações de cana
A Ilha das Viúvas
Doenças renais mataram tantos homens nesta região que os moradores já passaram a chamar La Isla (A Ilha) de La Isla de las Viudas (A Ilha das Viúvas).
A doença não se limita à Nicarágua. Há inúmeros casos registrados em seis países da América Central, situados na região costeira do Oceano Pacífico.
”É importante que a doença renal crônica afetando milhares de trabalhadores das zonas rurais da América Central seja reconhecida como o que ela é —uma forte epidemia com um tremendo impacto sobre a população”, afirma Victor Penchaszadeh, um epidemologista da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.
O Ministério da Saúde de El Salvador já pediu a ajuda da comunidade internacional para combater a doença. A ministra Maria Isabel Rodríguez afirmou que a epidemia está ”consumindo as nossas populações”.
Além do meio rural
Em uma clínica de El Salvador, na região rural de Bajo Lempa, o médico Carlos Orantes recentemente descobriu que 25% dos homens na área sofrem da doença. E mais, afirma ele: a maior parte dos homens que estão doentes não tem indícios de pressão sanguínea alta ou de diabetes, que são as causas mais comuns de doença renal crônica em todo o mundo.
”A maior parte dos homens que nós estudamos possuem doenças renais crônicas provocadas por causas desconhecidas”, afirma.
O que os homens da região têm em comum é que todos trabalham com agricultura. Por esse motivo, Orantes diz acreditar que uma das principais causas das falhas renais das quais eles sofrem sejam componentes químicos tóxicos, como pesticidas e herbicidas, que são usados regularmente na agricultura.
”Estes químicos são proibidos nos Estados Unidos, Europa e Canadá e são usados aqui, sem quaisquer proteções e em grande quantidade, o que é bem preocupante”, afirmou.
Mas ele não descarta que outras hipóteses possam estar provocando a doença, como, por exemplo, o uso excesso de analgésicos, que pode danificar os rins, assim como o consumo excessivo de álcool. Ambos são fortes problemas na região.
Problema político
Na Nicarágua, a doença já se tornou um problema político.
Em 2006, o Banco Mundial (Bird) concedeu um empréstimo à segunda maior companhia açucareira do país para que ela construísse uma usina de etanol.
Trabalhadores rurais protestaram contra a construção, argumentando que as condições de trabalho promovidas pela empresa e o uso feito por ela de componentes químicos estavam contribuindo para a disseminação da epidemia. Eles afirmaram que o empréstimo violava as próprias regras do banco em relação a padrões de segurança para trabalhadores e práticas ambientais.
Por conta disso, o Bird aceitou financiar um estudo para tentar identificar as causas da epidemia. ”As provas apontam para um hipótese muito forte de que o estresse provocado pelo excesso de calor seja a causa desta doença”, afirma Daniel Brooks, da Universidade de Boston, que está chefiando a pesquisa.

A equipe de Brooks descobriu ainda que não são apenas os trabalhadores agrícolas que estão adoecendo, mas que também há forte incidência de doenças renais entre mineiros e trabalhadores da zona portuária, que não estão expostos a componentes químicos. Mas o que os portadores da doença têm em comum é o fato de que eles trabalham longas horas sob um calor extremo.
”Dia após dia de trabalho manual em condições de forte calor, sem que haja uma renovação de fluidos, pode ter efeitos
sobre os rins que não são tão óbvios à primeira vista, mas que, com o tempo, se acumulam ao ponto de contribuírem para que surjam doenças”, afirma Brooks.
Ele acrescenta que ”isso não havia sido mostrado até agora como uma causa possível para doenças renais crônicas. Portanto, estamos falando de um novo mecanismo que até hoje não havia sido descrito na literatura científica”.
Resultados iniciais
Mas o pesquisador conta que resultados preliminares do estudo confirmam a hipótese dele. O grupo de pesquisadores testou amostras de sangue e urina de trabalhadores da indústria canavieira que realizam diferentes funções. Os cientistas encontraram mais traços de danos renais entre trabalhadores que realizam atividades físicas desgastantes debaixo do sol.
A professora Aurora Aragon, da Universidade Nacional da Nicarágua, em León, afirma que a visão defendida pelos pesquisadores faz sentido. Há muito ela suspeita que o problema é parcialmente causado pela forma com que os trabalhadores canavieiros são pagos — quanto mais cana eles cortam, mais eles recebem.
José Donald Cortez trabalhou na indústria canavieira por 18 anos e conta que trabalhar no campo fez com que ele regularmente ficasse enjoado e tonto e sofrendo com febres constantes.
Cortez atualmente sofre de doenças renais e comanda uma organização de trabalhadores da indústria canavieira na Nicarágua que ainda estão doentes. Ele está convencido de que há alguma coisa nas plantações de cana que causa a epidemia.
Sejam quais forem as causas, ele afirma, os doentes precisam ser tratados com diálise, que pode mantê-los vivos quando seus rins falham. Mas poucos têm acesso ao tratamento, porque a diálise é extremamente cara e raramente acessível na região.
Condições de trabalho
As empresas produtoras de açúcar afirmam não estar convencidas de que os produtos químicos ou as condições de trabalho em suas plantações possam ser culpadas pela epidemia. Mas ainda assim, dizem as companhias, elas estão tentando proteger a saúde de seus funcionários.
Um conglomerado que possui diversas plantações de açúcar na América Central, o Grupo Pellas, diz ter começado a dar intervalos de almoço de uma hora aos seus trabalhadores e que procura assegurar que seus funcionários estão bebendo uma quantidade suficiente de água. A companhia também promove exames regulares para avaliar as funções renais dos trabalhadores

O porta-voz do Grupo Pellas, Ariel Granera, diz que quando se descobre que um trabalhador apresenta problemas renais, ele é dispensado, por conta de preocupações com seu bem-estar.
Mas os funcionários que adoeceram e que foram dispensados afirmam que o que eles recebem das empresas e da previdência social não é o suficiente para garantir seus sustentos. E dizem que, quando perdem seus empregos, perdem também o direito de ser tratados por médicos da companhia.
Em La Isla, muitos sabem dos riscos de se trabalhar na indústria canavieira, mas a região não oferece outros empregos e, como diz uma moradora, ”não há outros meios de sustentar uma família”.
* The World é um co-produção de rádio do Serviço Mundial da BBC com a americana PRI e a emissora WGBH, de Boston. Esta reportagem foi produzida com a colaboração do International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ), um projeto do The Center for Public Integrity.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111213_epidemia_centroamerica_bg.shtml
http://fimdostempos.net/misteriosa-epidemia-america-central.html

sábado, 7 de janeiro de 2012

Cerca de 20 toneladas de arenque encobriram parte da costa de Nordreisa. Fenômeno que causou mortalidade em massa ainda é desconhecido.


Moradores de Nordreisa, pequena cidade da Noruega com pouco mais de 4 mil habitantes, foram surpreendidos com o aparecimento de toneladas de peixes mortos na praia de Kvennews. Ao menos 20 toneladas de arenques mortos tomaram conta da faixa de areia nos últimos dias de 2011.
Em imagem divulgada pela agência Reuters nesta segunda-feira (2), ainda era possível ver o “tapete” de peixes que se formou na costa do povoado. Cada pescado pesava, aproximadamente, 150 gramas. Ainda não foi descoberta a causa da morte em massa.
Cão caminha em meio aos milhares de arenques que apareceram mortos na praia de Kvennews, em Nordreisa, na Noruega. Ao menos 20 toneladas do pescado morreram. A causa ainda é desconhecida. (Foto: Jan Petter Jorgensen/Scanpix/Reuters)
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/01/toneladas-de-peixes-mortos-formam-tapete-no-litoral-da-noruega.html
FIMDOSTEMPOS.NET

Cantora Pop Lady Gaga é acusada de participar de ritual satânico em hotel


04.01.2012 – A cantora Lady Gaga está sendo acusada de participar de um ritual satânico, após o qual teria deixado uma banheira cheia de sangue.
O caso teria ocorrido no meio do ano passado em um hotel de Londres, segundo o site “Truthquake”.
À publicação, um empregado do estabelecimento diz que a cantora se banhou no sangue.
“Ela deixou grandes quantidades de sangue no quarto após a hospedagem”, afirmou. “O caso foi repassado ao concièrge, que recebeu ordens de esquecer tudo.”
Fonte: http://www.rainhadosapostolos.com (visita recomendada)
Nota de www.rainhamaria.com.br
VAMOS LEMBRAR O SEGUINTE…
Cantora Lady Gaga diz que todos seus fäs iräo para o inferno junto com ela.
05.04.2011 – Lady Gaga é conhecida por dividir opiniões e sempre pareceu lidar bem com as polêmicas nas quais frequentemente se envolve.
No entanto, durante um show em Anaheim, na última quinta-feira (31), a cantora se irritou com um cristão que distribuía panfletos religiosos na porta do estádio onde ela se apresentaria minutos depois.
O homem abordou a cantora e entregou um cartão com os dizeres “Passe livre para sair do inferno”. Indignada, Gaga questionou a presença dele no local, uma vez que para sair do inferno era necessário apenas que as pessoas imprimissem cartões.
Segundo a cantora, o homem respondeu irritado que ela iria para o inferno e, sem pestanejar, Gaga respondeu:
“Então abram os portões (do inferno), pois todos eles irão comigo”
Fonte: http://www.ogalileo.com.br

De novo: pássaros caem mortos do céu no Arkansas-EUA em pleno Ano Novo



03.01.2012 – Milhares de pássaros caem em fileira para a morte em cidade de Arkansas em Véspera de Ano Novo
Como se o incidente não era estranho o suficiente, é a segunda vez em dois anos que as aves tenham caído como as mudanças de ano.
Nas ruas: Estimativas indicam que a contagem de aves mortas também em milhares.
“Eu pensei que o prefeito estava mexendo comigo quando ele me chamou”, disse Milton McCullar, chefe de departamento e supervisor em Beebe, Arkansas.’ “Ele me pegou às 4:00 da manhã e me disse que tínhamos que ir para a rua pois haviam aves caindo do céu Sr. McCullar disse à ABC News.
Dada a quantidade de pássaros e o tempo condensado e localização de suas mortes, tem que haver algum ponto em comum por trás do evento bizarro, mas os cientistas continuam confusos.
O fato de que as aves foram mesmo voando no meio da noite não faz sentido porque isso não é algo que eles sejam treinados para fazer.
Eles não estão adaptados para ver à noite como corujas assim que se saíram de suas varas durante a noite eles estão cegos à noite, como reagiria, disse o Dr. Kevin McGowan, um ornitólogo da Universidade de Cornell.
Uma tempestade de granizo ou relâmpagos enormes foram discutidos como possibilidades também.
Todas as teorias foram desmascarado, no entanto, como o clima estava calmo no Arkansas na noite passada e até mesmo a polícia impôs uma proibição de fogos de artifício de improviso em um esforço para impedir que aconteça novamente.
“Liguei para o departamento de polícia e lhes disse” Eu não estou bêbado, eu não sou contra as drogas “e ela imediatamente disse:” Oh, você está chamando sobre as aves? ” e eu estava tipo “Uh yeah!” “Jeff Drennan um residente disse à ABC.
Fonte: www.dailymail.co.uk e Blog Um Novo Despertar

Imagem: http://2012umnovodespertar.blogspot.com

Mineral raro presente na Lua foi encontrado na Austrália


Mineral aparece em minúsculas quantidades e não tem valor econômico, mas poderia ser útil para determinar a idade das rochas em que foi encontrado
Efe
Um mineral raro, chamado tranquillityita, que somente havia sido encontrado em mostras rochosas da Lua há mais de quarenta anos, foi descoberto na Austrália, confirmaram fontes científicas à Efe.

"É incrível que a tranquillityita exista há todo esse tempo em rochas na Terra e que tenham se passado uns 40 anos desde que foi encontrado na Lua para fosse detectado aqui", disse Birger Rasmussen, líder da equipe da Universidade de Curtin, que fez a descoberta.

A tranquillityita deve seu nome ao Mar da Tranquilidade, superfície da Lua onde o mineral raro foi encontrado pela primeira vez, junto à armalcolita e ao pyroxferroite, durante uma expedição da Apolo XI em 1969.

Os dois últimos minerais foram encontrados na Terra nos anos seguintes à viagem à Lua, e há dois anos foi detectada a presença da tranquillityita em mostras rochosas da Austrália Ocidental.

Três longas e exaustivas análises confirmaram que se trata do mesmo mineral encontrado na Lua. Segundo os geólogos, o desenvolvimento da ciência desde 1969, que agora permite moer as pedras em pós extremamente finos para submetê-los a testes isotópicos ou para determinar sua idade, foi muito útil para detectar a presença do mineral na Terra.

A descoberta ocorreu por acaso, quando o grupo de cientistas estava analisando detalhadamente fatias da rocha com um microscópio para detectar elétrons.

O mineral, de cor marrom avermelhada, tem forma de pequenas agulhas mais finas que o diâmetro do cabelo humano, e sua composição tem principalmente sílica, zircônio, titânio e ferro.

A tranquillityita, que até agora foi encontrada em seis locais da Austrália Ocidental, está presente em rochas ígneas como a dolerita, conhecida popularmente como "granito negro" e é um dos últimos minerais que se cristalizam do magma.

"De fato, suspeitamos que a tranquillityita logo será reconhecida em rochas similares à dolerita no mundo todo", dizem os cientistas.

O mineral, que aparece em minúsculas quantidades e não tem valor econômico, poderia ser útil para determinar a idade das rochas em que o mineral foi encontrado.
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,mineral-raro-presente-na-lua-foi-encontrado-na-australia,818840,0.htm
Imagem: ELMUNDO.ES

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Maias previam retorno de um deus em 2012 e não o fim do mundo, diz estudo


Segundo especialistas, o ano de 2012 marcaria o término de uma era e ao começo de outra, com o retorno do deus Bolon Yokte
MÉXICO – As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México.
Os especialistas Sven Gronemeyer e Barbara Macleod, da Universidade da Trobe (Austrália), divulgaram uma nova interpretação das inscrições maias do sítio arqueológico de Tortuguero, durante a 7ª Mesa Redonda de Palenque, realizada no estado mexicano de Chiapas.
A data de 21 de dezembro de 2012 citada nas inscrições do povo indígena maia gerou diversas especulações sobre supostas “profecias maias do fim do mundo”, versão que foi rejeitada pelos arqueólogos e epigrafistas.
Segundo os especialistas, os maias criaram um calendário com base em um período de 400 anos, denominado Baktun. Cada era é composta por 13 ciclos de 400 anos, que somavam 5.125 anos, e, segundo a conta, a era atual concluiria em dezembro de 2012.
Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro “seria investida a deidade Bolon Yokote”, um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C.
O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.
O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes maias deveriam “preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse”.
Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual.
“A aritmética do calendário maia demonstra que o término do 13º Baktun representa simplesmente o fim de um período e a transição para um ciclo novo, embora essa data seja carregada de um valor simbólico, como a reflexão sobre o dia da criação”, comentou Gronemeyer.
O epigrafista mexicano Erik Velásquez disse que, para os escribas maias, a história como uma narração de eventos humanos foi uma preocupação secundária. Eles se centravam nos rituais de qualquer tipo, por isso, “as inscrições mostram relações complexas entre o tempo, as esculturas e os prédios”.
“Na antiga concepção maia, o tempo se construiu tal como as esculturas e os prédios que as continham, os períodos tinham consciência, vontade, personalidade e se comportavam como humanos”, acrescentou Velásquez.

OBS> Ora, mas não é exatamente isso o que esperamos? A volta do nosso Deus? Então a profecia está correta e bate com nossos cálculos. Também nós estamos falando numa mudança completa, que levará a uma Era de Paz, e para sempre. Importa saber que eles igualmente não falam em fim do mundo, mas na vida deste Deus para renovar a face da terra. Háverá um mundo diferente, totalmente, deste que vemos hoje, planejado conforme o pensamento divino, não como as elocubrações humanas.
Deus usa assim dos menos possíveis para enganar os mais entendidos. Já antes foi achada outra pedra com uma inscrição que confirmava a data de 21/12/2012 como a última deste tempo, isso quando tentavam desmentir que ela tivesse conotação com a realidade. E somente Deus Altíssimo tem poder de mostrar isso aos seus filhos, o que significa que os maias receberam orientação do céu para seus cálculos. E se, como se fala, São Tomé esteve entre eles, significa que este santo sabia das datas, e portanto seria mais esclarecido do que o Jesus dos que negam a Ele esta possibilidade.
Ou seja: Deus o Pai é Um só com Jesus, e Ele pode revelar TUDO o que quiser, também as datas do fim desta era de horrores, e ela tem prazo fixado. Quem quiser crer que acredite, que nao quiser ver que permaneça na escuridão. Quem quiser calar que cale, quem quiser difundir que grite isso sobre os telhados: Deus decidiu mudar o mundo, tranformar a terra num paraiso, e para isso precisa defenestrar daqui todos os incrédulos, os escarnecedores, os maus, e todos os que se agradam em viver no meio desde reino de pecadores.
Quem acha que assim está bom, acostumou-se já com o fedor do gambá, gosta de morar com ele e se delicia com seu ninho fedorento. O fato é que a terra está se tornando num planeta com fedor de pecado insuportável e isso precisa ser limpo, varrido, escovado, lavado, queimado e purificado para que possamos legar as nossos filhos a dignidade de herdeiros. Quem não deseja, ou não acredita nisso, de fato estará fora dele. Os que não lutam por este mundo melhor, na realidade não o merecem. Estes partirão com a velha terra que se esvairá. O ano de 2012 é o ano em que tudo isso será consumado, a tribulação que chega, levará tudo de roldão.
FONTE- ESTADÃO
fonte- RECADOS DO AARAO
FIMDOSTEMPOS.NET
Imagem: selo. Foto: Getty Images. Cultura maia: Teoria do fim do mundo é contada a ...
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Aldeões fogem de OVNI que caiu em Angola


Sapa-AFP - 22/08/2002
Luanda - um objeto esférico não identificado caiu do céu perto da vila angolana de Manzawu, na província do norte de Uije, relatou a rádio católica romana Ecclesia nesta última quinta-feira.
Os aldeões disseram à Ecclesia que o objeto tinha caído próximo à Manzawu, após uma forte explosão, similar a um estrondo de trovão.
"Nós ouvimos o ruído como de um trovão no céu, e então uma esfera caiu na terra," disse uma das testemunhas do súbito aparececimento do objeto.
"Agora, nós estamos receosos de que possa explodir," disse um outro aldeão. Muitos de habitantes de Manzawu fugiram de suas casas, após ter ouvido a explosão.
De acordo com Ecclesia, o objeto pesa em torno de 10kg e mede aproximadamente 50cm no diâmetro. Os peritos das forças armadas angolanas viajaram ao local da aterrizagem do objeto para examiná-lo, disse a rádio.
Fonte: http://www.iol.co.za
Tradução: Andréia Tschiedel
http://www.burn.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=168
Ufo - Arquivo - Santo André - SP - Brasil. Características Gerais
sp.quebarato.com.br

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cientistas explicam formação de 'cordilheira fantasma' na Antártida


Jonathan Amos da BBC News, em Bergen
Cientistas dizem que agora podem explicar a origem do que talvez sejam as mais extraordinárias montanhas da Terra.
As Gamburstsevs são do tamanho dos Alpes europeus e totalmente cobertas pelo gelo antártico.
Sua descoberta na década de 1950 foi uma grande surpresa. A maioria supunha que o continente fosse plano e sem grandes variações.
Mas dados de estudos recentes sugerem que a cadeia de montanhas formou-se há mais de um bilhão de anos, segundo o trabalho divulgado na publicação científicaNature.
As Gamburtsevs são importantes por serem o local onde sabemos hoje que o gelo iniciou sua expansão pela Antártida.
Estudos climáticos
A descoberta da história das montanhas ajudará portanto em estudos climáticos, auxiliando cientistas a descobrir não apenas mudanças passadas da Terra, mas também possíveis cenários futuros.
"Pesquisar estas montanhas foi um enorme desafio, mas fomos bem-sucedidos e produzimos um trabalho fascinante", disse Fausto Farraccioli, da British Antartic Survey (BAS), à BBC.
Ele foi o pesquisador principal do projeto AGAP (sigla em inglês para Província Antártica de Gamburtsev).
A equipe de cientistas de várias nacionalidades viajou algumas vezes durante os anos de 2008 e 2009 ao leste do continente gelado, mapeando o formato da montanha escondida usando um radar capaz de penetrar o gelo.
Outros instrumentos registraram os campos gravitacionais e magnéticos, enquanto sismômetros estudavam as profundezas da Terra.
A equipe AGAP acredita que estes dados podem agora construir uma narrativa consistente para explicar a criação das Gamburtsevs e sua existência através do tempo geológico.
Supercontinente
É uma história que começou pouco antes de um bilhão de anos atrás, muito antes de formas de vida complexas se formarem no planeta, quando os continentes estavam se atraindo para formar um supercontinente conhecido como Rodínia.
A colisão que aconteceu gerou as enormes montanhas.
No decorrer de centenas de milhões de anos, os picos sofreram gradualmente um processo de erosão. Apenas as "raízes", ou bases, das montanhas teriam sido preservadas.
Mas entre 250 e 100 milhões de anos atrás, quando os dinossauros habitavam o planeta, os continentes começaram a se separar em uma série de fissuras próximas à base gelada das montanhas.
Este movimento aqueceu e rejuvenesceu as "raízes", criando as condições necessárias para que a terra se elevasse mais uma vez, fazendo com que as montanhas fossem restabelecidas.
Seus picos cresceram ainda mais na medida em que vales profundos foram sendo cortados por rios e geleiras a seu redor.
E teriam sido as geleiras que escreveram os capítulos finais, há cerca de 35 milhões de anos, quando elas se expandiram e se fundiram para formarem o Manto Antártico Oriental, encobrindo a cadeia de montanhas neste processo.
Mistério solucionado
"Esta pesquisa realmente soluciona o mistério de por que você pode ter montanhas aparentemente jovens em meio a um velho continente", diz a pesquisadora principal do estudo, Robin Bell, da universidade de Columbia.
"As montanhas originais provavelmente foram erodidas, para retornar como uma fênix. Elas tiveram duas vidas", disse ela.
A ideia é agora conseguir financiamento para escavar as montanhas em busca de amostras de solo, que poderiam confirmar o modelo divulgado na Nature.
Os pesquisadores também buscam determinar o local mais adequado para fazer a escavação no gelo.
Ao examinar bolhas de ar presas na neve compactada, os pesquisadores podem determinar detalhes do passado, como condições ambientais, incluindo a temperatura e a concentração de gases na atmosfera, como dióxido de carbono.
Acredita-se que em algum local da região de Gamburtsev seja possível a coleta de amostras de gelo com mais de um milhão de anos. A amostra seria ao menos 200 mil anos mais antiga do que o gelo antártico já analisado por cientistas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/11/111118_montanhas_antartida_rc.shtml

Visões de anjos descritas na Bíblia podem ter sido sonhos lúcidos


Cientistas que estudam o sono afirmam que muitas das visões angelicais e outros encontros religiosos descritos na Bíblia provavelmente são “produtos de sonhos lúcidos espontâneos”.
Em um estudo americano, 30 voluntários foram instruídos a realizar uma série de exercícios antes de acordar, ou exercícios de lucidez durante a noite, para que tivessem experiências extracorpóreas com anjos. Metade obteve sucesso.
Para ser mais específico, os voluntários tiveram que tentar recriar a história de Elias, o profeta que está no Tamuld, na Bíblia e no Alcorão. Em uma das histórias no Livro dos Reis, da Bíblia, Elias foge para o interior e dorme sob um junípero (uma árvore), exausto e pronto para morrer. Subitamente, um anjo o chacoalha e o manda comer. Ele olha em volta e, para sua surpresa, vê um pedaço de pão assado e uma jarra de água. Ele come e volta a dormir.
O líder da pesquisa, Michael Raduga, afirma que esse evento foi escolhido entre muitas outras passagens bíblicas que envolvem visões durante a noite porque “em termos de resultados verificáveis, anjos são a escolha ideal, já que a cultura ocidental oferece uma imagem bem estabelecida (asas, roupas brancas, auréolas)”.
A pesquisa, que ainda não foi publicada, oferece suporte para outros pesquisadores de visões religiosas. Mas vale lembrar que muitos encontros com anjos, descritos nos livros religiosos, aconteceram durante o dia, o que sugere que poderiam não ser sonhos.
Sonhando com Elias

Durante as quatro semanas do estudo, 24 dos participantes afirmaram ter pelo menos um sonho lúcido. Eles foram instruídos a tentar se “separar do corpo” toda vez que estavam semiacordados ou acordados durante a noite. Se eles conseguissem sonhar que haviam se separado do corpo, deveriam procurar por anjos em suas casas. Se não conseguiam ter a experiência, podiam voltar a dormir e tentar na outra noite.
15 dos 24 participantes que tiveram sonhos lúcidos afirmaram conseguir recriar a história do profeta durante suas experiências de sonho, em parte ou completa. 9 conseguiram sonhar com a comida e o anjo, enquanto 6 sonharam apenas com o anjo.
Raduga, que possui alguns livros práticos de como ter sonhos lúcidos, criou o experimento para testar sua teoria de que muitos dos encontros milagrosos são decorrentes desse estado de sonho real. Se ele conseguisse fazer com que as pessoas tivessem esse tipo de experiência religiosa realística, poderia provar que eles são apenas produtos da imaginação.
Encontros angelicais
Aqueles que tiveram sucesso em enxergar anjos descreveram os encontros para os pesquisadores. Um deles, identificado como Anton M., recorda uma das vezes em que conseguiu se separar do corpo: “Eu deixei meu corpo e chamei meu ‘guia’, e ele veio na forma de um anjo. Eu pedi para ele algumas bolachas e água. Ele logo me deu. Eu comi tudo, experimentando cada sensação do paladar com satisfação. Eu retornei para meu corpo e logo adormeci”.
Apesar do trabalho do grupo de Raduga não ter sido revisado ou publicado ainda, outros pesquisadores acham os resultados interessantes e sugestivos.
Hobson afirma que a ideia dos encontros religiosos como sonhos lúcidos não é nova. “Willian James, o grande e muito tolerante filósofo-psiquiatra, escreveu um livro em 1912 com o título ‘Variedades de Experiências Religiosas’, no qual ele afirma que muitas visões eram provavelmente aparições em sonhos”.
“E há também a história de Emmanuel Swedenborg, professor sueco, que ficou sem dormir, e não demorou muito para que anjos aparecessem e dissessem para que ele fundasse a Igreja da Nova Jerusalém”, comentou Hobson.
Já Ursula Voss, professora de psicologia dos sonhos e do sono na Universidade de Bonn, na Alemanha, concorda que alguns encontros religiosos são produtos da mente humana, “mas teorias diferentes também são possíveis”. Se as visões são fruto da imaginação, ela argumenta que eles não aconteceriam durante um sonho lúcido, mas seriam exemplos de “alucinações hipnagógicas”, que acontecem pouco antes da pessoa dormir, quando o cérebro está mais apto ao poder das alucinações.
Brigitte Holzinger, psicóloga que não esteve envolvida no estudo, afirma que muitas histórias bíblicas aconteceram durante o dia; assim, provavelmente não foram sonhos.
“O que podemos aprender com isso é que precisamos de uma definição melhor para sonhos lúcidos, e a partir daí distinguir eles de outras formas de transe, visões e até alucinações”, diz.[LiveScience]
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6 grandes mistérios da Antártida


Há pouco mais de cem anos, dois grupos de exploradores partiram em uma expedição com um objetivo comum: serem os primeiros a alcançar o Pólo Sul na história da humanidade. Roald Amundsen, da Noruega, liderou o grupo que chegou primeiro, a 14 de dezembro de 1911, abrindo os olhos da comunidade científica para os mistérios da Antártida.
Muitos desses segredos, no entanto, continuam ocultos mesmo depois de um século de pesquisas. O continente gelado influencia o resto do mundo muito mais do que pensávamos, motivo pelo qual os cientistas encaram a compreensão da Antártida como um grande desafio.
6 – O QUE ESTÁ OCULTO NO GELO
Acima da superfície da Antártida, que ocupa uma área superior a 14 milhões de quilômetros quadrados (equivalente a mais do que um Brasil e meio), dorme uma camada de gelo que chega a ter 4 quilômetros (km) de espessura em alguns pontos. Isso faz com que o continente armazene 70% da água não salgada do planeta.
A profundidade da camada foi descoberta, ao longo do tempo, por meios tanto rudimentares (explosões com dinamite para verificar a altura do gelo) quanto modernos (sistemas de radares modernos). Já se descobriu sob a superfície de gelo, por exemplo, um complexo conjunto de lagos que influencia na direção em que se movimentam as calotas polares.
5 – O QUE EXISTE ABAIXO DA CAMADA SUPERFICIAL
Abaixo desta espessa camada, a Antártida esconde um segredo fantástico: a Cordilheira de Gamburtsev. Exploradores soviéticos descobriram, nos anos 50, uma cadeia de montanhas comparável ao tamanho dos Alpes, na Europa, mas soterrada por gelo.
Ainda se discute a idade dessa cordilheira. Até pouco tempo, estimava-se que teria quase um bilhão de anos, o que é impressionante do ponto de vista geológico: quase nenhuma cadeia de montanhas dura tanto tempo assim. Mas pesquisas recentes apontam que Gamburtsev seria mais jovem, algo entre 100 e 200 bilhões de anos. De qualquer maneira, ainda há muito o que se descobrir sobre a Cordilheira.
4 – LAGOS SUBGLACIAIS
Quando o calor proveniente do núcleo da Terra derrete a parte mais baixa da camada de gelo da Antártida, criam-se fenômenos naturais interessantes: grandes lagos subglaciais. Este ecossistema é quase totalmente desconhecido da humanidade, e cientistas estimam que tais lagos sejam abrigo de formas de vida nunca vistas antes.
Por esse motivo, duas estações de pesquisa (uma russa e outra britânica), instaladas no meio do continente, preparam projetos para coletar amostras da água desses lagos (Lagos Vostok e Ellsworth, respectivamente), o que deve acontecer já no ano que vem.
3 – FORMAS DE VIDA NO GELO
O gelo da Antártida pode ser berço, conforme estimam os pesquisadores, de uma ampla variedade de microorganismos. Já se sabe que existem bactérias na superfície do continente (embora em quantidades reduzidas; cerca de 300 células em um milímetro de gelo, pouco quando comparadas às cem mil na água do mar), mas elas estão alojadas em pequenos depósitos de água que oferecem nutrientes.
Amostras de gelo com 420 mil anos de idade, tiradas de profundidades superiores a 2 km, foram analisadas em laboratório por cientistas americanos. Descobriu-se que ali havia bactérias ainda vivas, o que impressionou os pesquisadores.
Mas será que existem realmente ecossistemas complexos vivendo nessa camada? Ou essas bactérias isoladas foram apenas conservadas pela temperatura baixa? É uma questão que permanece sem resposta.
2 – O MAR EM VOLTA DO CONTINENTE
A vida marinha que existe no oceano que circunda a Antártida é totalmente diferente de qualquer outro mar do planeta. Alguns animais que habitam essas águas (tais como certas espécies de aranha-do-mar, do tamanho de um prato de cozinha) são encontrados apenas por lá, enquanto animais comuns em todos os outros oceanos não marcam presença nos mares antárticos.
Para sobreviver em águas de temperaturas tão baixas, o corpo de alguns animais produz uma espécie de substância anticongelante. E esta é apenas uma entre várias adaptações nos organismos existentes nestes mares, a maioria dos quais os cientistas ainda não conhecem muito bem.
1 – ATÉ QUE PONTO O GELO ESTÁ DERRETENDO?
Não é mais novidade a quantidade de discussões entre especialistas sobre o volume das calotas polares da Antártida, e se elas estão de fato diminuindo. Essa questão tem recebido atenção especial há mais de vinte anos.
Pesquisadores têm entrado em comum acordo quanto a um ponto: o derretimento do gelo na Antártida afeta realmente o nível dos oceanos pelo planeta. Um cientista americano, Robert Bindschadler, explica que boa parte da base da superfície de gelo fica abaixo do nível do mar, ou seja, nem tudo fica em “terra firme”. Isso torna as calotas polares vulneráveis, segundo ele.
A interação entre a superfície de gelo e o oceano que o circunda tem sido muito estudada pelos especialistas, que consideram muitos fatores perigosos. O aumento do nível do mar é consequência direta do enfraquecimento das geleiras, que depositam quantidades enormes de água no mar. Se todo o gelo da porção ocidental da Antártida derretesse, cientistas estimam que o nível do mar da Terra subiria em cerca de 5 metros. [LiveScience]
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O Despertar dos Mágicos (66). viu em sonhos os cabeçalhos dos jornais anunciando a erupção do Monte Yelé, na Martinica,


Observando bem, tudo isto reflete com mais fidelidade o fundo dos pensamentos e das inquietações do homem de hoje do que as análises do romance neonaturalista ou os estudos político-sociais;

Louis Pauwels e Jacques Bergier. DIFEL

em breve disso nos aperceberemos, quando aqueles que usurpam a função de testemunha e vêem as coisas novas com olhos antigos forem fulminados pelos fatos. A cada passo, neste mundo aberto sobre o estranho, o homem vê surgir pontos de interrogação tão desmedidos como eram os animais e os vegetais antediluvianos, Não estão à medida. Mas qual é a medida do homem? A sociologia e a psicologia evoluíram muito menos depressa do que a física e as matemáticas. É o homem do século XIX que se encontra subitamente em presença de um mundo diferente. Mas o homem da sociologia e da psicologia do século XIX será o verdadeiro homem? Nada é menos certo.
Após a revolução intelectual suscitada pelo Discurso do método, de Descartes, após o aparecimento das ciências e do espírito enciclopédico no século XVIII, após a importante contribuição do racionalismo e do cientismo otimista do século XIX encontramo-nos num momento em que a imensidade e a complexidade do real que acaba de ser revelado deveria necessariamente alterar o que até aqui pensávamos da natureza do conhecimento humano, perturbar as idéias adquiridas a respeito das relações do homem com a sua própria inteligência - numa palavra, exigir uma atitude de espírito muito diferente daquilo a que ontem chamávamos a atitude moderna. A uma invasão do fantástico exterior deveria corresponder uma exploração do fantástico interior. Haverá um fantástico interior? E aquilo que o homem fez não será a projeção
daquilo que ele é ou virá a ser?
É portanto a esta exploração do fantástico interior que vamos proceder. Ou, pelo menos, esforçar-nos-emos por fazer sentir que essa exploração seria necessária, e esboçar um método. Evidentemente, não tivemos nem o tempo nem os meios para nos entregarmos a medidas e experimentações que nos parecem, no entanto, desejáveis e que talvez venham a ser tentadas por investigadores melhor qualificados. Mas a índole do nosso trabalho não era medir e experimentar.
Era, como em todo este nosso trabalho, recolher fatos e relações entre os fatos, que a ciência oficial por vezes despreza ou aos quais recusa o direito de existência. Esta maneira de trabalhar pode parecer insólita e prestar-se a suspeitas. No entanto esteve na origem de grandes descobertas. Darwin, por exemplo, não agiu de forma diferente, colecionando e comparando informações desprezadas. A teoria da evolução nasceu dessa coletânea aparentemente absurda. Da mesma forma, e salvas as devidas proporções, nós vimos surgir no decurso do nosso trabalho uma teoria do homem interior verdadeiro, da inteligência total e da consciência desperta.
Este trabalho está incompleto: teríamos precisado de mais dez anos. Além disso, apenas apresentamos um resumo, ou antes uma imagem, a fim de não aborrecermos, pois é com a frescura de espírito do leitor que contamos, visto termos tentado sempre manter o nosso nesse estado.
Inteligência total, consciência desperta, estamos convencidos que o homem se dirige para as conquistas essenciais, no seio desse mundo em pleno renascimento e que parece antes de mais exigir-lhe que renuncie à liberdade. Mas liberdade para fazer o quê? perguntava Lenine. A liberdade de ser apenas aquilo que é é-lhe de fato retirada apouco e pouco. É a liberdade de se tornar diferente, de passar a um estado superior de inteligência e de consciência, que em breve lhe será concedida. Essa liberdade não é de essência psicológica, mas mística, pelo menos se nos referimos aos esquemas antigos, à linguagem de ontem. Em certo sentido, supomos que o essencial da civilização é que a caminhada dita mística se expande; sobre esta terra fumegante de fábricas e vibrante de foguetões, pela humanidade inteira. Verificar-se-á que esta caminhada é prática, que é, em certa medida, o segundo sopro de que os homens precisam para obedecer ao aceleramento do destino da Terra.
Deus criou-nos o menos possível. A liberdade, esse poder de ser causa, essa faculdade do mérito, quer que o homem se refaça a si próprio.
O FANTÁSTICO INTERIOR
Pioneiros: Balzac Hugo, Flammarion. -Jules Romains e a mais vasta interrogação. - O fim do positivismo. O que é a parapsicologia? - Fatos extraordinários e experiências autênticas. -O exemplo do Titanic. - Vidência. - Premonição e sonho. - Parapsicologia e psicanálise. O nosso trabalho exclui o recurso ao ocultismo e às falsas ciências. -Em busca da maquinaria das profundezas.
O crítico literário e filósofo Albert Béguin afirmava que Balzac era mais um visionário do que um observador. Essa tese parece-me exata. Num conto admirável, Le Rèquisitionnaire, Balzac imagina o aparecimento da parapsicologia, que se produzirá na segunda metade do século XX e tentara estabelecer como ciência exata o estudo dos poderes psíquicos do homem:
Precisamente à hora a que Madame de Dey morria em Carentan, fuzilavam seu filho no Morbihan. Podemos juntar este acontecimento trágico a todas as observações sobre as simpatias que desconhecem as leis do espaço; documentos que reúnem com sábia curiosidade alguns homens solitários, e que servirão um dia para estabelecer as bases de uma ciência nova à qual faltou até agora um homem de gênio.
Em 1891, Camille Flammarion declarava ': O nosso fim de século assemelha-se ao do século anterior. O espírito sente-se fatigado das afirmações da filosofia que se qualifica de positiva. Julgamos adivinhar que ela se engana... Conhece-te a ti próprio! dizia Sócrates. Há milhares de anos aprendemos uma imensidade de coisas, exceto a que mais nos interessa. Parece que a atual tendência do espírito humano é finalmente a de obedecer a máxima socrática.
À casa de Flammarion, no observatório de Juvisy, ia Conan Doyle uma vez por mês, vindo de Londres, estudar com o astrônomo fenômenos de vidência, de aparições, de materializações, aliás duvidosos. Flammarion acreditava em fantasmas e Conan Doyle colecionava fotografias de fadas. A nova ciência pressentida por Balzac ainda não nascera, mas sentia-se-lhe a necessidade.
Vitor Hugo dissera magnificamente no seu comovente estudo sobre William Shakespeare: Todo o homem tem nele o seu Patmos. É livre de ir ou não ir a esse pavoroso promontório do pensamento desde o qual se vislumbram as trevas. Se lá não vai, mantém-se na vida vulgar, na consciência vulgar, na virtude vulgar, na fé vulgar, na dúvida vulgar, e está certo. Para o repouso interior é evidentemente melhor. Se se dirigir a esse cume, está apanhado. As profundas vagas do prodígio mostraram-se-lhe. Ninguém vê impunemente esse oceano... Ele obstina-se nesse abismo atraente, nessa sondagem do inexplorado, nesse desinteresse pela Terra e pela vida, nessa entrada no que é proibido, nesse esforço de tatear o impalpável, nesse olhar sobre o invisível, ali volta, ali regressa, ali se agarra, ali se debruça, ali dá um passo, depois dois, e é assim que penetra no impenetrável, e é assim que avançamos no alargamento sem limites da condição infinita.
Quanto a mim, foi em 1939 que tive a visão exata de uma ciência que, por trazer testemunhos irrecusáveis sobre o homem interior, em breve obrigaria o espírito a uma nova reflexão a respeito da natureza do conhecimento e, ao avançar, levaria a modificar os métodos de toda a pesquisa científica, em todos os domínios. Tinha eu dezenove anos quando a guerra se apossou de mim na altura em que decidira consagrar a vida à criação de uma psicologia e de uma fisiologia dos estados místicos. Nesse momento li na Nouvelle Revue Française um ensaio de Jules Romains: Resposta à mais vasta interrogação, que inesperadamente veio reforçar a minha posição. Também esse ensaio era profético. De fato, depois da guerra nasceu uma ciência do psiquismo, a parapsicologia, que está atualmente em pleno desenvolvimento, ao passo que no interior das ciências oficiais, como as matemáticas ou a física, o espírito, de certa maneira, mudava de plano.
Suponho, escrevia Jules Romains, que a principal dificuldade para o espírito humano, não é tanto atingir conclusões verdadeiras numa certa ordem ou em determinadas direções, mas descobrir o meio de harmonizar as conclusões às quais chega ao trabalhar com diversas ordens de realidade, ou ao embrenhar-se por diversas direções que variam segundo as épocas. Por exemplo, é-lhe muito difícil harmonizar as idéias em si mesmas muito exatas, às quais foi levado pela ciência moderna trabalhando sobre os fenômenos físicos, com as idéias, talvez muito válidas também, que encontrara nas épocas em que se ocupava principalmente das realidades espirituais ou psíquicas, e às quais ainda hoje recorrem aqueles que, à parte os métodos físicos, se consagram a investigações de ordem espiritual ou psíquica.
Não penso de forma alguma que a ciência moderna, que é muitas vezes acusada de materialismo, esteja ameaçada por uma revolução que arruinaria os resultados a respeito dos quais tem certezas (só podem estar ameaçadas as hipóteses demasiado gerais ou prematuras de que não está certa) . Mas um dia pode encontrar-se perante resultados tão coerentes, tão decisivos, atingidos pelos métodos chamados psíquicos, que lhe será impossível considerá-los, como agora o faz, nulos e não existentes.
Muitas pessoas supõem que nessa altura as coisas se arranjarão facilmente, a ciência considerada positiva não devendo então senão conservar calmamente o seu atual domínio, e deixar desenvolver-se fora das suas fronteiras conhecimentos diferentes, que atualmente considera puras superstições, ou que afasta para o inconhecível, abandonando-as desdenhosamente à metafísica. Mas as coisas não se passarão tão comodamente. Muitos dos resultados mais importantes da experimentação psíquica, no dia em que forem confirmados - se o vierem a ser - e oficialmente considerados como verdades, virão atacar a ciência positiva no interior das suas fronteiras; e será necessário que o espírito humano, que até aqui, por medo das responsabilidades, simula não dar pelo conflito, se decida a fazer uma arbitragem. Seria uma crise muito grave, tão grave como a que foi provocada pela aplicação das descobertas físicas na técnica industrial. A própria vida da humanidade seria alterada. Julgo essa crise possível, provável e mesmo bastante próxima.
Numa manhã de Inverno, acompanhei um amigo à clínica onde devia ser operado de urgência. O dia ainda não rompera completamente e caminhávamos sob a chuva, procurando angustiosamente um táxi. A febre invadia o meu amigo cambaleante que, de súbito, me apontou com o dedo, sobre o passeio, uma carta de jogar coberta de lama.
Se for um Joker, disse, é porque tudo correrá bem. Apanhei a carta e virei-a. Era um Joker. A parapsicologia tenta sistematizar o estudo dos fatos dessa natureza por acumulação experimental. Será o homem normal dotado de um poder que ele quase nunca utiliza, simplesmente porque, segundo parece, foi persuadido de que não o possui.
Uma experimentação realmente científica parece na verdade eliminar a noção de acaso. Tive ocasião de participar, em companhia, inclusivamente, de Aldous Huxley, no Congresso Internacional de Parapsicologia de 1955, e, depois, de seguir os trabalhos interessados nessa investigação. Não seria possível duvidar da seriedade desses trabalhos. Se a ciência não acolhesse os poetas com certa reticência, aliás legítima, a parapsicologia poderia encontrar uma excelente definição em Apollinaire:
Todo o mundo é profeta, meu caro André Billy, mas há tanto tempo que dizem às pessoas Que não têm futuro e ficarão para sempre ignorantes E idiotas de nascença Que nos resignamos e que ninguém tem sequer a idéia De perguntar a si próprio se conhece ou não o futuro. Não há, em tudo isto, espírito religioso Nem nas superstições nem nas profecias Nem em tudo a que se chama ocultismo Existe principalmente uma forma de observar a natureza E de interpretar a natureza Que é muito legítima.
A experimentação parapsicológica parece provar que existem, entre o Universo e o homem, outras relações além das estabelecidas pelos sentidos habituais. Todo o ser humano normal poderia ver objetos à distância ou através das paredes, influenciar o movimento dos objetos sem lhes tocar, projetar os seus pensamentos e os seus sentimentos no sistema nervoso de outro ser humano, e finalmente ter por vezes a percepção de futuros acontecimentos.
Sir H. R. Haggard, escritor inglês, falecido em 1925, apresentou, no seu romance Maiwas Revenge, uma descrição pormenorizada da evasão de Allan Quatermain, o seu herói. Este é capturado pelos selvagens ao transpor um rochedo. Os seus perseguidores agarram-no por um pé: ele liberta-se disparando sobre eles um tiro de pistola, paralelamente à sua perna direita. Alguns anos após a publicação do romance, um explorador inglês apresenta-se em casa de Haggard. Vinha propositadamente de Londres perguntar ao escritor como é que este soubera da sua aventura com todos os pormenores, pois não falara a ninguém no caso e pretendia manter esse assassínio secreto.
Na biblioteca do escritor austríaco Karl Hans Strobi, falecido em 1946, o seu amigo Willy Schrodter fez a seguinte descoberta: Abri as suas obras, colocadas numa prateleira. Havia inúmeros artigos de imprensa entre as páginas. Não eram críticas, como a princípio supus, mas notícias vulgares. Verifiquei impressionado que relatavam acontecimentos descritos muito tempo antes por Strobi.
Em 1898, um ator de ficção científica americano, Morgan Robertson, descrevia o naufrágio de um navio gigantesco. Esse navio imaginário deslocava 70000 toneladas, media 800 pés e transportava 3000 passageiros. O motor era equipado com três hélices. Numa noite de Abril, quando da sua primeira viagem, descobria, no nevoeiro, um iceberg que se afundava. O seu nome era O Titã.
O Titanic que mais tarde em 1912 viria a desaparecer nas mesmas circunstâncias, deslocava 66 000 toneladas, media 828,5 pés, transportava 3000 passageiros e possuía três hélices. A catástrofe deu-se numa noite de Abril.
Isto são fatos. Eis agora experiências feitas por parapsicólogos: Em Durham, U.S.A., o experimentador tem na mão um jogo de cinco cartas especiais. Baralha as cartas e tira¬as uma após as outras. Uma máquina de filmar registra. No mesmo instante, em Zagreb, na Iugoslávia, outro experimentador tenta adivinhar qual a ordem em que as cartas são tiradas. Isto é repetido milhares de vezes. A proporção de respostas certas é mais importante do que o acaso permite.
Em Londres, numa sala fechada, o matemático J. S. Soal tira cartas de um baralho semelhante. Atrás de uma divisão opaca, o estudante Basil Shakelton procura adivinhar. Se compararmos, verificaremos que o estudante adivinhou, neste caso numa proporção igualmente superior ao acaso, de cada vez a carta que ia sair na manipulação seguinte.
Em Estocolmo, um engenheiro constrói uma máquina que, automaticamente, lança dados ao ar e filma-lhes a queda. Os espectadores, membros da Universidade, tentam mentalmente favorecer a queda de um determinado número, desejando intensamente essa queda. Conseguem-no numa proporção que o acaso não seria suficiente para justificar.
Estudando os fenômenos de premonição em estado de sono, o inglês Dunne demonstrou científicamente que certos sonhos são capazes de revelar um futuro, mesmo longínquo, e dois investigadores alemães, Moufang e Stevens, num trabalho intitulado Le Mystère des Rêvesz, citaram numerosos casos precisos, verificados, nos quais os sonhos tinham revelado acontecimentos futuros ou conduzido a importantes descobertas científicas.
O célebre atomista Niels Bohr, quando estudante, teve um sonho estranho. Viu-se sobre um sol de gás escaldante. Vários planetas passavam assobiando. Estavam ligados a esse sol por delgados filamentos e giravam em redor. De súbito, o gás solidificou-se, o sol e os planetas desfizeram-se. Niels Bohr acordou nessa altura e teve consciência de que acabava de descobrir o modelo do átomo, tão procurado. O sol era o centro fixo em volta do qual giravam os elétrons. Toda a física atômica moderna e suas aplicações saíram desse sonho.
O químico Auguste Kékulé conta: Uma noite de Verão adormeci na plataforma do autocarro em que regressava a casa. Vi nitidamente a maneira como, por todos os lados, os átomos se uniam aos pares que eram arrastados por grupos mais importantes, eles próprios atraídos por outros ainda mais potentes; e todos esses corpúsculos rodopiavam numa roda desenfreada.
J. W. Dunne sonhou, em 1901, que a cidade de Lowestoft, nas encostas do canal da Mancha, era bombardeado por uma esquadra estrangeira. Esse bombardeamento deu¬se em 1914, com todos os pormenores registrados em 1901 por Dunne.
Esse mesmo Dunne viu em sonhos os cabeçalhos dos jornais anunciando a erupção do Monte Yelé, na Martinica, alguns meses antes do acontecimento (1902).
Imagem: J.W. DUNNE. Se dice que, a veces, la poesía no se encuentra en la poesía, ...
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Mulher é decapitada por causa de acusação de bruxaria na Arábia Saudita


O que você vai ler surpreendentemente não é uma história da Idade Média, mas aconteceu no início desta semana. Uma mulher, chamada Amina bint Abdulhalim Nassar, foi acusada de fazer bruxaria e feitiçaria pelo Ministério do Interior saudita. E ela não teve perdão: foi condenada à morte e decapitada.
Amina, que afirmou ser curandeira e mística, foi presa depois que autoridades encontraram uma variedade de itens ocultos em sua posse, incluindo ervas, garrafas de vidro, um livro sobre bruxaria e um líquido desconhecido, supostamente usado para feitiçaria. De acordo com um porta-voz da polícia, a saudita também prometia falsas curas e milagres, cobrando quase 1,5 mil reais pelos serviços.
Muitos muçulmanos xiitas e cristãos fundamentalistas consideram a leitura das mãos uma prática de bruxaria e, portanto, ruim. Fazer previsões ou usar magias (ou fingir e afirmar que faz isso) é visto como a invocação de forças diabólicas.
Adivinhação, profecia e bruxaria são práticas condenadas pelos poderosos líderes religiosos da Arábia Saudita. Lá, a política e a religião estão tão estreitamente alinhadas que é quase impossível separar as duas coisas.
No ano passado, um libanês chamado Ali Sabat também foi acusado de bruxaria após por ter feito aconselhamentos psíquicos e previsões em um programa de televisão. Sabat foi preso na Arábia Saudita pela polícia religiosa e foi condenado à morte em abril de 2010, embora ainda não se saiba se a sentença foi executada.
Acusações de feitiçaria e bruxaria não são desconhecidas em todo o mundo, especialmente em campanhas políticas em que elas são usadas como uma tática difamatória. Colaboradores mais próximos do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, foram acusados no ano passado de usar feitiçaria.
Durante séculos, as acusações de (e leis contra) feitiçaria têm sido usadas como uma ferramenta de quem está no poder. O caso da saudita Amina é um lembrete de que a crença na magia ainda é levada muito a sério em muitas partes do mundo – e pode ter graves consequências. [LiveScience]
http://hypescience.com/mulher-e-decapitada-por-causa-de-acusacao-de-bruxaria-na-arabia-saudita/
Hypescience


domingo, 18 de dezembro de 2011

7 inventores que foram mortos por suas criações


A profissão de inventor nem sempre é elencada como uma das mais arriscadas do mundo, mas muitos cientistas já criaram coisas realmente perigosas. Algumas experiências, no entanto, foram longe demais: acabaram resultando na morte do inventor. Confira uma lista de sete cientistas que tiveram este inglório fim:
7 – O HOMEM VESTIDO DE PARAQUEDAS
As primeiras décadas de aviação, em que vários procedimentos ainda eram novos, custaram a vida de alguns aventureiros. Pensando nisso, o austríaco Franz Reichelt resolveu confeccionar uma roupa que servisse como paraquedas. Alfaiate de profissão, ele esperava que sua roupa pudesse abrir no ar em um curto período de tempo, digamos, uma queda de 60 metros da Torre Eiffel.
E foi essa façanha que ele tentou concretizar no dia 4 de fevereiro de 1912, aos 33 anos, quando chamou a cidade de Paris para testemunhar o sucesso de sua invenção. Em um primeiro momento, o alfaiate ponderou fazer o teste com um boneco, mas acabou decidindo saltar ele mesmo. Antes da façanha, que ficaria registrada em vídeo, ele hesitou, mas tomou coragem e se lançou ao ar. Pulou da torre, o paraquedas não abriu, e ele perdeu sua jovem vida.
6 – CRIADOR DO FOGUETE DE COMBUSTÍVEL LÍQUIDO
Um dos pioneiros da construção de foguetes, décadas antes da era espacial, foi o austríaco Max Valier. Os anos 1920 assistiram um “boom” na pesquisa e construção de foguetes de combustível líquido, novidade até então. Na Alemanha, em 1930, Valier teve a glória de fazer com sucesso o “test drive” de um foguete desse tipo.
Um mês depois, no entanto, veio a tragédia. Valier trabalhava em seu laboratório, em Berlim, quando um dos motores a combustível líquido que ele desenvolveu explodiu de repente. Um pedaço de metal voou direto em sua artéria pulmonar e ele morreu instantaneamente.
5 – O PAI DOS PLANADORES E DA ASA DELTA
O primeiro homem a ser fotografado no ar, através de um planador, foi o alemão Otto Lillenthal. Apelidado de “rei dos planadores”, este inventor da segunda metade do século XIX fez mais de dois mil voos bem sucedidos com os planadores que desenvolveu, e lançou as bases para a construção de aviões e da asa delta, décadas mais tarde.
Sua carreira terminaria de forma abrupta em 9 de agosto de 1896, quando os irmãos Wright (coinventores do avião junto a Santos Dumont) já estudavam seus projetos. Em um rotineiro voo de planador, Lillenthal acabou caindo de uma altura superior a 18 metros, quebrou a coluna e morreru no hospital, no dia seguinte. Antes de falecer, deixou um recado àqueles que pretendiam seguir seus passos: “sacrifícios precisam ser feitos”.
4 – OS TESTES COM A BOMBA ATÔMICA
Dois cientistas norte-americanos, condutores de testes com radioatividade em laboratório, perderam a vida logo após os bombardeios atômicos no Japão. O primeiro foi Harry Daghlian, um estadunidense que trabalhava em um laboratório em Los Alamos, no Novo México.
No dia 21 de agosto de 1945, menos de duas semanas depois dos ataques ao Japão, ele derrubou um bloco de tungstênio, acidentalmente, dentro do núcleo de uma bomba de plutônio, amplificando o risco de contaminação do conjunto. Em desespero, ele tentou tirar o bloco de tungstênio de dentro do núcleo, mas não conseguiu. Teve que quebrar o bloco de tungstênio em pedaços, para diminuir a nocividade, mas o mal já estava feito: ele morreria envenenado pela radiação apenas 25 dias depois.
No ano seguinte, uma tragédia semelhante aconteceu com um pesquisador canadense. No dia 21 de maio, o cientista Louis Slotin trabalhava no mesmo laboratório, e no exato mesmo núcleo de plutônio que havia vitimado Daghlian. Slotin deixou cair uma chave de fenda, por acidente, e desencadeou uma fissão nuclear que custaria sua vida. O tempo que o canadense levou para falecer foi ainda menor: apenas nove dias.
3 – O PIONEIRO DOS VOOS DE BALÃO
O dia 21 de novembro de 1783 reservou uma glória para o francês Jean-François Pilâtre de Rozier. Ao lado do companheiro, Marquis d’Arlandes, ele realizou o primeiro voo bem sucedido de balão, totalmente livre de cordas ou instrumentos de apoio. Em 15 de junho de 1785, ele se preparava para uma façanha inédita no balonismo: cruzar o Canal da Mancha, que separa a França da Inglaterra, a bordo da máquina que ele mesmo construiu.
O balão usado na ocasião funcionava através de hidrogênio, ao contrário do primeiro modelo. A viagem, feita com outro companheiro, estava correndo muito bem, até o momento em que uma forte corrente de vento acabou fazendo o balão desinflar. Os dois caíram de uma altura superior a 500 metros e perderam a vida na tentativa. A noiva de Rozier, deprimida, cometeu suicídio oito dias depois.
2 – SUBMARINO DE PROPULSÃO MANUAL
O mar também seria túmulo para um dos inventores mais destemidos do século XIX. O americano Horace Hunley, a quem se atribui a criação do primeiro submarino de propulsão manual da história, morreu por não conseguir solucionar um problema básico de seu veículo: voltar à tona.
Em um submarino de propulsão manual, é preciso que uma tripulação inteira fique dentro de uma cabine cheia de alavancas, fazendo movimentos contínuos. Na primeira tentativa de emplacar seu invento, Hunley e sua tripulação foram surpreendidos por uma descarga de água que passou sobre o submarino quando a escotilha estava aberta, e cinco pessoas morreram.
Mas o americano não desistiu. Em 15 de outubro de 1863, novamente ele se lançou ao mar, com uma equipe de oito pessoas. O submarino afundou, não conseguiu emergir novamente, e todos acabaram morrendo. Como homenagem a Hunley, o submarino foi resgatado e batizado em seu nome.
1 – O AVIÃO QUE TENTOU CRUZAR AS MONTANHAS
Nos primórdios da aviação, um inventor se deu mal por querer ser o pioneiro em uma façanha. Depois de construir e voar com sucesso em dois modelos de avião, o romeno Aurel Vlaciu queria se tornar o primeiro homem a voar sobre os Cárpatos, cordilheira localizada na Europa Central.
Em setembro de 1913, ele planejava a construção de um terceiro avião, mais seguro, para realizar a façanha. Mas chegaram ao seu ouvido os boatos de que outros dois inventores da Romênia estavam se preparando para tentar sobrevoar a cordilheira. Resolveu usar o segundo modelo, mais velho, e pagou o preço pela ousadia: o avião caiu e ele jamais alcançou seu intento. [EnvironmentalGraffiti]
http://hypescience.com/7-inventores-que-foram-mortos-por-suas-criacoes/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Chuva de granizo deixa milhares de desalojados no RS



Pedras tinham tamanho de laranjas. Cidades foram cobertas por camadas de gelo
As chuvas de granizo que atingiram vários municípios do Rio Grande do Sul na madrugada desta quinta-feira (15) deixaram milhares de pessoas desalojadas. Nas cidades de São Jerônimo e de Fazenda Vilanova, 12.935 pessoas foram afetadas. Cerca de 8 mil estão desalojadas e dez, desabrigadas. Além disso, 2.704 construções foram danificadas.
Defesa Civil de São Jerônimo estima que entre 1,5 mil e 2 mil pessoas tenham sido afetadas. Pedras de gelo tinham tamanho de laranjas
Equipe da Defesa Civil do Estado esteve em São Jerônimo na noite desta quarta-feira e já disponibilizou sete rolos de lona para a cobertura das residências atingidas. Outros quatro rolos serão levados ainda na manhã de hoje.
Segundo a Defesa Civil, os estragos ainda serão avaliados. Ninguém ficou ferido no município e os moradores das casas mais atingidas deverão ser abrigados no ginásio municipal. A chuva de granizo caiu sobre vários bairros da cidade, sendo que a Vila Isabel teria sofrido os maiores danos.
De acordo com a prefeitura de Caxias, cidade gaúcha com mais de 400 mil habitantes, a chuva de granizo também trouxe prejuízos à população local. Neste momento estão sendo computados os estragos, principalmente na zona rural.
No Estado que é um dos grandes produtores de alimentos dos país, o granizo, além de causar danos na área urbana, deixando muitos desalojados, causa preocupação em relação à safra. De acordo com a Defesa Civil, o granizo pode ter destruído a cobertura de alguns armazéns de alimentos particulares, dentro de fazendas.
Chuva de granizo em Caxias do Sul. Cidade ficou com aspecto de regiões afetadas por nevascas
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rs/queda-de-granizo-danifica-cerca-de-mil-casas-no-rio-grande-do-su/n1597411650582.html