quarta-feira, 7 de julho de 2010

Dossiê – aquecimento global nos pólos


Uma recente descoberta está preocupando ambientalistas de todo o mundo. Uma cordilheira até então submarina emergiu na parte oeste da Antártida, sinal do acelerado derretimento de gelo na região. A cordilheira era desconhecida, e foi descoberta graças à expedição de um submarino não-tripulado do Levantamento Antártico Britânico (BAS, na sigla em inglês), que explorava o marsubterrâneo do continente gelado.

Os cientistas explicam que, há algumas décadas, a geleira sobre a qual a cordilheira se encontrava era presa a essa, porque o gelo era muito espesso. Nos últimos anos, devido ao derretimento de parte desse gelo. Com o aumento da temperatura média dosoceanos, acelera-se o fluxo das geleiras (sim, elas se movem) em 10%. Esse movimento acelerado, por sua vez, proporciona condições para que o derretimento do gelo também se acelere (as geleiras estão diluindo quatro vezes mais rápido do que há dez anos), o que eleva o nível médio dos mares.

O submarino do instituto está fazendo uma varredura da Antártida, construindo um mapa 3D do marsubterrâneo. Com isso, estão sendo descobertas novas cordilheiras como aquela, e é possível saber onde estão os futuros pontos de ruptura das geleiras, e consequentemente, de acelerado derretimento de gelo. O problema é preocupante justamente devido a esse processo cíclico: as cordilheiras subterrâneas se desprendem das geleiras porque o gelo está derretendo; destacadas, causam rupturas que aceleram o fluxo das geleiras; com o fluxo acelerado, elas aumentam o derretimento, que favorece o desprendimento das cordilheiras… [BBC News]

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As coisas que você toca podem mudar suas decisões


O tato pode influenciar a nossa mente mais do que imaginamos. É o que sugere uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. Com base em uma série de experimentos, eles descobriram que o toque em determinados objetos pode provocar determinadas tendências psicológicas, que influenciam em nossos pensamentos e decisões.

Vamos explicar melhor: eles descobriram que tocar em objetos duros, por exemplo, transmite sensações de estabilidade rigidez e rigor, o que se reflete no raciocínio imediato. Encostar em um objeto áspero, por sua vez, evoca pensamentos de dificuldade, dureza em superar problemas.

Para comprovar sua tese, os cientistas do MIT fizeram testes em situações reais. Primeiro, acompanharam donos de empresa em seu trabalho diário, no qual usavam pranchetas. Aqueles que seguravam pranchetas pesadas, na entrevista com os candidatos, tendiam a levar mais em conta os currículos em si, os aspectos mais sérios estritamente relacionados para o emprego em questão. Os que seguravam pranchetas leves, no entanto, tendiam a dar mais valor à sociabilidade e o trato social de cada candidato.

Os pesquisadores também acompanharam governantes locais. Ainda de acordo com o peso de suas pranchetas, aqueles que usavam as pesadas tendiam a dar mais atenção a problemas sérios e de grande porte (enfim, problemas mais “pesados”), tais como poluição do ar. Quando a prancheta era leve, no entanto, a atenção se voltava a problemas igualmente leves, como a regulamentação dos banheiros públicos e coisas do tipo.

No terceiro estudo, foram feitas comparações entre pessoas que jogavam quebra-cabeça enquanto conversavam com os pesquisadores. Alguns montavam quebra-cabeças que tinham peças ásperas como lixa enquanto outros receberam peças lisas. Em geral, aqueles que ficaram tocando as peças ásperas apresentaram maior dificuldade em se relacionar com o grupo.

O quarto experimento, feito enquanto seguiam jogando quebra-cabeças, foi com o jogo “Ultimatum”. O jogo, que pode ser feito com três pessoas, funciona assim: uma fictícia soma de dinheiro é oferecida pelo mediador a um “líder”. Esse líder deve dividir o dinheiro com o segundo elemento. O “líder” oferece uma proposta de divisão (por exemplo, se ele recebe 100, pode propor: 70 para mim e 30 para você) para o segundo elemento, que pode aceitá-la ou rejeitá-la. Se ele rejeitar, ninguém recebe nada, daí a dicotomia: o líder tem o poder de propor a divisão e o segundo elemento tem o poder de rejeitar e fazer com que ambos não ganhem nada.

Aqueles que estavam mexendo em peças ásperas, quando eram líderes, tendiam a oferecer propostas mais generosas aos segundos elementos, porque o toque áspero lhes proporcionava sensações de dificuldade na negociação. Os que tocavam em peças lisas, por sua vez, tinham menos medo da possibilidade do segundo elemento rejeitar e com isso não ganharem nada. Por isso, geralmente ofereciam ofertas mais egoístas, confiantes de que o segundo elemento aceitaria de qualquer maneira.

Para o quinto estudo, o objeto de observação era a dureza. Durante uma entrevista sobre a relação entre patrões e empregados, alguns participantes deveriam ficar segurando um rígido bloco de madeira e outros um pequeno cobertor macio. Aqueles que seguravam a madeira relataram que a relação era mais rígida e inflexível.

No sexto e último estudo, a análise foi a respeito da dureza da cadeira em que as pessoas se sentavam para fazer negociações. Os participantes desejavam comprar um carro em uma espécie de “leilão individual” com o vendedor, cujo lance inicial era de 16.500 dólares, e eles tinham chance de negociar o preço. Os compradores que sentaram em cadeiras duras aceitaram, em média, pagar no máximo 896,50 dólares a mais pelo carro, enquanto os que estavam em cadeiras macias e confortáveis ofereceram uma média de 1.243,60 dólares pelo mesmo automóvel.

Devido à surpresa com que os pesquisadores receberam as conclusões deste sexto estudo, eles acabaram criando um sétimo. Com as pessoas que haviam jogado quebra-cabeça, eles instruíram os participantes a andar sobre uma “corda bamba” riscada no chão. Aqueles que jogaram com peças ásperas tendiam a se desequilibrar. Os motivos para isso, no entanto, ainda são um mistério para os pesquisadores. [Live Science]

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HYPESCIENCE

7 espantosos feitos sobre-humanos


Impossível é uma palavra que limita as pessoas a fazer muitas coisas. Desafiando esses conceitos, alguns seres humanos foram capazes de feitos que, mesmo vendo, parecem difíceis de acreditar. Para prestar uma justa homenagem a esses bravos cidadãos, o Livro Guiness dos Recordes tem devidamente catalogada a maioria das façanhas. Nós também prestamos um tributo a esses anônimos super-herois da realidade:

7 – O HOMEM QUE SOBREVIVIA AOS RAIOS

Pense em quantas pessoas, que você conhece, que foram atingidas por um raio e sobreviveram para contar a história. Pouquíssimas ou nenhuma, certo? Pois existiu um trabalhador americano, chamado Roy Sullivan, que tomou nada menos do que sete raios na cabeça em um período de 35 anos (dos trinta aos sessenta e cinco), média de um raio a cada cinco anos.

É claro que Sullivan não era um cidadão normal extremamente azarado. É que ele trabalhava como guarda florestal em um parque natural no estado de Virginia (EUA), numa região que tem média de 40 tempestades por ano. Mas o espantoso é que Roy sobreviveu a todas essas descargas elétricas, por isso ficou conhecido como “o condutor de eletricidade humano”. Mas nosso amigo elétrico já é falecido, morreu em 1983. Contudo, não foi obra de um raio: ele se suicidou. Após uma desilusão amorosa, atirou em si mesmo.

6 – O “HOMEM-ARANHA”

Um francês muito louco ficou notório por uma habilidade muito perigosa: ele escala prédios. Alain Robert já escalou mais de 80 arranha-ceus pelo mundo, incluindo a Torre Eiffel e a Ópera de Sydney. O mais espantoso é que ele não usa cordas, mosquetões, picaretas, nada, só sapatos de alpinismo e as mãos nuas.

Algumas vezes, ele foi preso por fazer escaladas ilegais em prédios públicos, vestido com roupas do homem aranha. Por esse motivo, chegou a ser deportado da China. Nada que tenha diminuído o ímpeto escalador do nosso heroi.

5 – O HOMEM-MARATONA

Correr uma maratona é tarefa para poucos. É preciso muito preparo e o fôlego de sete gatos para encarar os 42.195 metros dessa prova extenuante. Pois pense em um homem que, em 2006, correu 50 maratonas em 50 dias consecutivos!

Entre 17 de setembro e 5 de novembro, o americano Dean Karnazes correu uma maratona todo santo dia, cada uma em um dos cinquenta estados unidos da América. Foi por essa façanha que Dean ficou notório, mas não foi a única. Ele já correu 217 km, numa tacada só, pelos desertos americanos, debaixo de um sol de 48 graus. Em outra ocasião, correu pelo pólo norte, suportando uma temperatura de 40 graus negativos. Disse Kean: “É muito dolorido e meu corpo está sempre me mandando parar, mas eu ignoro esses mecanismos e sigo em frente”. Faz sentido.

4 – A MULHER QUE DOBRA METAL

Uma velhinha russa de 76 anos, chamada Sakinat Khanapiyeva, é um fenômeno da força muscular. Ela levata halteres de 25 kg, é capaz de quebrar ferraduras e entortar barras de aço. E não é de hoje que a vovó tende para o halterofilismo. Ela se descobriu super forte aos 10 anos de idade, quando empurrou um container de cereais de 300 kg. Será que sua avó sabe fazer isso?

5 – O LEVANTADOR DE CARROS

Pouca gente sabe, mas o roteirista que criou o Hulk, Jack Kirby, começou a incluir nas histórias o famoso ato heroico no qual ele (o Hulk, não o Jack Kirby) levanta um carro acima da cabeça para salvar as pessoas, a partir de uma história antiga de uma mãe ter levantado um carro sozinha para salvar o filho.

Essa história jamais foi confirmada. Mas em 2008, um bombeiro americano chamado Chris Hickman provou que é possível. Ele e sua equipe chegaram ao local de um acidente de carro no qual um Chevrolet ficou virado de cabeça para baixo, esmagando o braço de um dos envolvidos no acidente. Sem fazer caso, Chris se aproximou, ergueu o carro a 30 centímetros do chão e permitiu que os outros bombeiros tirassem a pessoa debaixo do automóvel.

6 – O “MALABARISTA” DE CARROS

Se erguer um carro não faz o seu gênero, o americano John Evans vai além: ele coloca um carro sobre a cabeça e o mantém equilibrado. A criança tem dois metros de altura e 155 quilos, mas isso não desmerece o fato de ele ter conseguido equilibrar sobre a cabeça, sem usar as mãos, um carro de 159 quilos por trinta e três segundos.

Ele é um verdadeiro fenômeno na arte de equilibrar coisas sobre a cabeça. Seu repertório inclui motos, barcos, máquinas de lavar, pessoas e barris de cerveja, o que o tornou presença assídua no livro dos Recordes. Ele credita o sucesso de suas empreitadas ao diâmetro descomunal de seu pescoço, 60 centímetros.

7 – O HOMEM DO GELO

O holandês Win Hof começou a construir a fama quando completou uma maratona no Ártico, a 29 graus negativos, correndo sem camisa. Depois, obteve o recorde de ficar mais tempo imerso em gelo, uma hora e quarenta e quatro minutos. Hof ainda ficou 72 minutos parado em meio ao pólo-norte, usando apenas bermudas – outro recorde. O segredo das façanhas do holandês, no entanto, estão bem longe de sua terra natal. Ele conta que aprendeu uma técnica desenvolvida por monges tibetanos, chamada de Tummo, que consiste em converter toda a energia corporal em calor. [Live Science]

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HYPESCIENCE

terça-feira, 6 de julho de 2010

Foto espacial: galáxias conectadas


As galáxias NGC 5216 e NGC 5218 realmente parecem estar conectadas por um fio. Lógico que essa linha é uma trilha de poeira espacial, gás e estrelas e não é um mero fio – tem 22 mil anos luz de comprimento.

Também conhecida como sistema Keeenan (o astrônomo que o descobriu) o par de galáxias está a 17 milhões de anos luz de distância da Terra, na constelação da Ursa Maior.

A trilha que as liga é uma conseqüência da força gravitacional de ambas. Astrônomos pensam que, daqui a alguns bilhões de anos, elas irão colidir, formando apenas uma galáxia. Essas colisões, segundo especialistas, são consideradas naturais da evolução de galáxias e a nossa Via Láctea também estaria sujeita a isso.[Nasa]

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G. K. Chesterton. O homem das cavernas. E um bem esquisito lugar, por certo.


“Lá nas alturas, numa estranha e remota constelação existe uma pequena estrela que os astrônomos descobrirão um dia. Pelo menos, não tenho notícias de que nenhum homem de ciência a tenha descoberto, ainda, não obstante ser sua superfície habitada. É uma estrela em cujo solo crescem plantas e animais estranhos, e nenhum destes mais estranho que o homem de ciência...”.

http://www.permanencia.org.br/revista/Pensamento/chesterton1.htm

Desta maneira começaria eu uma história do mundo se quisesse seguir o costume científico de abrir o texto com uma série de considerações de ordem astronômica. Intentaria ver o planeta Terra, de fora, não pela sua posição vulgaríssima com relação ao sol, mas, sim, mediante um determinado esforço imaginativo, tendente a criar a noção de que possa pertencer ao nosso planeta um ser que não viva na sua superfície.

Mas, de outra parte, não creio que a desumanização seja um bom processo para se estudar a Humanidade. Não creio seja de mister insistir nas distâncias astronômicas para demonstrar que o mundo é muito pequeno. E, como não é fatível a idéia de fazer da terra um planeta que nos seja desconhecido para lhe dar uma nova significação, tão pouco recorrerei ao artifício de apequena-lo para torna-lo insignificante. Quase que me atrevo a sugestão de que, nem sequer sabemos que a terra seja um planeta, no sentido em que conhecemos ser o lugar onde vivemos. E um bem esquisito lugar, por certo. É este o ponto que desejo marcar de início: não de uma maneira astronômica, mas, sim, de um modo simples e familiar.

Uma das minhas primeiras aventuras na vida jornalística refere-se a Grant Allen quando este escreveu um livro sobre “A evolução da idéia de Deus”. Ocorreu-me, então, relevar que teria sido muito mais interessante um livro de Deus sobre a evolução da idéia de Grant Allen. Recordo-me de que o diretor de redação me disse que aquilo era uma blasfêmia. Pois, traduzindo em linguagem corrente, significativa: “Vou mostrar como a insensata idéia de Deus foi se desenvolvendo entre os homens”. Minha observação era perfeitamente piedosa. Nela eu reconhecia os desígnios divinos, mesmo nas suas manifestações mais obscuras e insignificantes.

Esse incidente serviu-me para aprender muitas coisas, entre estas, que a fonética tem papel proeminente na apreciação do piedoso e da blasfêmia. Meu diretor não se apercebera do ateísmo do título do livro de Allen, porque na palavra mais extensa estava o princípio e em uma das mais curtas o fim. Ao contrário, em minha observação, uma das palavras mais curtas começava a frase, e isso foi o que o impressionou desagradavelmente. Tenho observado que se se puser, por exemplo, a palavra Deus perto da palavra cão – e segue o exemplo – tem-se a impressão de se ter ouvido um disparate, sente-se a reação de quem acabasse de ouvir uma forte descarga.

E não se diga que Deus fez o cão que isso não vem ao caso. Só se pode considerar como estéreis discussões de teólogos. Mas, ao contrário, se começarmos a frase com uma palavra de muitas sílabas como “evolução”, então, a impressão já é outra e o resto da frase pode passar livremente, sem maior exame. Foi o que aconteceu, possivelmente, com o meu diretor – não lera todo o título do livro, porque era extenso e ele um homem de muitas ocupações.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Parece o fim do mundo?




Os 10 prêmios “amaldiçoados” de loteria


O que você faria se ganhasse na loteria? É bom pensar bastante nisso, porque o prêmio pode se tornar um marco rumo ao declínio na sua vida, e não a ascensão. Aqui abaixo vão exemplos de dez pessoas para quem o dinheiro acabou não ajudando em nada, cujos ganhadores estão em situação pior do que antes. Se ganhar na loteria, cuidado!

1 – A MENINA QUE GASTOU TUDO EM ROUPAS, FESTAS E SILICONE

Um clássico exemplo de imaturidade para lidar com dinheiro. Aos 16 anos, a adolescente Callie Rogers faturou 1,9 milhões de libras esterlinas na loteria. Hoje, seis anos depois, ela precisa trabalhar como empregada para ajudar no sustento de sua família, incluindo seus dois filhos. Explicação, ela gastou tudo em compras, viagens e baladas, além de uma turbinada na comissão de frente. Ela se separou do pai de seus filhos e tentou o suicídio por duas vezes. Aos 22 anos, ela não tem nem mais um tostão de sua antiga fortuna.

2 – A MULHER QUE AJUDOU DEMAIS A SOCIEDADE

Com 52 anos de idade, a americana Janite Lee, está em bancarrota, devendo para o banco e para o cartão de crédito. Parece impossível, mas em 1993 ela era a feliz vencedora de um prêmio de 18 milhões de dólares da loteria. Com o dinheiro na mão, a descendente de coreanos começou a abrir a carteira. Doou um milhão para a Universidade de Washington, 277 mil para políticos do Partido Democrata, 30 mil para a família de um pastor evangélico da Coreia que havia falecido, foi doando, doando… e a fortuna se esvaiu. Claro que não foi só isso: ela também abriu a carteira na compra de carros e casas opulentas, além de ser viciada em jogo: chegou a perder 347 mil em cassinos em um único ano.

3 – O HOMEM QUE PERDEU 315 MILHÕES EM 4 ANOS

O maior prêmio lotérico já concedido na história foi de fabulosos 315 milhões de dólares. O vencedor foi Jack Whittaker, um americano de 55 anos, que já tinha uma ótima estabilidade financeira trabalhando no ramo da construção civil. Assim que tirou a sorte grande, sua vida deu uma virada. Para pior. Ele foi preso por dirigir alcoolizado e ameaçar o dono de um bar. Assediou uma mulher em um “cachorródromo” (local onde se aposta em corridas de cães). E começou a perder dinheiro. Ladrões levaram 545 mil dólares de seu caro quando ele estava em uma boate de strip tease, levaram mais 200 mil em outra ocasião, sempre em dinheiro vivo. Whittaker foi processado por uma empresa ao passar cheques sem fundo para um cassino, no valor de 1,5 milhões de dólares, a fim de encobrir suas perdas no jogo. Mas a destruição de sua vida estava só começando. Sua mulher pediu o divórcio, sua neta e o namorado dela morreram de overdose meses depois, sua filha – mãe da neta já falecida – morreria pouco tempo depois por causas ainda não esclarecidas. Hoje, ele está sem família e sem sua escandalosa fortuna. Se serve de consolo, ele também praticou o bem com o dinheiro. Doou 1o milhões para associações cristãs de caridade, e com 14 milhões criou a “Jack Whittaker Foundantion”, uma ONG destinada a ajudar necessitados de West Virginia, estado onde mora.

4 – O MAQUINISTA QUE FALIU EM 4 ANOS COMO VENDEDOR DE CARROS

Quando ganhou um milhão de dólares em uma loteria de Michigan, no norte dos EUA, Ken Proxmire mudou-se com seus irmãos para a Califórnia e se estabeleceu no negócio de carros. Em apenas quatro anos, erros nos negócios e fora deles – segundo um de seus filhos, “ele queria cuidar de todo mundo” – levaram o empreendimento de Ken à falência. Ele agora teve que renunciar à vida luxuosa, caronas em helicópteros e limusines, e trabalha novamente como maquinista, seu emprego original.

5 – A MULHER QUE FOI DOS CASSINOS PARA O TRAILER

Quando ganhou na loteria, em 1985, a americana Evelyn Adams parecia ter ajeitado sua vida para sempre. Mas não era tudo. Apenas um ano depois, ela conseguiu algo raríssimo: ganhou na loteria de novo. Somados, seus prêmios davam 4 milhões de dólares. Mais uma vez, no entanto, o anjo negro dos cassinos acabaria por corroer a fortuna. Evelyn era uma viciada em jogo, passatempo que a deixou, vinte anos depois, vivendo em condições miseráveis, num trailer no estado de New Jersey.

6 – O VENCEDOR ASSASSINADO PELA CUNHADA

O ano de 1986 foi uma virada na vida de Jeffrey Dampier, que faturou 20 milhões de dólares em Illinois (EUA). Generoso, começou a distribuir presentes, como carros e casas, para seus parentes. Mesmo com seu leque de doações se estendendo para parentes não tão próximos, alguém na sua família não achou suficiente. Quase vinte anos depois de ganhar o prêmio, a cunhada de Dampier, junto com o namorado dela, seqüestraram o ex-vencedor do prêmio. Acabaram matando Jeffrey com um tiro na cabeça, foram pegos pela polícia e cumprem prisão perpétua.

7 – A MULHER QUE “NÃO SOUBE COMO GANHAR” NA LOTERIA

Essa americana explorou uma opção diferente de receber seu dinheiro. Enquanto quase todo mundo pega sua bolada de uma vez só, Suzanne Mullins preferiu dividir o recebimento do seu prêmio de 4.2 milhões em 20 vezes. Parecia sensato, mas Mullins não soube administrar. De algum jeito, ela conseguiu ficar devendo para o banco, e ainda está em dívidas com credores, mesmo não cometendo nenhuma extravagância aparente. Segundo ela, o rombo nas contas é devido a despesas médicas do seu genro, que ultrapassariam um milhão de dólares.

8 – O HOMEM QUE NÃO SABIA DIZER NÃO

Quando arrematou um prêmio de 31 milhões de dólares em 1997, a vida do pastor pentecostal Billy Bob Harrell, do Texas (EUA), mudou para melhor. Ele comprou seis casas, alguns carros, mas mesmo assim parecia ter controle sobre o dinheiro. Seu fraco era a excessiva generosidade. Billy Bob emprestava dinheiro a todos que pediam, e diante dessa falta de pulso firme, poucos pagaram a dívida. Billy Bob acabou indo á falência, perdeu a mulher e acabou cometendo suicídio.

9 – O HOMEM QUE COMEÇOU E ACABOU COMO LIXEIRO

Antes de 2002, o britânico Michael Carroll era um varredor de rua com um salário baixo, 42 libras esterlinas por semana. Quando ganhou um prêmio de 9,7 milhões de libras, prontamente presenteou os parentes com casas e carros. E começou a aproveitar a vida: gastou com cocaína (que consumia 2.000 de seus bolsos diariamente), festas (sediadas em sua casa de 325.000), cães e cavalos (os gastos com os animais superaram um milhão de libras) e o Glasgow Rangers, seu time de futebol (que recebeu uma doação de um milhão). Diante desses seguidos abusos financeiros, sua mulher pediu divórcio. Michael não se abalou: passou a se saciar com, no mínimo, quatro prostitutas por dia. Ao longo de oito anos, foram mais de 2.000 garotas de programa, que consumiram outras 100 mil libras. No final, vendeu seu carro luxuoso e sua mansão para continuar sustentando seus vícios. Agora, sem um tostão, ele voltou para seu antigo emprego de lixeiro, e seu modesto salário.

10 – A MULHER QUE GASTOU DURANTE 50 ANOS PARA ACABAR MAIS POBRE QUE ANTES

Essa é antiga: em 1961, a britânica Vivian Nicholson ganhou um prêmio com valor equivalente a 3 milhões de libras atualmente. Quando perguntada sobre o que ia fazer com dinheiro, ela disse: “Vou gastar, gastar e gastar”. Vivian seguiu sua promessa à risca. Sua vida se tornou uma aventura: enviuvou de seu marido e acabaria se casando mais cinco vezes, sofreu um derrame, foi internada devido ao alcoolismo, foi deportada da ilha de Malta, tornou-se testemunha de Jeová, passou um tempo em um hospício e chegou a tentar o suicídio. Quanto ao dinheiro, foi se esvaindo ao longo de anos de gastos exagerados com roupas carros e viagens em férias. Hoje ela é idosa, aposentada, e vive com uma pensão semanal de 87 libras. [Oddee]

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HYPESCIENCE

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O que faz com que os vagalumes se iluminem?


Ao ver vagalumes brilhando à noite você já se perguntou como eles conseguem “se acender”? Acredite, o processo é surpreendente.

Você sabia que existem mais de 2 mil espécies de vagalumes? Eles na verdade se classificam como besouros alados e são vistos no verão, normalmente em regiões tropicais. Seu “mecanismo de brilho” serve a vários propósitos.

Eles começam a brilhar ainda no estágio de larva – a luz serviria como aviso aos predadores de que eles são tóxicos. Os químicos que os fazem brilhar são tóxicos tanto para animais quanto para humanos.

A luz é um resultado da mistura de oxigênio, um pigmento chamado luciferina, a enzima luciferase e um químico que você pode reconhecer das aulas de biologia: a adenosina trifosfato (ATP), que dá energia às células. Cristais de ácido úrico, localizados nas células que são ativadas para produzir a luz, agem como uma camada refletora e fazem com que a luz seja enviada para fora do corpo dos insetos.

No entanto, ainda não se sabe se os insetos controlam “quando” querem brilhar ou se é algo involuntário. Mas sabe-se para que a luz é usada: insetos adultos “se acendem” quando querem se mostrar disponíveis para possíveis parceiros. Os padrões da luz podem variar de acordo com cada espécie – algumas ficam acesas por um longo tempo, outras piscam.

Tanto os machos quanto as fêmeas usam a luz para atrair um parceiro e se comunicar durante a corte.

Há um mito dizendo que, se segurarmos um vagalume, ele para de brilhar porque precisa da energia de suas asas para produzir a luz. Mas, segundo especialistas, isso não é verdade.

Além de vagalumes, outros animais possuem bioluminescência, especialmente animais marinhos que vivem nas profundezas do oceano: estima-se que 90% dos bichos de lá consigam produzir luz. [Life's Little Mysteries]

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Humanos podem caminhar sobre a água?


Durante séculos alimentamos a idéia de caminhar sobre a água. O próprio Leonardo da Vinci criou uma engenhoca para andar sobre lagos e, em 1988, um francês chamado Remy Bricka conseguiu andar no Atlântico usando uma espécie de esqui.

Talvez nossa vontade de andar sobre a água venha da observação da natureza: mais de 1200 espécies de animais conseguem. Os menores, como insetos, usam a força que mantém as moléculas de água unidas para se sustentar.

Mas para que uma pessoa de peso médio conseguisse se sustentar acima da água ela precisaria “caminhar” a uma velocidade de 108 km/h – quase a velocidade de um guepardo. O homem mais rápido do mundo, Usain Bolt, famoso velocista jamaicano, consegue correr até 37,8 km/h.

Os limites do corpo humano nunca foram limites para nossos sonhos, no entanto. Nos últimos 40 anos foram patenteados mais de 50 inventos que permitem um passeio sobre as águas. Então, apesar de não conseguirmos andar sobre a água sozinhos, nós podemos trapacear.

A maioria dos aparelhos faz com que o usuário bóie com mais facilidade – assim como o invento de da Vinci que era uma espécie de sapato-esqui. Alguns têm modificações, como cordas elásticas para serem amarradas nas pernas, impedindo que os pés do usuário se afastem e ele tenha uma queda digna de videocassetada. Normalmente esses aparelhos usam material leve, como madeira. [Life's Little Mysteries]

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Cientista é processado por criar uma máquina de água benta


Um professor sul-coreano está sendo processado por fraude por ter criado uma máquina que converteria “automaticamente” água de torneira em água benta. Facilitaria a vida dos padres, não?

O homem, conhecido como professor Kim, disse ter conseguido captar digitalmente os elementos da água benta da capela da Virgem Maria em Lourdes, na França, que, segundo crentes, tem poderes de cura. Então ele inventou uma máquina que, supostamente, colocaria esses elementos em águas normais.

Pode parecer loucura, mas o professor vendeu o aparelho para mais de 5 mil pessoas, faturando uma quantia absurda, na casa dos 1,3 milhões de dólares. Ele e seus associados convenciam as pessoas de que a água poderia curar desde diabetes a tumores.

E a máquina nada mais era do que um filtro de água, tão comum quanto o da sua cozinha. [BBC]

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10 mortes mais bizarras



Apresentamos algumas das mais bizarras mortes já documentadas no mundo. Conhece mais algum caso estranho? Comente! Quem sabe sua sugestão também vira um artigo?

1 – OS DONATISTAS

O donatismo foi um movimento herege cristão que foi batizado em homenagem a Dontus Magnus, um bispo da Igreja Católica, em 313 d.C. Eles acreditavam que a Igreja deveria ser um lugar para santos e não para pecadores. Essa visão fez com que muitos donatistas simplesmente se suicidassem, por não acreditar que eram dignos o suficiente. Outra prática comum era pedir para estranhos que os matassem. O grupo “sobreviveu” até meados do século VIII.

2 – AL-MUSTA’ SIM

Em 1258 o neto do famoso Genghis Khan, conhecido como Hulagu Khan, invadiu a região de Abbasid que, hoje, fica entre o Iraque e a Síria. O califa da região, Al-Musta’ sim, por não ter se preocupado em defender seus domínios e nem a si mesmo, caiu nas mãos de Hulagu que decidiu executá-lo. Mas, sendo um homem “decente”, Hulagu não queria que a execução do califa fosse um derramamento de sangue real, então teve uma idéia: ele enrolou Al-Musta’ sim em um tapete e o atropelou com um verdadeiro exército de cavalos.

3 – CLEMENT VALLANDIGHAM

Ele era um membro da House of Representatives de Ohio, nos Estados Unidos. Sua morte não só foi bizarra como também foi irônica. Ele estava em um caso, defendendo um homem acusado de assassinato. Vallandigham estava no tribunal, tentando provar que a vítima, na verdade, havia se suicidado e não sido assassinada. Para mostrar como teria sido a cena, ele tirou uma pistola do bolso, se ajoelhou e ativou a pistola, acreditando que ela estava descarregada. Ela não estava. Pelo menos o acusado foi inocentado por Clement ter provado que a vítima realmente havia se suicidado, ao cometer, ele mesmo, suicídio.

4 – ALEXANDER I, DA GRÉCIA

Alexander I morreu por causa de mordidas de macacos, que infeccionaram. Ele estava passeando com seu cão pelos jardins reais quando o cachorro foi atacado por dois macacos. Tentando defender seu cachorro, ele mesmo levou as mordidas que, três semanas depois, resultaram em sua morte.

5 – J. G. PARREY-THOMAS

Ele era um engenheiro galês e também piloto – ele, na época de sua morte, tinha o recorde de maio velocidade na terra. J.G. morreu tentando quebrar o seu recorde de velocidade. Ele recusou um amuleto de gato preto que uma menina lhe ofereceu, dizendo que tinha fé em seu invento, o carro que chamava de Babs. Na volta final a corrente que conectava o motor com o volante arrebentou, na velocidade de 270 km/h, causando um ferimento fatal na cabeça de J.G., que morreu na hora.

6 – TENNESSEE WILLIAMS

Ele foi um escritor de peças de teatro estadunidense que ganhou vários prêmios importantes por suas obras sobre drama. Você pode até conhecer alguns de seus trabalhos: “Gata em teto de zinco quente”, que foi adaptado para o cinema, e “Um carro chamado desejo”. Durante sua vida ele sofreu com alcoolismo e teve uma crise nervosa em 1969. Em 1983, sob o efeito de drogas, ele tentou abrir uma embalagem de colírio com a boca. Normalmente ele segurava a tampinha da garrafa na boca enquanto pingava as gotas nos olhos, mas nessa vez ele engoliu a tampa e engasgou até a morte.

7 – GARRY HOY

Ele era advogado de uma fima conceituada em Toronto. Mas ele é mais conhecido pelo jeito com que morreu: tentando provar para seus colegas que o vidro do prédio em que trabalhavam era inquebrável, ele se jogou em uma janela no 24º. andar e morreu devido a queda. Segundo seus companheiros, ele já havia se jogado nas janelas antes e o vidro agüentou. Por sua morte, Garry “foi condecorado” com o Darwin Award 2006 (prêmio conferido às pessoas com mortes mais estúpidas, por elas fazerem o favor de não passarem seus genes para a próxima geração).

8 – ALLAN PINKERTON

Ele era um detetive e espião, conhecido por criar a agência Pinkerton de detetives, a primeira do tipo a existir nos Estados Unidos. Em junho de 1884 ele escorregou na calçada e mordeu a sua língua na queda. Mas a língua infeccionou e ele morreu de gangrena. Na época da sua morte ele estava trabalhando em um sistema de identificação de criminosos que, agora, é controlado pelo FBI.

9 – FRANK HAYES

Um jóquei que ficou conhecido por ganhar uma corrida enquanto estava… morto! Ele sofreu um ataque cardíaco no meio da corrida e, mesmo carregando um “peso morto”, seu cavalo “Sweet Kiss” (beijo doce) ganhou a corrrida.

10 – MITHRIDATES

Ele foi um soldado persa que, acidentalmente, matou Cyrus, o Novo – o príncipe da Pérsia, filho de Darius II. Por ter feito tal coisa, o soldado foi condenado a uma morte “engenhosa”. Dois barcos que “se encaixavam” foram juntados com Mithridates dentro. Eles o fecharam como em um caixão, mas deixaram seus pés, suas mãos e sua cabeça de fora. Os responsáveis por ele deviam alimentá-lo e, se ele se recusasse a comer, deveriam cutucar seus olhos até que ele comesse. Depois eles derramavam leite com mel em sua face e a deixavam voltada para o sol, sem espantar as milhares de moscas que se juntavam sobre ele. Dentro do barco, ele precisava fazer suas necessidades e era lentamente devorado, também, por vermes. Depois de 17 dias de sofrimento, Mithridates morreu. [Listverse]

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Vênus pode ter sido habitável


Em suas mais absurdas fantasias, cientistas espaciais podem pensar em formar colônias humanas na Lua ou em Marte, mas não cogitam Vênus. Hoje em dia o planeta é inóspito, devido à altíssima temperatura da superfície e sem ter praticamente nenhuma umidade. Mas não foi sempre assim.

Cientistas da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) afirmam que Vênus pode já ter sido possuidor de largos oceanose rios caudalosos, que permitiriam a vida de uma população tão variada quanto a que temos aqui na Terra.

A teoria é que a água foi se esvaindo devido à radiação ultravioleta do sol, que quebrava as moléculas de água (sim, separava o “H2” – Hidrogênio – do “O” – Oxigênio – e fazia os átomos evaporarem e se perderem no espaço), o que foi minando a água pouco a pouco, ao longo de milhões de anos. No entanto, isso é uma teoria, os cientistas afirmam que não se pode dizer, com certeza, que de fato havia oceanos.

De qualquer maneira, o planeta foi se modelando, e aquela superfície que supostamente continha água em abundância foi completamente derretida. Assim, o magma teria coberto totalmente essa estrutura, e hoje o plantes está dessa forma: mais quente e seco do que Brasília, e, ao contrário da capital federal, inabitável. [msnbc]

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O carro voador está mais próximo da realidade


Aparentemente, carros voadores não serão restritos a filmes de ficção científica e poderemos vê-los rodando – ou voando – pelo céu.

O Terrafugia, além de ter um nome sugestivo, é um pequeno avião que pode tanto andar na estrada quanto voar por aí. E ele está a um passo de ser aprovado como transporte autorizado. Parece que seu projeto já foi aprovado pela Federal Aviation Administration (FAA) dos Estados Unidos, e um protótipo pronto para ser vendido estaria em construção.

O veículo teria dois lugares – um para o piloto e outro para um eventual passageiro – e viria equipado com itens de segurança, como paraquedas. Ele permitiria até 20 horas ininterruptas de vôo. A transformação dele de carro comum para carro voador aconteceria na própria estrada, assim que ele atingisse a velocidade correta, o que, segundo os criadores da engenhoca, demoraria apenas 30 segundos.

Voando o avião teria uma velocidade máxima de 180 km/h.

Espera-se que o preço do Terrafugia gire em torno de 200 mil dólares. Resta saber que tipo de habilitação a pessoa precisa ter para poder dirigir um carro desses. [LiveScience]

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Foto incrível: bolha de gás cósmico


O que você vê na imagem é a explosão de uma supernova, capturada pelos telescópios Hubble e Chandra. Esses filamentos visíveis amarelos são feitos de gás quente.

Essa “bolha” belíssima situa-se a 30 anos luz da Terra, mas estima-se que a luz proveniente da explosão da supernova tenha atingido nosso planeta a milhares de anos atrás. Mas, há 30 anos atrás, ela foi responsável por uma enorme liberação de raios gama que foram sentidos em nosso planeta.

O fenômeno é atribuído a uma estrela feita de neutrons extremamente magnetizada que nasceu na explosão da supernova. Ela pode ser vista no topo da imagem e estima-se que ela se move na velocidade de 70 mil km/h. [Nasa]

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Espiões russos esconderam códigos secretos em fotos online


Não pense que é coisa da Guerra Fria! Espiões russos que foram recentemente presos pelo FBI confessaram ter escondidomensagens secretas em imagens disponíveis na internet. No total, onze pessoas foram indiciadas.

Os espiões postavam fotos aparentemente comuns na internet, em sites acessíveis para todos, mas dentro dessas imagens havia códigos. Apesar do FBI desconfiar que essa prática ocorre desde muito tempo atrás, só agora ela foi comprovada.

Os detalhes de como os russos codificaram as imagens e os assuntos das mensagens não foram divulgados, mas, de acordo com criptógrafos que não estão ligados ao caso, eles provavelmente usavam os códigos que o computador constrói para gerar cores.

Depois do 11 de Setembro, começaram a surgir rumores de que a Al Qaeda usava essa mesma técnica para enviar suas mensagens para dentro e para fora dos Estados Unidos sem cair na “malha fina” do FBI.

Agora tanto nós quanto o FBI ficaremos imaginando que imagens na internet poderiam conter códigos. Você, leitor, já viu alguma imagem suspeita? [LiveScience]

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