domingo, 22 de setembro de 2013

O novo projeto do Google quer tornar os seres humanos imortais


Os cientistas já conseguiram inverter o envelhecimento em alguns experimentos. A imortalidade está sempre presente na mitologia, mas poderá ser realidade para nós?
A nova cartada do Google espera que sim. A mais recente empresa do conglomerado, a Calico, vai concentrar seus esforços em derrotar a morte ao se basear em recentes descobertas científicas quanto à imortalidade.
Ninguém pode realmente dizer neste momento se o sonho de viver para sempre pode realmente se tornar realidade, mas muitos afirmam que a meta está “dentro do alcance”. Na verdade, alguns cientistas que trabalham com a extensão da vida acreditam que o fim da morte poderá ser decretado daqui a apenas 20 anos. Por enquanto, porém, tudo que existe são experimentos e teorias – nada verdadeiramente aplicável em seres humanos. Além disso, houve muitas falhas também.
Entretanto, mesmo se a imortalidade e a tecnologia em saúde regenerativa com células-tronco possam se desenvolver a esse ponto, é provável que nenhum de nós seja capaz de beber dessa fonte de juventude – o Santo Graal que a humanidade tem procurado durante tantos séculos.
Se a imortalidade via ciência realmente chegar em 20 anos, como alguns especialistas afirmam, ela provavelmente estará disponível apenas para alguns sortudos. Isso vai ser bom para os fundadores da Calico, é claro. E – numa outra hipótese – caso um avanço inesperado torne a receita mágica da imortalidade disponível para todos na Terra, isso também não vai transformar nosso planeta no paraíso. Muito pelo contrário.
As potenciais consequências de um mundo sem mortes podem ser muito negativas nos dois cenários mencionados acima. Se a imortalidade e a tecnologia em saúde regenerativa estiverem disponíveis apenas para alguns, haverá uma separação dos seres humanos entre ricos semideuses imortais e o resto de nós, pobres mortais.
Se, por outro lado, o elixir da vida estiver disponível para todos, deverá ser criada uma legislação específica no sentido de proibir a reprodução para evitar a superpopulação e a consequente destruição do planeta.
Se isso acontecer, imagine as implicações de negar a nós mesmos a possibilidade de termos novas pessoas na Terra. A ideia de não termos mais outro Einstein entre nós é aterrorizante – mesmo se as pessoas inteligentes já vivas fossem capazes de desenvolver seu intelecto e construir o seu conhecimento ao longo dos séculos, em vez de apenas algumas décadas.
Por enquanto, porém, tudo isso é especulação. Resta-nos apenas acompanhar o que tem sido feito até agora e sonhar – ou ter pesadelos – sobre o que está por vir quando o assunto é imortalidade humana. [Kinja]
hypescience

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Incrível! As estátuas da Ilha da Páscoa possuem corpos!



Notícia que circula pela web afirma que as estátuas da Ilha de Páscoa possuem corpos. Uma descoberta que faz aumentar ainda mais o mistério em torno do local! Mas será que isso é verdadeiro ou farsa?
A história apareceu há um tempinho em blogs, sites e através das redes sociais: Uma expedição de arqueólogos/historiadores acabou por descobrir algo que deixou a todos boquiabertos! As estátuas da famosa e misteriosa Ilha da Páscoa possuem corpos!
De acordo com as fotos que acompanham o texto (que começou a se espalhar por aí em maio de 2012), ao cavarem ao redor das grandes cabeças de pedra da Ilha, descobriram que há vários metros das estátuas enterradas no solo.
Os Moai (como são conhecidas essas esculturas) possuem corpo? Será que isso é verdadeiro ou farsa?
Por incrível que pareça, a história é real!
Os Moai são enormes esculturas[bb](887, para ser exato) de pedra e estão espalhadas por toda a Ilha de Páscoa, no Chile. Foram construídas por volta dos anos de 1200 a 1500 D.C pelo povo Rapanui.
Nada de novidade
Apesar da grande descoberta ser real (sim, as estátuas possuem corpos mesmo!), a notícia não é nova. Há muitos anos já se sabia que as enigmáticas estátuas não eram “só cabeça”. Acontece que já estamos tão acostumados a ver fotos famosas como essa aí embaixo que nunca nos questionamos se haveria algo mais enterrado no chão.
http://www.e-farsas.com/incrivel-as-estatuas-da-ilha-da-pascoa-possuem-corpos.html


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Fotógrafo pega fogo ao tirar foto de vulcão


Você talvez já tenha se deparado com essa fotografia emblemática, que tem rodado a internet nos últimos dias. Nela, o fotógrafo especializado em registrar imagens de vulcões, Kawika Singson, aparece com seu tripé durante uma sessão de fotos justamente de um vulcão ativo. A lava, no entanto, estava tão quente que chegou a provocar chamas no tênis e na base do tripé de Singson. A foto foi tirada por seu colega Chris Hirata.
O fotógrafo escolheu essa imagem como foto de capa do seu perfil no Facebook e adicionou a seguinte descrição: “Sempre tentando ser criativo, pensei que seria muito legal (e quente!) tirar uma foto da lava com meus sapatos e meu tripé em chamas ao fotografar a lava, de modo que foi isso que fiz”, escreveu.
Perguntado sobre a veracidade da imagem, Singson diz com convicção: “A lava é real, as chamas são reais e estava realmente quente! Eu consegui suportar o calor apenas por alguns segundos”.
A foto foi tirada no dia 4 de julho em algum lugar no Havaí. No entanto, mesmo após muito ser questionado sobre isso, Singson não quis dar as localizações exatas. “É um segredo, e além disso eu não quero que as pessoas vão lá para se machucar”, disse.
Singson diz que esta é a primeira vez que alguma peça de roupa sua ou equipamento pega fogo devido à proximidade de lava. Seus sapatos já haviam soltado fumaça antes, mas nunca realmente entrado em chamas.
Nem é preciso advertir que você não deve tentar esta façanha em casa (ou no vulcão mais perto dela). Isso é incrivelmente perigoso devido ao fato de que é possível cair na lava derretida logo abaixo, uma vez que apenas uma fina camada de pedra separam, no caso, o fotógrafo da lava. A situação é semelhante à de uma camada pouco espessa de gelo em cima de um lago congelado. Singson confirma. “Havia apenas uma fina camada de rocha sólida em cima do magma”.
Kawika Singson é um fotógrafo de paisagem baseado em Kailua-Kona, no Havaí, especialista em registrar situações da vida selvagem de sua terra. Uma das características de suas fotografias é o local onde são feitas, geralmente em pontos de difícil acesso ao público. Você pode curtir mais do trabalho de Singson em seu site oficial. [Bored Panda e Petapixel]
http://hypescience.com/

quarta-feira, 1 de maio de 2013

“Olho da África”: o fenómeno natural inusitado




A cena conta com uma espécie de buraco com algumas ondas de impacto ao lado, como você pode conferir na imagem acima.
 Apesar de ser algo bizarro, o “Olho da África” — também conhecido pelo seu nome técnico, que é “Richat Sctructure” — não passa de um fenômeno bastante natural. Essa enorme cratera fica localizada no Deserto do Saara e é o resultado de impacto de um meteoro grande e antigo, que aconteceu há milhares de anos.
 A força da batida foi tão grande que gerou uma estrutura com 50 quilômetros de diâmetro. Mesmo assim, a princípio, ela não deveria ser vista do espaço, mas o efeito erosivo dos ventos do deserto acabou aumentando as formas do “Olho da África”, permitindo que até mesmo o Google Maps o captasse.

Imagem: NASA

Avião 'escapa de colisão com ovni' na Escócia


Segundo relatório, avião estava em boas condições meteorológicas e a uma altitude de quase 1,2 mil metros, quando o piloto viu um objeto "emergir à frente"
BBC Brasil
Um relatório divulgado na Grã-Bretanha revelou que um avião de passageiros quase colidiu no ar com um misterioso objeto voador não identificado (ovni) quando a aeronave, um Airbus A320, estava se preparando para pousar no aeroporto internacional de Glasgow, na Escócia.
Segundo o relatório, preparado pela organização britânica que avalia segurança aérea e investiga casos de quase colisão no país, a UK Airprox Board, o episódio ocorreu em 2 de dezembro do ano passado. O avião já estava com as luzes de pouso acesas, em condições meteorológicas boas e a uma altitude de quase 1,2 mil metros, quando o piloto viu um objeto "emergir à frente".
O objeto teria passado diretamente abaixo da aeronave, a pouco mais de 90 metros de distância, antes que a tripulação tivesse tempo de tomar medidas preventivas (para o caso de uma colisão) ou "realmente registrar" o que seria este objeto.
O ovni não apareceu no radar, e o piloto do Airbus afirmou que o risco de colisão foi "alto".
Tanto os tripulantes quanto o piloto concordam que o objeto parecia ser amarelo e azul e ter uma pequena área frontal, mas era "maior que um balão".
Durante o incidente, o piloto chegou a perguntar a um controlador de tráfego aéreo de Glasgow se ele estava em contato com alguma outra aeronave na área, mas o controlador afirmou que não estava falando com mais ninguém e não tinha registrado nada no radar.
28 segundos
Logo depois da ocorrência foi feita uma busca na região, mas sem resultados.
Os controladores de tráfego aéreo informaram que não obtiveram vestígios de outros objetos na área do incidente. Mas o radar do outro aeroporto de Glasgow, o aeroporto de Prestwick, captou uma "rota não identificada" a 1,3 milha náutica (cerca de 2,4 km) da posição do Airbus A320 apenas 28 segundos antes.
"Parece que escapamos por apenas algumas centenas de pés, veio diretamente abaixo de nós. Onde quer que estivéssemos quando chamamos o controle de tráfego aéreo, (o objeto) estava a cerca de dez segundos (de distância). Não posso dizer em qual direção estava indo, mas veio diretamente abaixo de nós", disse o piloto quando a aeronave pousou.
Quando perguntado se o objeto poderia ser um "planador ou coisa parecida", o piloto respondou que "poderia ser um ultraleve. Parecia grande demais para um balão".
Mistério
O relatório informou que os investigadores não conseguiram determinar o que era o objeto.
"A investigação das fontes de vigilância disponíveis não foi capaz de rastrear qualquer atividade que corresponda àquela descrita pelo piloto do A320. Adicionalmente, não havia nenhuma outra informação que indicasse a presença (de outra aeronave) ou atividade na área", afirmou o relatório.
A UK Airprox Board também afirmou que acredita ser improvável que o objeto tenha sido uma aeronave de asas fixas, helicóptero ou balão de ar quente, pois o objeto não apareceu no radar como estes objetos apareceriam.
O relatório também afirmou que um balão meteorológico apareceria no radar. Além disso, um balão destes não teria sido solto naquela região.
A organização não descartou a possibilidade de o ovni ser um planador, mas afirmou que seria improvável a presença de uma aeronave destas na região de Glasgow devido à falta de espaço aéreo e de atividade térmica necessária para o voo de planador. Na época do incidente, Glasgow registrava temperaturas baixas.
Outros tipos de objetos, como uma asa-delta ou semelhantes, apareceriam no radar, segundo a UK Airprox Board.